7.6.06

GUCCI


Vestidos deslumbrantes. Alguns com decotes provocativos. Perfumes com aromas exóticos e inconfundíveis. Sapatos clássicos com ares modernos. Bolsas que são carregadas por lindas e famosas mulheres nos quatro cantos do mundo. Celebridades, escândalos, enormes fortunas e muito glamour sempre foram associados ao nome GUCCI, marca que mais sintetiza a elegância italiana no mercado de luxo. 

A história 
Guccio Gucci, filho de um artesão de origem humilde, adquiriu bom gosto e elegância encantando-se com o luxo das malas com brasões das famílias nobres enquanto trabalhava como ascensorista, maleiro e posteriormente Maitrê no famoso e requintado hotel Savoy de Londres na virada do século 19. Em 1921, depois de seu retorno para cidade de Florença, abriu uma pequena loja com suas economias (30 mil liras), cujo intuito era vender acessórios de viagem (malas e valises de luxo), feitos em couro de alta qualidade proveniente da região da Toscana pelos melhores artesãos da cidade, incluindo membros da sua própria família. Sua modesta loja era apenas um reflexo de seu estilo: andava sempre bem vestido e impecável pelas ruas de Florença. A alta burguesia e a nobreza florentina logo reconheceram a excelência e originalidade dos produtos e em pouco tempo a marca superou os limites da cidade, impondo-se como uma das mais conhecidas entre a elite do país. Com o aumento das vendas, ele conseguiu abrir atrás de sua pequena loja, uma oficina para produzir suas próprias mercadorias.


Nos anos de 1930, a empresa passou a conquistar uma sofisticada clientela internacional em função de suas coleções exclusivas de bolsas, luvas, sapatos e cintos. Necessitando expandir seu negócio a empresa mudou-se para um lugar maior em Lungarno Guicciardini em 1937. Foi a partir deste ano que estribos e franjas se tornaram a assinatura equestre da marca italiana. Em poucos anos os produtos da marca, que incluíam malas, baús de viagem, luvas, sapatos e cintos, com um design de inspiração equestre, atraíram uma clientela ainda mais sofisticada.


Com o grande sucesso de seu negócio e clientes famosos, a marca abriu sua primeira loja na cidade de Roma em 1938 no sofisticado endereço da Via Condotti. No ano seguinte seus filhos, Aldo, Vasco e Ugo, ingressaram no negócio. Em 1947 a GUCCI lançou no mercado o que viria a se tornar um ícone da marca: a bolsa com alça de bambu, que literalmente seduziu com seu charme e elegância centenas de celebridades. Somente no final desta década a GUCCI adotou oficialmente o logotipo GG, que continha duas letras G, uma normal e outra invertida, entrelaçadas. O novo logotipo começou aparecer em todas as bolsas e malas da marca, dando um ar mais aristocrático aos produtos. Pouco tempo depois, outro filho do estilista, Rodolfo, ingressou na empresa e abriu uma loja na cidade de Milão em 1951. Dois anos mais tarde falecia o fundador da empresa. Neste mesmo ano seus filhos, Aldo e Rodolfo, abriram uma loja na cidade de Nova York, onde as celebradas estrelas de Hollywood contribuíram e muito para que a marca italiana brilhasse nas principais capitais do luxo; seguida de unidades na Filadélfia, San Francisco, Beverly Hills e Palm Beach, dando início à internacionalização da marca GUCCI.


Ainda nesta década, em 1953, a marca lançou outro ícone, o horsebit loafer, calçado estilo mocassim com fivela de metal, além da assinatura verde e vermelha, um dos principais símbolos de identificação da marca no mundo, que se tornou presença garantida no guarda-roupa do homem moderno. Nesta época, celebridades como Sofia Loren, Ingrid Bergman, John Kennedy e sua então esposa Jacqueline Kennedy eram alguns dos fiéis clientes da marca. Essas celebridades eram constantemente fotografadas portando artigos clássicos da marca, como a bolsa de couro com alça de bambu ou o mocassim. Na década seguinte, após introduzir os tecidos estampados com as duas letras G entrelaçadas e a estampa floral criada especialmente para Grace Kelly, a empresa já vendia seus produtos em lojas próprias nas cidades de Londres (inaugurada em 1967, sendo a primeira na Europa fora da Itália), Paris, Tóquio (1971), Chicago e Hong Kong. Grace Kelly, Peter Sellers e Audrey Hepburn contribuíram para que a marca se tornasse sinônimo de bom gosto e sofisticação na badalada Hollywood, ganhando inúmeros adeptos entre as estrelas do cinema mundial. Em 1974, existiam 14 lojas e 46 franquias da GUCCI em todo o mundo, muito graças à expansão que Aldo realizou, especialmente para o mercado japonês. Além disso, ele diversificou com o lançamento de uma linha de perfumes, promovendo um novo negócio dentro da empresa para que seus filhos, membros da terceira geração, pudessem trabalhar.


Em 1989, quando a imagem da marca começava a se deteriorar no mercado de luxo, Domenico Del Sole, funcionário de um dos escritórios americanos de advocacia que prestavam serviços à GUCCI, foi indicado para moderar e buscar soluções para as divergências internas da empresa, especialmente entre membros da família. No mesmo período a Investcorp, empresa de investimento árabe, adquiriu 50% do capital da empresa com a saída de Aldo Gucci. Maurizzio, o último membro da família trabalhando na empresa, acabou vendendo sua participação acionária em 1993 por não se entender com o grupo de investidores. Com Maurizzio fora de cena, a GUCCI passou a ser liderada por Domenico Del Sole, que transferiu a sede da empresa de Milão para Casellina e nomeou o estilista Tom Ford – que já trabalhava na grife desde 1990 – como diretor de criação. Começava aí a nova fase da GUCCI. Além do relançamento das bolsas com alças de bambu e dos mocassins com bridão, da bolsa Horsebilt Clutch, que se tornou um sucesso entre as estrelas de Hollywood, ele passou a assinar todas as coleções, escolher os fotógrafos, decidir o tema das campanhas publicitárias e até escolher a arquitetura e decorações das lojas. Os rostos nas campanhas também mudaram. Audrey Hepburn e Grace Kelly deram lugar à Madonna e Tina Turner. As coleções cheias de sensualidade eram bem acolhidas pela imprensa especializadas e um investimento milionário em campanhas para lá de provocativas foi realizado.


Em 2000 a empresa pertencia a um grupo de acionistas, entre eles Bernard Arnault (dono do grupo de luxo LVMH) e François Pinault (então dono do grupo PPR). Embora Arnault quisesse aumentar suas ações para ter mais controle sobre a empresa, Del Sole e Ford conseguiram privilegiar Pinault, que através de negociações meio que impostas, foi aumentando seu capital até tornar-se o único proprietário da GUCCI em 2004. No mesmo ano, Del Sole e Ford saíram da empresa e a estilista de ascendência romena Frida Gianini passou a responder pela direção de criação da marca. Com dinheiro em caixa e criatividade de sobra, a GUCCI voltou aos editoriais de moda e às capas das revistas de moda. Foi a mais retumbante volta por cima da moda internacional, criando uma tendência no mercado do luxo.


No dia 8 de fevereiro de 2008 foi inaugurada a maior loja da grife italiana no mundo. Com uma espaçosa área de 14.020m², a loja possui três andares totalmente climatizados e iluminados naturalmente. Expressando todo o requinte da marca italiana, o interior da loja possui detalhes decorativos como suportes de vidro e ouro polido. Além disso, o exterior do prédio revestido de vidro brilhante, compõe uma visão admirável para aqueles que o veem. A sofisticação da GUCCI foi rigorosamente traduzida nesta nova loja, que, entre outros detalhes de luxo, tem o piso coberto de mármore branco, com algumas listras de mármore preto, se estendendo pelas paredes e pelo teto. O revestimento das maçanetas das portas se alterna em ouro e vidro com listras. Minuciosos detalhes que proporcionam uma experiência única aos clientes e admiradores que a visitam. Projetada por Frida Giannini, diretora criativa da marca e pelo célebre arquiteto James Carpenter, a nova flagship tem andares extremamente luxuosos e está localizada em plena 5ª Avenida em Nova York. Para causar expectativa e interação com o público, a marca lançou o site GucciLovesNY na semana da moda na cidade. Os visitantes do site concorriam a uma bolsa exclusiva da marca. Para participar era só enviar uma foto usando algum acessório GUCCI no lugar preferido de Nova York.


A GUCCI inaugurou sua primeira loja no Brasil no final deste mesmo ano, no Shopping Iguatemi em São Paulo. A loja abriu as portas em 30 de novembro contando com 470m² e seguindo o mesmo projeto da unidade de Nova York. Nas araras, todas as peças: do prêt-à-porter aos perfumes, passando pela coleção masculina completa de acessórios, sapatos e lançamentos simultâneos com as principais flagships ao redor do mundo. Hoje o logotipo da grife italiana brilha nas mãos da estilista Frida Giannini, responsável pelos acessórios e o prêt-à-porter feminino e masculino. A estilista tem conseguido equilibrar doses certas de elegância, sensualidade e modernidade, além de inserir a marca no âmbito cultural. Além de aclamada por muitos, a marca italiana participa dos principais eventos de moda do mundo.


A linha do tempo 
1925 
Lançamento das malas de viagem de couro maleável. 
1932 
Lançamento dos sapatos tipo mocassin. 
1964 
Lançamento do cinto com fivela contendo as famosas as iniciais de Guccio Gucci. 
1969 
Lançamento da bolsa com alça para o ombro (inicialmente batizada de HOBO), especialmente desenvolvida e criada para Jacqueline Kennedy, que até hoje é conhecida como “Jackie O”. O modelo foi relançado em 1999, vendendo o número recorde de seis mil peças. 
1979 
Criação da GUCCI ACCESSORIES COLLECTION (GAC), divisão responsável por produtos como perfumes, canetas, relógios, isqueiros, entre outros acessórios. 
1997 
Lançamento do perfume feminino ENVY com fragrâncias florais. 
1999 
Lançamento do perfume RUSH acondicionado em um frasco moderno e jovial. 
2001 
Lançamento do perfume feminino RUSH 2, feito de uma composição de essências de madeira de palmeira, flor de nasciso, lírio do vale, freesia, gardênia, rosa e almiscar, resultando em um aroma refrescante. 
2008 
Lançamento de uma coleção exclusiva chamada GUCCI LOVES NY. Desenhadas por Frida Giannini, as peças desta linha fazem uma homenagem a cidade de Nova York e somente podem ser adquiridas na loja da 5ª Avenida. Entre elas, estão as jaquetas e bolsas de couro, material ícone da marca. 
Lançamento de uma coleção especial com edição limitada, chamada 8-8-2008 LIMITED EDITION. Oito exclusivos acessórios que remetiam à esportes de competição foram desenvolvidos por Giannini, como o relógio I-Gucci, equipado com tecnologia digital, pulseira vermelha de couro e detalhes cromados. Porém, a peça mais inusitada desta coleção foi a bicicleta vermelha com listras verdes, equipada com lanterna e duas charmosas bolsas GUCCI sobre a roda traseira. 
Lançamento do perfume GUCCI by GUCCI, com notas de goiaba, mel e florais, embalado em um frasco marrom, em estilo art déco, contendo o logotipo da marca em letras douradas. A garota propaganda da fragrância foi a brasileira Raquel Zimmerman. 
2009 
Lançamento do perfume feminino FLORA By GUCCI
2010 
Lançamento de sua primeira linha de roupas e acessórios infantis. A linha possui duas coleções: uma dedicada às crianças mais crescidinhas e outra para os bebês. Entre as peças da coleção baby, é possível encontrar grandes clássicos da marca, entre eles os famosos trech em dimensões micro, mas também babadores e macaquinhos. Para festejar o lançamento desta nova linha, a marca anunciou a intenção de doar US$ 1 milhão à UNICEF para um programa de construção de escolas na África. 
Lançamento do perfume masculino GUCCI by GUCCI POUR HOMME SPORT, que evoca a liberdade de estar ao ar livre e o desejo pelo esporte. Ao mesmo tempo, doce e refrescante, a criação exclusiva desta fragrância garante que ela também seja bem acabada e complexa. 
Lançamento do perfume GUILTY. O conceito da fragrância dá ênfase na jovialidade e sensualidade urbana, e foi criado para mostrar o lado ousado e sexy da marca. Os rostos da campanha publicitária foram da cantora e atriz Evan Rachel Wood e do ator Chris Evans. 
2011 
Lançamento da coleção 1921, que em homenagem aos 90 anos da GUCCI propõe acessórios de prêt-à-porter masculinos e femininos, fazendo alusão ao universo da marca desde a época de sua criação. Clássicos da marca como bolsas e mocassins são oferecidos em uma infinidade de cores e materiais. Bambu, pelica e crocodilo aparecem em tons de castanho escuro, rosa, caqui, verde e cereja. Todos os modelos levam a assinatura G. Gucci Firenze 1921
A diretora criativa da marca, Frida Giannini, assina o FIAT 500 by GUCCI. Esta edição especial era uma versão personalizada do conhecido modelo citadino da montadora italiana, em colaboração com Centro de Estilo Fiat. Um dos detalhes mais marcantes deste modelo era uma faixa verde/vermelho/verde, típica da GUCCI, ao longo da carroceria, junto às molduras das janelas.


Uma família polêmica 
O reconhecimento da marca como ícone de sofisticação trouxe fama, dinheiro e, sobretudo, conflitos familiares, especialmente na década de 1980, depois que Aldo Gucci foi citado em um escândalo de fraude fiscal que atingiu a cifra de US$ 7 milhões. Batalhas judiciais, desentendimentos e intrigas entre os membros da família colaboraram para que grife entrasse em um período de inércia criativa, além de problemas financeiros e a frequente citação da palavra “falência”. Nesta época, arremessos de cinzeiros e palavrões eram comuns na sala de reuniões da diretoria. Em 1989, uma empresa de investimentos árabe, a Investcorp, adquiriu aproximadamente 50% do comando da GUCCI. Para completar, em 1995, o último membro da família a dirigir a empresa, Maurizio Gucci, sobrinho de Aldo e neto do fundador da grife, foi assassinado quando chegava a seu escritório, em Milão, a mando de sua ex-mulher, Patrizia Reggiani. Anos depois, Patrizia, conhecida como Viúva Negra pela imprensa italiana e condenada a 26 anos de prisão, pediu permissão à justiça para cumprir a sentença em prisão domiciliar. Misteriosamente, todos os funcionários que trabalhavam na papelada do caso foram acometidos por sintomas como irritação na garganta, pele rachada e enjoos. A doença desconhecida foi apelidada de “a maldição de Maurizio”, pois muitos acreditavam que se tratava de uma manobra sobrenatural do fantasma do executivo para impedir que sua ex-esposa saísse da cadeia. Tal processo foi abandonado, já que todos os funcionários da justiça de Milão se recusaram a mexer nos papéis da apelação. Ela foi colocada em liberdade no mês de setembro de 2013.


Eternizando a história 
No dia 26 de setembro de 2011, a marca italiana resolveu eternizar sua história com a inauguração do GUCCI MUSEO na pitoresca cidade de Florença, em plena Piazza della Signoria. O museu ocupa três andares do Palazzo della Mercanzia, um palácio construído em 1337. O aconchegante museu conta em detalhes a trajetória de Guccio Gucci e como sua marca tornou-se uma grife de prestígio internacional. O museu conta com um grande e valioso acervo de peças antigas, algumas delas verdadeiros clássicos da marca italiana. Como as bolsas de bambu usadas por Jackie Onassis e Sofia Loren, acessórios de esportes, as primeiras malas de viagens, coleções prêt-à-porter, um Cadillac Seville com a característica estampa da marca, entre muitos outros itens.


Além disso, vídeos mostram como o couro é trabalhado e a maneira como são feitos os exclusivos produtos da marca, a mão, demostrando o cuidado que cada peça demanda. Para completar, o espaço conta ainda com charmoso um café, uma loja (batizada de Icon Store, que oferece produtos exclusivos da marca encontrados somente ali) e uma agradável livraria especializada em moda, arte e fotografia.


A evolução visual 
A identidade visual da marca italiana passou por algumas alterações ao longo dos anos. Após adotar, no final da década de 1940, o tradicional símbolo GG, que continha duas letras G, uma normal e outra invertida, entrelaçadas; mais recentemente a marca adotou uma nova identidade visual (além da cor preta), agora em tom dourado e com tipografia de letra mais afinada. Apesar disso, o símbolo GG continua sendo utilizado em muitos de seus produtos.


Dados corporativos 
● Origem: Itália 
● Fundação: 1921 
● Fundador: Gauccio Gucci 
● Sede mundial: Florença, Itália 
● Proprietário da marca: Kering Grouppe (antigo PPR Group) 
● Capital aberto: Não (subsidiária) 
● Chairman: François-Henri Pinault 
 ● CEO & Presidente: Patrizio Di Marco 
● Diretor criativo: Frida Giannini 
● Faturamento: €3.63 bilhões (2012) 
● Lucro: €1.12 bilhões (2012) 
● Valor da marca: US$ 10.151 bilhões (2013) 
● Lojas: 429 
● Presença global: 120 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 9.337 
● Segmento: Moda de luxo 
● Principais produtos: Roupas, bolsas, calçados e acessórios de luxo 
● Concorrentes diretos: Prada, Chanel, Louis Vuitton, Versace e Hérmes 
 ● Ícones: A bolsa com alça de bambu e o mocassim com fivela 
● Website: www.gucci.com 

O valor 
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca GUCCI está avaliada em US$ 10.151 bilhões, ocupando a posição de número 38 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. 

A marca no mundo 
A marca tem cerca de 430 lojas próprias ao redor do mundo, com faturamento de €3.63 bilhões em 2012. A famosa marca italiana, controlada pelo grupo Kering (proprietário também das grifes Yves Saint Laurent, Bottega Veneta, Boucheron, Stella McCartney, Balenciaga e Puma), produz e vende atualmente bolsas, malas de mão e outros acessórios de couro (que representam 59% do total de vendas da marca), sapatos (13%), roupas, gravatas, perfumes e relógios. Em relação a participação de mercado para a marca, o maior é a região Ásia-Pacífico (37%), seguido pela Europa (27%), América do Norte (19%) e do Japão (11%). 

Você sabia? 
O sultão de Brunei foi responsável pelo maior pedido que a GUCCI já recebeu: 27 jogos de malas em couro de crocodilo no valor de US$ 2.4 milhões. 
O Brasil é o único país na América do Sul que possui lojas da GUCCI. São ao todo cinco lojas: três em São Paulo (shopping Iguatemi, shopping Cidade Jardim e JK Iguatemi), uma loja em Brasília (shopping Iguatemi) e a última no Rio de Janeiro (shopping de luxo Village Mall). A loja do shopping JK Iguatemi é dedicada exclusivamente ao público masculino. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 22/12/2013

Um comentário:

flavio gomes disse...

legal!!!!!