23.5.06

MOËT & CHANDON


A marca MOËT & CHANDON tem o prazer de acompanhar todos os bons e grandes momentos da vida. Coroações, momentos históricos da humanidade, assinaturas de grandes contratos, inaugurações, casamentos, nascimentos, réveillon e tudo o que se pode considerar digno de uma digna celebração. Símbolo da tradição e, acima de tudo, da excelência, honra com sua elegância não só as cerimônias reais, mas também os grandes acontecimentos da moda e eventos gastronômicos. A busca constante pela inovação é o segredo da manutenção do sucesso. Essa é a essência da MOËT & CHANDON: inovação na vitivinicultura e na criação de vinhos que expressem a fineza do terroir e as melhores qualidades da região de Champagne. Afinal, a marca compartilha a magia do champanhe com o mundo, oferecendo uma gama única de líquidos repletos de borbulhas para cada ocasião, estado de espírito ou paladar. 

A história 
A tradicional Maison foi fundada em 1743, inicialmente com o nome de Moët et Cie, por Claude Moët, descendente de uma família tradicional na comercialização de vinhos, na cidade de Épernay, região de Champagne na França, quando este passou a dedicar-se exclusivamente à produção e à venda de seus vinhos borbulhantes para a cidade de Paris. A região era conhecida por uma rara combinação de solo e clima que criam as condições ideais para o plantio das uvas certas para o tal vinho dourado efervescente. Desde a sua criação, o champanhe da Maison mereceu a preferência dos grandes. E foi justamente entre os soberanos e os aristocratas que o mais célebre dos vinhos iniciou sua cintilante carreira e ascensão rumo ao sucesso. Um exemplo disso foi Madame Pompadour, amante de Luis XIII, cujos seios, dizem, inspiraram o formato da taça tradicional de champanhe, que se tornou uma das primeiras embaixadoras da marca. Ela costumava dizer: “O único vinho que torna as mulheres mais bonitas e os homens mais engenhosos”.


Em 1750 a empresa abriu escritórios de representação na Inglaterra, em 1755 na Alemanha, em 1761 na Espanha, em 1762 na Rússia e em 1787 finalmente na América. Foi seu neto, Jean-Rémy Moët, que contribuiu para a expansão e crescimento da marca em mercados estrangeiros, transformando a MOËT em símbolo de esplendor, prazer e prestígio. Isto porque, o champanhe produzido pela família já era bebida obrigatória nas cortes reais de toda a Europa. No início do próximo século, em 1801, ao ser eleito prefeito de Épernay, Jean-Rémy Moët decidiu que as pessoas importantes que eventualmente cruzassem a região de Champagne, a 150 quilômetros de Paris, deveriam se hospedar em sua propriedade. Com isso, monarcas, reis e czares aproveitavam-se da hospitalidade, das acomodações e da beleza da região para visitar a Maison e conhecer os segredos da bebida, sempre muito associada à sedução e à elegância. O resultado foi um enorme aumento na popularidade e no consumo dos champanhes da Maison. Quando os Prussianos ocuparam a Maison em 1814, Jean-Rémy proclamou: “Os oficiais que hoje estão me arruinando irão, eventualmente, fazer a minha fortuna. Aqueles que beberem do meu vinho hoje se tornarão meus representantes, falando da maravilha de minha bebida quando voltarem a seus lares”. Alguém tem dúvida de que sua profecia se cumpriu?


A empresa passou a chamar-se MOËT & CHANDON quando este homem empreendedor entregou em 1832 a administração da tradicional Maison ao filho Victor Moët e ao genro Pierre-Gabriel Chandon de Briailles. No ano de 1869, como homenagem aos 100 anos do nascimento de Napoleão Bonaparte, um dos mais ilustres apreciadores de suas borbulhas, foi lançado o primeiro carregamento do champanhe MOËT & CHANDON BRUT IMPÉRIAL, que se tornaria a mais completa e universal expressão do estilo da Maison. Hoje em dia este champanhe é criado com mais de 100 vinhos, sendo que 20% a 30% são selecionados de uma reserva especial – 30% a 40% pinot noir, 30% a 40% pinot meunier e 20% a 30% chardonnay. De cor amarela, levemente esverdeada, tem toda a intensidade da maçã verde e de frutas cítricas. Foi em 1886 que surgiu um dos principais ícones da marca: a gravata que elegantemente adorna cada garrafa de champanhe MOËT & CHANDON. Por mais de 125 anos, essa gravata tem atuado como símbolo da qualidade excepcional e savoir-faire da marca francesa. Nesta época os champanhes da marca já eram populares entre os ricos e abastados. E um fato prova isso: em 1891 quando foi inaugurado o famoso restaurante Maxim’s em Paris, o champanhe MOËT & CHANDON se tornou o mais popular e consumido do sofisticado estabelecimento.


Nas décadas seguintes a marca manteve seu crescimento e sofisticação conquistando cada vez mais exigentes paladares em várias partes do mundo. Em 1962 se tornou a primeira empresa do segmento a ter suas ações comercializadas na Bolsa de Valores de Paris. Somente em 1968 a marca começou sua expansão para o mercado americano. Três anos depois a empresa se fundiu com a Hennessy, tradicional produtora de conhaque, e em 1987 com a Louis Vuitton, formando assim o maior conglomerado de marcas de luxo do mundo: o grupo LVMH Moët Hennessy • Louis Vuitton.


Há quem ache a customização de produtos de luxo um sacrilégio, mas a tradicional marca francesa fechou, no final de 2006, uma parceria com a Swarovski, especializada em cristais, para personalizar garrafas de champanhe. Inédito no Brasil, esse projeto chegou em 2009, através de uma loja no shopping Iguatemi, em São Paulo, batizada de Ateliê Moët. Lá os fãs do champanhe podiam encomendar uma garrafa com uma palavra escrita com cristais na cor dourada. Hoje a ação pode ser realizada pela internet. Também, mais recentemente, o estouro do champanhe passou a ter mais classe do que se possa imaginar. É que a marca criou um coffret bem requintado. Batizado de Moët Celebration Case, ele contava com uma garrafa de Brut Impérial de 1.5 litros, um Chiller que permitia gelar a garrafa em apenas 15 minutos sem necessidade de gelo nem água, oito taças de cristal e oito bolas douradas que representavam as borbulhas da bebida. Dentro de cada uma, havia um pingente sob a forma do mapa-múndi cravejado com um cristal Swarovski em diferentes cores. Os pingentes serviam para serem encaixados na base da taça.


Outra inovação lançada pela marca foi a primeira máquina automática do mundo a vender garrafas de champanhe. A novidade fazia parte da campanha para as festas de final de ano em 2013. Outro atrativo da edição de luxo era que toda garrafa vinha revestida com detalhes em cristais Swarovski. As máquinas foram instaladas nas badaladas lojas de departamento Selfridges, em Oxford. A cidade inglesa foi escolhida para ser a primeira a ter o equipamento porque é a que mais compra MOËT & CHANDON no mundo em tempos festivos. A ideia era deixar a bebida mais fácil ao alcance das pessoas.


A partir de 2009, as campanhas publicitárias da marca protagonizadas pela bela atriz Scarlett Johansson, a nomeação de Roger Federer como embaixador global e a constante presença de seus champanhes em eventos badalados como festivais e premiações de cinema internacionais, pódios de importantes competições esportivas (em ritual eternizado pelo corredor Tazio Nuvolari ao vencer a Vanderbilt Cup em 1936) e celebrações elegantes ao redor do mundo, são apenas alguns dos fatores que mantém a MOËT & CHANDON no topo de seu segmento. Ao longo de 270 anos, as próprias palavras “Moët & Chandon” tornaram-se sinônimo da mais venerável das tradições, o mais moderno dos prazeres, e a gama mais generosa de champanhes para todas as ocasiões que requerem uma celebração. Afinal, conhecida por suas conquistas, inovações e por seu lendário espírito pioneiro, MOËT & CHANDON foi quem apresentou o champanhe ao mundo.


A linha do tempo 
1842 
Lançamento do primeiro champanhe GRAND VINTAGE da marca, produzido somente em anos de safras excepcionais, respeitando o estilo da Maison e expressando as particularidades da colheita. O mais recente lançamento desta gama exclusiva é o MOËT & CHANDON GRAND VINTAGE 2006, o 71º desde a criação desta edição de champanhes. 
1843 
Lançamento do champanhe DRY IMPÉRIAL para comemorar a entrada do primeiro século de vida da empresa. 
1856 
As designações “Dry” e “Sec” começaram a aparecer nos rótulos dos champanhes da marca francesa. 
1986 
Lançamento da campanha “Moët, the champagne of winners” para comemorar 20 anos de presença na Fórmula 1 (o champanhe estava na categoria desde 1966). 
1995 
● Lançamento no mercado de três novos champanhes: BRUT 1er CRU, BRUT ROSÉ RÉSERVE IMPÉRIAL e a NECTAR IMPÉRIAL (variação generosa e macia do estilo MOËT & CHANDON, é um champanhe demi-sec, elegante, harmonioso e o mais suntuoso da gama Impérial). 
1998 
Lançamento do MOËT ROSÉ IMPÉRIAL, o champanhe mais extrovertido e sedutor da marca, que possui cor rosa vivo, com tons vermelhos dominantes e reflexos roxos. Introduzido primeiro na Europa, onde também é vendido na versão baby (200 ml) para beber de canudinho. 
1999 
Para comemorar a virada do século a marca criou a ESPRIT du SIÈCLE, um champanhe feito com a combinação de 11 millésimés escolhidos entre as reservas de 1900 a 1995. Desse champanhe especialíssimo, foram produzidas apenas 323 garrafas magnum (de 1.5 litros) para o mundo todo. O preço era proporcional à exclusividade: US$ 20 mil cada uma. 
2006 
Lançamento da Be Fabulous, uma edição limitada do champanhe MOËT & CHANDON BRUT IMPÉRIAL com a garrafa cravejada e decorada com o Golden Swarovski Crystallised Elements (ouro cristalizado Swarovski). 
2008 
Lançamento da edição especial dedicada às mulheres chamada Coffrets, uma poderosa caixa de madeira laqueada, acolchoada e forrada com pele de carneiro cor-de-rosa, em que repousa a garrafa Jeroboam (3 litros) da deliciosa MOËT CHANDON ROSÉ, trancada por uma chave dourada com pingente também cor-de-rosa, tudo com ares de boudoir do século XVIII. Apenas 75 unidades foram produzidas, que podiam ser adquiridas pelo preço de R$ 6 mil. 
Lançamento do MOËT & CHANDON MIDNIGHT GOLD, um case de edição limitada e com design de Camille Toupet, feito com pele de cordeiro, coberto com ouro e cristais Swarovski costurados artesanalmente. Tudo inspirado nas borbulhas de champanhe. 
2009 
Lançamento da edição especial e limitada com CHILL BOX, que além de ser um elegante estojo cilíndrico dourado, serve como cooler, onde através de uma inovadora tecnologia, sem utilizar gelo ou água, resfria o champanhe a 10°C em 15 minutos, conservando-o assim por quase duas horas. 
2012 
Lançamento da MOËT & CHANDON ICE IMPÉRIAL, primeiro champanhe desenvolvido para ser servido e consumido com gelo. Assinado pelo Maître de Cave Benoît Gouez e elaborado com as castas Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay, esta versão traz notas florais, doces especiarias como o anis, frutas vermelhas, além de um toque de menta que realça a refrescante experiência icy-goût (gelo a gosto). Além disso, sua rica estrutura faz com que ele preserve suas características de aroma e paladar, mesmo após a diluição com gelo. O champanhe é para ser consumido com três pedras de gelo em uma taça de boca larga. 
2014 
Lançamento, para celebrar os 20 anos do legado de Ayrton Senna, da edição limitada das icônicas garrafas Jeroboam (3 litros) do champanhe MOËT & CHANDON IMPÉRIAL, que marcaram as 41 vitórias do eterno tricampeão mundial de F1. Cada uma das 41 garrafas reproduz o rótulo da época, e traz as famosas faixas que adornavam as garrafas do champanhe presentes nas vitórias do campeão. Cada peça é acondicionada em uma caixa de madeira, decorada com uma placa de prata com a relação das 41 vitórias de Ayrton Senna, e possui um certificado de autenticidade. 
Lançamento da coleção MOËT ROSÉ IMPÉRIAL TIE-FOR-TWO, inspirada pela lendária gravata que adorna cada garrafa de champanhe da marca. Reinventando a icônica gravata, o MOËT ROSÉ BLACK TIE COFFRET possui um surpreendente suporte em forma de laço que envolve delicadamente duas taças, apresentando um ritual inovador para experimentar MOËT ROSÉ IMPÉRIAL a dois. Acompanha ainda uma garrafa de 750 ml do champanhe e um diário personalizado especialmente criado para esta coleção.


A histórica sede 
As caves da MOËT & CHANDON estão localizadas na estreita rua principal da pitoresca cidade de Épernay, localizada à uma hora de trem de Paris. A empresa, que possui e utiliza as mais avançadas tecnologias na produção de champanhes, prefere se apresentar aos seus visitantes não com esse lado moderno que qualquer empresa com dinheiro pode comprar, mas sim com toda a sua tradição e história de séculos nesse mercado cada vez mais concorrido. A bela construção, que data do início do século XIX, foi restaurada na medida para manter a história e elegância dos salões e oferecer conforto aos visitantes. Há visitas guiadas a cada vinte minutos em vários idiomas, onde é possível conhecer um pouco da história da empresa, seu relacionamento com a nobreza e com Napoleão Bonaparte, suas fusões e aquisições até tornar-se uma marca global nos dias de hoje.


Na recepção pode-se encontrar as garrafas dos grandes prêmios de fórmula 1 autografadas pelo piloto Ayrton Senna. Um vídeo mostra os lindos vinhedos de onde vem a matéria prima do seu produto e as características do solo e clima da belíssima região de Champagne, que fazem esse produto único. Depois o visitante é convidado a descer uma longa escada para ingressar nas cavernas que abrangem uma extensão de 28 quilômetros. Lá embaixo, na penumbra das galerias subterrâneas, a uma temperatura de mais ou menos 11 °C, o chão é de terra e as paredes úmidas e de pedras. Neste ambiente é apresentada cada etapa da produção da bebida, desde o assemblage do champanhe, que é feito por uma equipe de apenas treze pessoas lideradas por um Chef de Cave, que prova a cada ano mais de 100 vinhos para produzir o champanhe mais famoso do mundo, até o processo de girar as garrafas, colocadas em estantes de madeira com o gargalo levemente inclinado para baixo (de modo a obter o melhor aproveitamento da levedura no processo de fermentação), que é feito por um único homem que trabalha na empresa há mais de trinta e cinco anos e gira em média cinquenta mil garrafas por dia. O visitante aprende também que o Chef de Cave (Benoît Gouez, no cargo desde 2005) e sua equipe nunca viajam juntos no mesmo avião. A visita é encerrada com uma degustação que acontece numa sala aconchegante na qual os funcionários explicam sobre a safra que está sendo servida e o modo correto de bebê-la.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por inúmeras alterações ao longo dos anos. O atual logotipo possui uma tipografia ligeiramente diferente da anterior. Além disso, a coroa ganhou uma nova interpretação. A palavra “champagne” e uma estrela dourada foram acrescentadas logo abaixo do nome da marca.


Os slogans 
Be Fabulous. (2006) 
Lê Moment. Lê Champagne. (1994) 
The Living Legend. (MOËT & CHANDON IMPÉRIAL) 
The Glamourous Champagne. (MOËT & CHANDON ROSÉ) 
The Daring Champagne. (MOËT & CHANDON NÉCTAR IMPÉRIAL)


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Fundação: 1743 
● Fundador: Claude Moët 
● Sede mundial: Épernay, França 
● Proprietário da marca: LVMH Moët Hennessy • Louis Vuitton S.A. 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Bernard Arnault (LVMH) 
● CEO: Stéphane Baschiera 
● Faturamento: US$ 2 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Valor da marca: US$ 3.943 bilhões (2013) 
● Presença global: 160 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.700 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Champanhes 
● Concorrentes diretos: Veuve Clicquot, Piper-Heidsieck, Louis Roederer, Perrier-Jouet, Bollinger, Taittinger, Pommery e Mumm 
● Ícones: As borbulhas de seu champanhe e a garrafa baby 
● Slogan: Be Fabulous. 
● Website: www.moet.com 

O valor 
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca MOËT & CHANDON está avaliada em US$ 3.943 bilhões, ocupando a posição de número 99 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. 

A marca no mundo 
Atualmente a MOËT & CHANDON, que é proprietária de 6 km² de vinhedos, destina 80% de sua produção, superior a 2.7 milhões de caixas, para a exportação, sendo o champanhe mais vendido do mundo. A marca tem como maiores mercados a França, Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha, além de se desenvolver substancialmente no Japão, principalmente com o champanhe MOËT ROSÉ. Anualmente são produzidas mais de 26 milhões de garrafas do tradicional champanhe. Segundo a empresa, a cada segundo é estourada uma garrafa de MOËT & CHANDON no mundo inteiro. 

Você sabia? 
Os vinhos são envelhecidos nas caves durante muitos anos antes de serem comercializados: dois anos em média para MOËT IMPERIAL, o que significa, no mínimo, três anos da colheita até o consumidor, e no mínimo sete anos para os Grand Vintage. 
Em meados da década de 1950 a MOËT & CHANDON aventou a possibilidade de instalar, pela primeira vez em sua história, adegas e vinhedos fora da França. Primeiro se instalou em Mendoza na Argentina (1959), depois em Garibaldi no Brasil (1973) e Napa Valley nos Estados Unidos (1973) e posteriormente em Yarra Valley na Austrália (1986). Em todas essas localidades seus espumantes e vinhos são produzidos com a marca CHANDON. 
A MOËT & CHANDON é a fornecedora oficial de champanhe à rainha Elizabeth II. Além disso, é fornecedora das cortes reais europeias na Bélgica, Holanda, Dinamarca e Suécia e também da Corte Pontifical. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Época Negócios e Isto é Dinheiro), jornais (Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 10/7/2014

Um comentário:

Anônimo disse...

boa tarde;
gostaria de felicitar pelo site, sou braman profissional e estou usando bastante seu site para mostrar a equipe os " valores" culturalmente falando, das bebidas.
oak_igor@hotmail.com