29.5.06

KIBON

Ela estreou seus produtos quando a geladeira ainda era coisa rara. Alimento nutritivo, sobremesa da família, diversão das crianças, pecado preferido dos adultos: da praia ao freezer de casa, a KIBON desempenha muitos papéis, em uma longa e apaixonada relação com os brasileiros. Para a marca, no Brasil é verão o ano todo e sorvete pode ser consumido em qualquer estação. Afinal, KIBON é gostoso e faz bem, há mais de 60 anos.
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A história
A história da KIBON começou nos anos 30 na cidade de chinesa de Xangai tendo sua origem em uma empresa criada por um empreendedor americano, Ulysses Harkson. Saboroso desde o início, o negócio acabou por se tornar lucrativo já nos anos 40, mas com a ameaça da Segunda Guerra Mundial, e conseqüentemente a tensão entre Japão e China, foi inevitável a transferência da filial para fora da área de conflito. Que sorte a do Brasil, que acolheu a nova empresa na cidade do Rio de Janeiro em 1941, fundada por John Kent Lutey, que trabalhava para a fábrica de sorvetes na China, com o nome de U.S. Harkson do Brasil. Antigas instalações alugadas da falida fábrica de sorvetes Gato Preto, aos pés do Morro da Mangueira, foram reformadas para abrigar as atividades da empresa, que colocou os primeiros 50 carrinhos de sorvete, já nas cores amarela e azul, nas ruas e praias da “Cidada Maravilhosa” no ano de 1942. Mesmo nesta época de guerra as dificuldades foram superadas e a empresa adotou uma denominação “fantasia” para identificar seus produtos - SORVEX KIBON. A palavra “sorvex” foi adicionada ao nome como forma de impressionar o consumidor, dando um ar futurista à sobremesa. Ainda neste ano, no verão, iniciou-se a produção de dois sorvetes que seriam os campeões de venda da marca, atravessando décadas até os dias de hoje: Eskibon (um protótipo que contrariava todos os modelos até então conhecidos de sorvete: não era picolé, pois não tinha palito; e também não era servido em taças ou casquinhas. A camada de chocolate que o envolvia obrigava o respeitável público a mordê-lo para chegar ao “recheio”, o sorvete propriamente dito) e o picolé Chicabon, na época, ambos escritos com hífen.
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Durante esta década, a família cresceu. Surgiram os primeiros tijolos de sorvete, em sabores clássicos como morango e chocolate, e outros genuinamente brasileiros como coco e castanha de caju. As campanhas publicitárias incluíam extravagâncias como aviões sobrevoando as praias cariocas e lançando picolés de pára-quedas. Em 1949, a empresa começou a fabricar sorvetes em São Paulo, para atender ao consumo cada vez maior na Região Sudeste. Antes que a década acabasse, a marca e os produtos KIBON já eram um sucesso. A partir de 1951, o nome KIBON passou a integrar a assinatura da empresa e os picolés ganharam os famosos palitos de madeira. Dois anos depois, a marca foi para a televisão e patrocinou um dos episódios do “Sítio do Pica-pau Amarelo”, de Monteiro Lobato. Com esta participação também fez história, afinal com seu nome citado no roteiro, inaugurou uma das primeiras experiências de merchandising da televisão brasileira. Em 1955, estreou programa próprio, a Grande Ginkana Kibon, que revelava talentos mirins da dança e da música. Em pouco tempo, a atração se converteria em líder de audiência na TV Record, permanecendo nove anos no ar. Até o fim da década de 50, mais novidades apareceram: sorvete em copinho, em lata, sundae, picolés de frutas tropicais e bolo gelado.
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A empresa ficou nas mãos de Lutey até 1960, quando foi vendida à General Foods, na época um grupo americano que importava café brasileiro. Nesse período, os programas para crianças patrocinados pela marca na televisão eram campeões de audiência. A KIBON já estava no Brasil de norte a sul. Apesar do sorvete famoso, a marca ainda produzia ovos desidratados e congelados para a indústria de alimentos, além de balas (como as coloridas Delicados, amendoim coberto com chocolate e jujubas), chicletes (o PING PONG foi lançado pela empresa em 1945), chocolates (como o Ki-Bamba, Ki-Leite, Ki-Coco, Ki-Passas, Ki-Coisa e Lingote), cereais e sucos em pó. Tudo para depender menos da sazonalidade dos sorvetes, consumidos mais no verão. Mudar os hábitos de consumo dos brasileiros seria uma longa e constante batalha, que a KIBON começaria a vencer na década seguinte.
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Por várias ocasiões a KIBON realizou promoções, como em 1962, época da Copa do Mundo, com a troca de palitos premiados por miniaturas de jogadores da seleção brasileira. Mesmo em seus primeiros tempos no Rio de Janeiro, a marca já havia produzido uma série especial de picolés - Ki Chute - para venda em estádios de futebol. A partir de 1965, os sorvetes passam a ser embalados em papel parafinado. Com a conclusão da nova fábrica no ano de 1966 era chegada à hora de repensar o visual. Remodelação de embalagens e logotipos e a implantação do conceito do sorvete como alimento nutritivo. A mecanização chegou às fábricas em 1967 com a adoção de máquinas que embalavam os produtos sem contato manual. A propaganda avisava: “Ninguém põe a mão em seu picolé. Embalagem selada”.
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Em 1972, mais uma inovação: os tradicionais palitos de madeira começam a ser substituídos pelos plastitos, de plástico flexível, coloridos e encaixáveis. Nesta época, o consumo de sorvete no Brasil estava entre os menores do mundo. Por isso, em 1975, investir na linha doméstica tornou-se palavra de ordem. O aumento de poder aquisitivo da classe média em plena euforia do “milagre econômico” ajudaria a marca a conquistar seus objetivos. Em 1976, os índices mostraram pela primeira vez vendas uniformes durante o ano, um sinal de mudança no comportamento do consumidor, que não condicionava o consumo de sorvete ao verão. A estratégia da marca era a segmentação, com muitos lançamentos, e o avanço nas vendas em supermercados, campo ainda pouco explorado. O perfil da linha familiar começou a se delinear, com composições à base de leite e na venda em supermercados das embalagens de dois litros. No ano seguinte, uma falha no fornecimento de folhas-de-flandres – matéria-prima das latas – fez a KIBON adotar o plástico, material que se tornara mais acessível. A mudança impulsionou as vendas naquele ano, com o sucesso da nova embalagem entre as donas de casa.
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O trabalho da KIBON em procurar modificar os hábitos de consumo dos brasileiros estava surtindo resultados positivos já no final dos anos 70. Na década seguinte, a linha de sobremesas apresentou novas receitas de doces brasileiros para os picolés. Enquanto isso também foi desenvolvida uma sofisticada versão de sobremesas com inspiração francesa, como o tijolo Chandelle. Depois a KIBON acertou em cheio ao lançar o picolé de Tutti-Frutti e o de Brigadeiro em 1982. Ainda este ano, a KIBON associou-se à Q-Refresco e transferiu toda a sua linha de produtos secos para a empresa, como chicletes, pós para sucos e chocolates. A ação encerrou a estratégia de diversificação adotada na década anterior. A nova orientação da marca era centrar esforços na produção de sorvetes e ampliar a participação no setor de sobremesas. Foi neste período, em 1984, que surgiu, como por exemplo, o picolé Pimpão com formato de palhaço em três sabores.
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Em 1985 a KIBON foi vendida para a Phillip Morris, empresa americana mais conhecida por seus negócios na indústria do tabaco, que pagou US$ 6 bilhões por todas as operações da General Foods no mundo. No pacote, a KIBON foi junto. Dois anos depois, a marca ganhou o slogan “É gostoso e faz bem”, que a associava ao prazer e à saúde, fortalecendo a imagem do sorvete como alimento. No final desta década, a marca estava presente com sua marca em aproximadamente 40 mil pontos-de-venda em todo o Brasil. A década de 90 chegou com investimentos em tecnologia e em produtos mais sofisticados, voltados para o consumidor adulto. A primeira iniciativa, ainda em 1990, foi o lançamento dos potes Mövenpick, marca suíça de sorvetes finos, em sabores como nozes e framboesa.
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O sorvete tornava-se também questão de estilo de vida – um conceito tão valorizado pelo consumidor moderno quanto sabor e qualidade. Já em 1997, um negócio bilionário levou a Gessy Lever (atual Unilever) para as manchetes dos meios de comunicação com o anúncio da compra da KIBON por US$ 930 milhões. Ao adquirir a KIBON, a Unilever comprou uma marca consolidada. De cada dez picolés ou potes de sorvete vendidos em padarias e supermercados, seis eram da marca na época. Em nenhum outro país do mundo um fabricante de sorvete encontrava tamanha fidelidade no mercado. Sorvetes não eram uma novidade para a nova proprietária da KIBON. Em 1929, o fundador, William Hesketh Lever, comprara na Inglaterra sua primeira fábrica de gelados. Outras viriam – inclusive no Brasil, com a aquisição da Gelato, em 1973.
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Nesta época, com 60% de participação de mercado de sorvetes no país, a empresa resolveu relançar antigas marcas da Gelato, como fez em 1998 com um grande e festejado relançamento do Cornetto (que havia sido introduzido originalmente em 1971). Lembra do jingle? Cornetto mio é da Gelato!; e no ano de 1999, com o objetivo de fortalecer o segmento de perfil mais sofisticado, a marca Magnum. Na última década a KIBON continuou introduzindo no mercado grandes inovações do segmento, como o lançamento da franquia Kibon Soft Ice, voltada para o segmento de casquinhas e sundaes. Além disso, a marca inaugurou em 2007 a Estação Kibon, na fábrica de Valinhos (SP), que mostra a história e o cotidiano da fábrica de sorvete. Lá está o Trenzinho Kibon, adquirido pela empresa na década de 70.
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No verão de 2008, a tradicional premiação Palito Premiado ganhou uma versão inédita e inusitada. Em vez de trocar os palitos por brindes, o consumidor podia encontrar no freezer, em vez de um picolé Fruttare, um iPod Shuffle, congelado. A parceria com a Apple, fabricante do iPod, colocou 10 mil aparelhos em embalagens de Fruttare, com o mesmo tamanho, peso e temperatura de um picolé. Até a sede da Apple foi envolvida na promoção, desenvolvendo uma tecnologia que mantinha intactas as características do produto dentro das geladeiras. Por tudo isso, quando assunto é sorvete, a marca do coração dos brasileiros é KIBON, que tem sempre opções para atender a todos os gostos e ocasiões. Afinal, hoje em dia 92% dos brasileiros conhecem a marca KIBON e 75% dos consumidores, quando pensam em sorvete, lembram primeiro de KIBON.
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A linha do tempo
1950
Lançamento do picolé de maracujá.
1964
Lançamento do KIBONBON, sorvete de coco em caixinha.
1974
Os tijolos ganham status de sobremesa fina com o lançamento de Charlotte, Kapuccino e Spumoni.
1975
Lançamento do Napolitano em copo, que mescla os sabores de morango, chocolate e nata.
1978
Lançamento da linha Doces Brasileiros, composta por os sorvetes como Kindim e Kimanjar Branco, que reforçavam o conceito do produto como sobremesa.
1979
A marca investe no público jovem, freqüentador de lanchonetes, com os picolés Banana Ki-Split, Milk-Shake e Sundae.
1980
Lançamento de uma linha de sobremesas francesas para ser consumida em casa.
1982
Lançamento da linha de embalagens decoradas. Eram seis latas pintadas com motivos art nouveau. O grande sucesso leva a uma nova coleção, com 12 latas assinadas pelo artista plástico Aldemir Martins.
Lançamento do Tablito, chocolate ao leite envolvido por sorvete de creme e coberto com uma casquinha crocante de chocolate branco.
Lançamento do sorvete de doce de leite.
1984
Lançamento dos novos acompanhamentos para sorvete. A linha, que já atendia à lanchonetes e sorveterias, ganha embalagens menores para consumo doméstico. Ela incluía coberturas, complementos (marshmellow e castanha de caju) e xaropes para Milk-shakes.
1987
O clássico Eskibon sai de linha quando os equipamentos que o produzem, obsoletos, são aposentados. O sorvete voltaria no ano seguinte, graças a máquinas mais modernas, com o slogan “Algumas coisas são realmente insubstituíveis. Eskibon só tem um”.
1989
Lançamento da nova linha Frutilly, picolés de frutas recheados com creme, dirigidos ao público infantil.
1990
Lançamento da linha Diet Form, para consumidores preocupados com a manutenção do peso.
1991
Os picolés de fruta passam a integrar a família Fruttare, e a assinatura “Suco de Fruta no palito” é aposentada. Uma nova campanha destacava os sabores da linha, com atenção especial para o Limão, que tinha o melhor desempenho na categoria.
2000
O verão chegou com lançamentos infantis, como os picolés Eureka, Cérebro, Big Stick, Risque e Rabisque e a linha Zooado.
O sorvete Cornetto estréia novos sabores e versões em copinho.
2001
Lançamento da versão reduzida do clássico Eskibon e dos sorvetes em pote Dellice, cuja campanha é estrelada por João Gordo, músico e apresentador da MTV, identificado com o público jovem.
2002
A KIBON inova o segmento de sorvetes em máquina com o lançamento do Cornetto Kibon Express. O equipamento, desenvolvido especialmente pela empresa, permitia ao consumidor montar seu Cornetto na hora, em shopping centers e redes de lanchonetes.
2003
A KIBON introduz no Brasil a linha de sorvetes Carte d'Or, com sobremesas mais sofisticadas.
No fim do ano, em parceria, KIBON e Bauducco lançam KIBON Chocottone, panetone com gotas de chocolate, recheado com sorvete Chicabon.
2004
Lançamento do Cornetto Aphrodiziac, uma edição limitada com três sabores, cada um representando uma etapa da paquera.
Lançamento do KIBON Ades, sorvete com os mesmos sabores e valores nutricionais da bebida à base de soja da Unilever.
Inspirada em desenhos animados de grande audiência entre as crianças, a linha infantil traz novidades como os picolés KIBON Bob Esponja Patrick e KIBON Yu-Gi-Oh!, este último com plastito – palito de plástico flexível – na inovadora cor preta.
2005
A KIBON se une à Adams e lança o picolé KIBON Bubbaloo, o primeiro sorvete com o sabor original do chiclete.
Lançamento do Chicabonzinho, versão menor do tradicional Chicabon, direcionada para o público infantil.
2006
Lançamento do KIBON Cornetto em barra: estréia da linha em formato diferente do cone.
Lançamento de KIBON Sorvete de Chocolate em versão light para sorveterias, pioneiro na categoria. Sem açúcar, ele continha 63% menos calorias e 73% menos gordura que a versão tradicional.
A KIBON elimina a gordura trans – gordura vegetal hidrogenada que aumenta o risco de infarto, derrame e diabetes – de todos os seus produtos.
2007
Lançamento do KIBON Napolitano em picolé, em edição limitada de inverno. O sabor, um dos mais vendidos entre os potes de 2 litros, chegava para frear a tendência de queda no consumo de sorvetes no inverno.
Lançamento do KIBON Leite Condensado, em edição limitada.
Lançamento do KIBON Refresh, picolés nos sabores Lima-Limão, Groselha e Laranja, nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, com preço mais acessível.
Lançamento da edição limitada KIBON FIESTA, oferecendo potes de 2 litros em duas variantes, com três sabores cada: Brigadeiro, Beijinho & Brigadeiro de Morango e KIBON 3 Chocolates (meio amargo, branco e ao leite).
Primeira empresa do mercado a lançar sorvetes com 70% leite na formulação. Para se ter uma idéia, duas bolas de sorvete (60 gramas cada) possuem a mesma quantidade de cálcio que um copo de leite – ou seja, 20% da necessidade diária que deve ser ingerida em uma dieta equilibrada. Napolitano, Creme e Flocos – foram os três primeiros carros-chefe da linha a contar com essa formulação. No ano seguinte foi a vez dos sabores Morango, Carioca, Coco e Abacaxi, Passas ao Rum e Chocolate.
Lançamento, em dezembro, do picolé GUARANÁ ANTARCTICA, em associação com a Ambev. O produto surpreendeu vendendo 4.5 milhões de unidades em apenas um mês.
2008
Lançamento, em parceria com a Kraft Foods, da versão em sorvete 2L dos bombons Sonho de Valsa e Ouro Branco.
Relançamento dos sabores Flocos, Creme e Napolitano, sem gordura e com mais vitamina C e cálcio.
A linha Fruttare ganha novas versões regionais: edições limitadas de Coco com Abacaxi, na Região Sul; Graviola, nas regiões Norte e Nordeste; Manga e Coco, e linha Raízes do Brasil, nos sabores Açaí e Acerola.
Lançamento de Kibon Delícias da Terra, em edição limitada, com os sabores Coco Queimado e Milho Verde. Inspirados em doces típicos brasileiros, com preços mais acessíveis.
As linhas infantis ganham reforço com o relançamento do Kibon Hello Kitty, em formato picolé (com nova embalagem e 49 novas tatoos), e com a criação do Kibon Power Rangers Mystic Force, com adesivos colecionáveis, feito em parceria com a Disney.
Lançamento do Eskibon Morango, combinação de chocolate com morango.
2009
Lançamento da linha Sabores do Coração, que incluía o relançamento do sabor Milho Verde – sucesso no verão – e o lançamento do sabor Amendoim, além de mais uma autoridade em prazer, Magnum Branco, a quinta versão da linha no país.
Lançamento de Fruttare Caseiro, nos sabores banana e morango, em embalagem de 80 ml (20 ml a mais do que os outros picolés), mas com apenas 100 calorias. Feitos com leite e fruta 100% natural, os novos picolés têm pedaços grandes de banana e de morango e gostosos como se fossem feitos em casa, inclusive no formato em copo.
Lançamento da nova linha Receitas Caseiras, que vai direto do freezer à mesa, incorporando todos os sabores da linha Carte d’Or (Creme Trufado, Pavê de Chocolate, Creme de papaya com cassis e Creme Corante), que lança o Pudim de Leite Condensado, considerado uma das sobremesas mais apreciadas do Brasil.
2010
Em parceria com a Lacta, marca de chocolates da Kraft Foods, a KIBON lança o pioneiro Ovo de Páscoa Chicabon, um ovo de chocolate recheado com sorvete.
Lançamento da linha Momentos da Kibon, especialmente criada para celebrar as ocasiões românticas; em potes de 460 ml, quantidade ideal para duas pessoas.
Relançamento do picolé Mascote, sorvete infantil de leite com recheio líquido de chocolate.
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A grande estrela
A grande estrela dentre os inúmeros sorvetes da KIBON é o picolé CHICABON, lançado no mercado em 1942, com uma receita exclusiva de chocolate, malte e leite. O nome que se tornou sinônimo de picolé de chocolate é uma homenagem a uma mulata bonita que se chamava Francisca. Pela semelhança da cor do chocolate e da pele de Chica (apelido da deslumbrante mulata), o picolé acabou sendo batizado assim.
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Em 2007, para comemorar os 65 anos do picolé CHICABON, a KIBON investiu R$ 1.5 milhões em ações de aniversário que incluíram embalagens comemorativas (em estilo vintage que explorava os elementos das principais embalagens das seis décadas de história do produto), novo formato de sorvete e uma promoção cheia de desafios e prêmios. Outra novidade para a data foi o lançamento do MINI CHICABON que consistia em uma caixa recheada de mini-bombons do tradicional sorvete cobertos por chocolate ao leite. Com o lançamento do MINI CHICABON a linha passou a contar com picolé, pote 2 litros, embalagem multipack (com 5 picolés para consumo em casa) e milk shake (introduzido no ano de 2007, em parceria com a rede de lanchonete Bob’s). Na imagem abaixo é possível acompanhar a evolução do logotipo e das embalagens do produto ao longo dos anos.
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A evolução visual
Em 2000, a KIBON apresentou oficialmente um novo logotipo (criado um ano antes): um coração de contorno vermelho, que passou a identificar a marca nos pontos-de-venda, estabelecendo uma relação afetiva com os consumidores por meio deste símbolo universal. Foi uma grande ousadia mudar a tradição do famoso logotipo “K” no Brasil para o coração. A mudança foi gradual. Pouco tempo depois o logotipo sofreu pequenas mudanças passando a ser impresso em cima de um fundo vermelho. O coração da KIBON aqui é o mesmo coração de outras marcas da Unilever no mundo. É uma Powerbrand: você vê o símbolo e, em qualquer lugar do mundo, associa ao produto, no caso sorvete.
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Os slogans
Celebre Mais a Vida com Kibon. (2010)
Isso sim é diversão. (2008)
De coração é mais gostoso. (2001)

É gostoso e faz bem.
(1987)
Kibon uma das boas coisas da vida.
Kibon sempre o melhor sorvete.
(anos 70)
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Dados corporativos
● Origem:
Brasil
● Fundação:
1941
● Fundador: John Kent Lutey
● Sede:
São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca: Unilever NV
● Capital aberto: Não
● Chairman: Michael Treschow
● Presidente: Kees Kruythoff (Unilever Brasil)
● Faturamento: RS$ 1.2 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Fábricas: 2
● Presença global: Não (presente somente no Brasil)
● Maiores mercados:
Rio de Janeiro, São Paulo e Nordeste
● Funcionários:
1.700
● Segmento: Alimentos
● Principais produtos:
Sorvetes e picolés
● Ícones:
O sorvete Chicabon
● Slogan:
Celebre Mais a Vida com Kibon.
● Website:
www.kibon.com.br
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A marca no Brasil
Atualmente a KIBON possui unidades fabris no interior de São Paulo (Valinhos) e Recife, vendendo seus produtos em todos os estados brasileiros. A empresa possui 60% de participação de mercado no segmento impulso (picolés) e 51% em Take Home (potes). No geral, a preferência dos consumidores pelos produtos KIBON reflete a liderança significativa da marca, que tem aproximadamente 55% de participação no mercado de sorvetes (AC Nielsen).
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Você sabia?
Apesar da KIBON estar presente somente no Brasil, a Unilever, proprietária da marca, comercializa os produtos da Marca do Coração em mais de 40 países. A Marca do Coração opera sob nomes diferentes em mercados diversos (Wall’s no Reino Unido e na maior parte da Ásia; Algida na Itália; Langnese na Alemanha; Kibon no Brasil; e Ola na Holanda).
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Isto é, Exame, Época, Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding e Wikipedia (informações devidamente checadas).
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Última atualização em 26/12/2010

17 comentários:

Anônimo disse...

desejo agendar uma visita para um grupo de pessoas

Anônimo disse...

Eu gostaria de saber qual foi o método usado para medir o valor da marca Kibon, nasua venda para Unilever.

Anônimo disse...

A logomarca da Kibon existe quase no mundo inteiro. Como funciona a coligacao entre as empresas? na alemanha se chama Langnese, na Holanda Ola, no mexico Holanda na austrália Streets...

Anônimo disse...

Gente:

Vocês sabiam que esse logotipo da Kibon é uma marca relacionada com pedofilia?

Vejam a matéria completa abaixo e também um link para um informativo do FBI.


Dificilmente alguém no Brasil nunca viu ou nunca provou um sorvete da Kibon. Inicialmente conhecida por Sorvex Kibon, a empresa instalou-se no Rio de Janeiro, e em 1942 já havia colocado nas ruas seus primeiros carrinhos, e os mega-sucessos Eskibon e Chicabon.

Em 1997, a empresa é comprada pela Gessy Lever/Unilever, e em 2000 apresenta um novo logotipo, um coração de contorno vermelho, que segundo a empresa “passa a identificar a marca nos pontos-de-venda, estabelecendo uma relação afetiva com os consumidores por meio deste símbolo universal”.

Infelizmente, por uma ironia (ou não, quem sabe?) o símbolo utilizado pela Kibon é o mesmo símbolo, apenas invertido horizontalmente, que pedófilos utilizam para identificar-se, mais especificamente aqueles que gostam de crianças do sexo feminino.

O FBI lançou uma cartilha mostrando os símbolos utilizados pelos malditos, tanto aqueles que têm preferência por meninos (Boy lover), meninas (Girl lover) ou sem preferência (Child lover). Tem até o símbolo utilizado por aqueles que gostam de meninos muito, muito jovens (Little boy lover).

Esses símbolos são encontrados em websites, jóias como anéis e pingentes. Até uma moeda foi encontrada com um dos símbolos, e no verso pode-se ler “Crianças gostam de pedófilos”.

Fiquem atentos, e em caso de qualquer sinal de pedofilia ou violência contra crianças entre em contato com as autoridades mais próximas.

Baixe o documento do FBI clicando copiando o endereço abaixo.
http://daeveman.files.wordpress.com/2007/12/fbi-qc-3.jpg

juçara rubya disse...

gostaria de vender kibon na minha pastelaria qual o procedimento? o que devo fazer (sou de casa nova bahia )o meu e-mail é jucararubia28@hotmail.com

William disse...

Muito legal sua página.
Faltou a Logo Kibon antes de arredondarem os cantinhos do K, preciosismo de um fã.
William Fleming

Anônimo disse...

desejo fazer parte deste grupo "me interesso de vender este produto em meu estabalecimento" .
como faço para que um representante me visite?


interesado:paulo cezar azevedo-lanchonete-me

catuporanga(42)36541130


um abraço...

Anônimo disse...

Olá , Eu preciso do seu contato,pois estou produzindo um documentário sobre Kibon.
Aguardo sua resposta.
Obrigada.
Bruna
bcarbone@abril.com.br

Anônimo disse...

Olá, Não sei se conhecem um relatório do FBI sobre símbolos utilizados por pedófilos.

Um deles é exatamente a marca da KIBON invertida.
Segue o link do relatório para q possam analisar.

https://secure.wikileaks.org/leak/FBI-pedophile-symbols.pdf

Anônimo disse...

"(...) estabelecendo uma relação afetiva com os consumidores por meio deste símbolo universal".

Não por coincidência, no mesmo ano alguns produtos são lançados tendo como alvo o público infantil como os picolés Eureka, Cérebro, "Big Stick" (o único com nome em inglês), Risque e Rabisque e a linha Zooado.

jorge freitas disse...

tenho 70 anos.a primeira ves que provei um chicabom foi em 1943 no rio de janeiro.até hoje tomo esse sorvete com o gosto infantil daquele tempo.nesse sentido não amadureci.cotinuo,nesse sentido criança.como kibom só fas bem...jorge freitas
jorgefreitas.trc@gmail.com

Anônimo disse...

Quando a Kibon (Olá m Portugal) vai lançar o Chicabon em Portugal? Os imigrantes brasileiros pedem desesperados!!!

Caio Castro disse...

Durante a Copa do Mundo de Futebol realizada em 1950 a Kibon lançou um picolé de amendoim chamado KI-Chute que só era vendido no Estádio do Maracanã .
Caio Castro

Ricardo disse...

Meu nome é Ricardo, moro numa cidade litoranea no sul da Bahia e gostaria de saber o que é necessario para ser um represetante legal da Kibon, já tenho o ponto comercial numa avenid da cidade, há uns anos atras um amigo que é representante com sorveteria numa cidade de Minas Gerais abrimos aqui na minha cidade um quiosque da Kibon Sorvane e a vendagem foi excelente.Agradeço o envio das informaçoes no meu email rik211976@gmail.com , obrigado.

Anônimo disse...

Artigo muito interessante.

Tenho apenas uma questão: o que significa "Langnese"?

Visitei a Alemanha e lá encontrei o símbolo do coração da Kibon mas chamado de "Langnese". Em Portugal a marca chama-se "Olá" mas apesar de não conhecer a língua alemã, parece-me que a tradução de "Langnese" não é "Olá" nem "Kibon".

Grato
CMLS

Anônimo disse...

peço que coloque a embalagem do Ki crocante da familia do Eskibom para que os jovens possam conhecer

Anônimo disse...

Você pode fazer uma postagem com a empresa Jundiá de sorvetes, por favor?