4.5.06

GUINNESS


Quem já tomou GUINNESS conhece o mistério que intriga milhões de apreciadores de cerveja no mundo inteiro. GUINNESS é mais que uma cerveja. É uma lenda, venerada quase como um símbolo nacional da Irlanda. Beber uma é mais do que tomar uma simples cerveja gelada para se refrescar, é se libertar, desfrutar de um momento prazeroso. O gosto pela cerveja GUINNESS é uma das poucas coisas em que as comunidades católica e protestante da Irlanda do Norte estão de acordo. Só mesmo essa marca para ser uma unanimidade quando o assunto é uma boa cerveja.

A história
A cerveja irlandesa começou sua história exatamente no dia 31 de dezembro de 1759 no coração da cidade de Dublin - em St. Jame’s Gate - onde Arthur Guinness alugou um galpão e os terrenos que o circundavam por míseros £45 ao ano, em um contrato de arrendamento de 9 mil anos (a maior barganha imobiliária desde que o explorador holandês Peter Minuit adquiriu Manhattan por meros US$ 24), de uma família inglesa, que não acreditava no sucesso da empresa, iniciando assim a produção de suas próprias cervejas, lançadas inicialmente no mercado com o nome de GUINNESS PORTER e GUINNESS ALE. Uma década mais tarde o primeiro carregamento da cerveja era enviado à Inglaterra através de uma caravela. Apesar disso, somente em 1794 a cerveja começaria a ser consumida regularmente na cidade de Londres. Pouco depois, em 1799, Arthur resolveu encerrar a produção da cerveja tipo Ale para se concentrar na fabricação da Porter. Em 1802, o primeiro carregamento da cerveja foi exportado para as Índias Ocidentais. No ano seguinte, com a morte de Arthur aos 78 anos, seu filho, Arthur Guinness II, assumiu o comando da cervejaria.


Já em 1815 GUINNESS se tornou conhecida no continente. Segundo uma lenda a cerveja ajudou a recuperação de oficiais da cavalaria feridos durante a batalha de Waterloo. Em 1827 GUINNESS foi exportada para Serra Leoa, sendo a primeira vez que a cerveja ingressava no continente africano. Pouco depois, em 1833, a empresa se tornou a maior cervejaria da Irlanda. Quando adotou a Harpa Irlandesa como símbolo em 1862, e a registrou como marca em 1876, GUINNESS já fazia parte da vida e da cultura dos irlandeses. O tradicional símbolo foi inspirado na Harpa O’Neill (também conhecida como Harpa de Brian Boru), que data aproximadamente do século 17 ou 18, mas voltada para a esquerda para não confundir com o brasão de armas da Irlanda. No final desta década, em 1868, o tamanho da cervejaria dobrou para mais de 50 hectares e se espalhou para o norte do rio Liffey, onde foram construídos novos prédios que eram ligados por uma malha ferroviária. Quase 20 anos depois a St. Jame’s Gate foi considerada a maior cervejaria do mundo com produção anual de 1.2 milhões de barris.


Por manter sempre um rigoroso foco na qualidade de sua produção, mesmo durante todo o período de expansão, a GUINNESS tornou-se em 1908 a cerveja mais consumida do mundo. Dois anos depois, aproximadamente 50% da GUINNESS vendida nos Estados Unidos já era engarrafada localmente. Em 1936 se tornou a primeira cervejaria com filial fora da Irlanda, construída no Park Royal, em Londres. Em 1963 foi inaugurada na Nigéria a primeira cervejaria da marca fora da Grã Bretanha. No ano seguinte a cerveja começou a ser produzida na Austrália, e em 1965 na Malásia, seguida por Jamaica, Gana e Canadá. Finalmente em 1967 a cerveja GUINNESS DRAUGHT foi introduzida oficialmente no mercado americano. Nos anos seguintes a marca continuou sua expansão internacional, e, já em 1985, a cerveja era vendida em 120 países ao redor do mundo. Em 1997 a cervejaria realizou uma fusão com a Grand Metropolitan, resultando na formação da Diageo, atual proprietária da marca GUINNESS.


Em 2009, quando a marca completou 250 anos, a empresa criou uma grande jogada de marketing: o dia 24 de setembro se tornou “Arthur’s Day” e exatamente as 17h:59s (referência ao ano de fundação da cervejaria, que coincidiu também com o famoso “happy hour”), todos os bares/pubs das cidades de Dublin, Kuala Lumpur, Lagos, Nova York e Yaoundé, fizeram uma homenagem ao fundador da tradicional cervejaria quando os frequentadores levantaram um pint de GUINNESS. Essa celebração fez tanto sucesso que tem sido realizada desde então, sendo difundida ao redor do mundo. Na Europa, algumas datas comemorativas se tornaram sinônimo de GUINNESS e uma tradição para a marca, como por exemplo, o St. Patrick’s Day (dia de são Patrício), o Dia Mundial do Rock e o Halloween (Dia das Bruxas), que também tem origem celta e foi levado para os Estados Unidos pelos irlandeses. Somente no Dia de São Patrício (santo padroeiro da Irlanda), comemorado em 17 de março no mundo inteiro, são consumidos 13 milhões de pints de GUINNESS.


Com mais de 250 anos de história, a cerveja é produzida com a mesma composição que a consagrou: malte irlandês, a mais pura água de Dublin, lúpulo e levedura. O malte é torrado, o que lhe confere a coloração rubi-avermelhada e o paladar tostado. Esta mistura única proporciona uma cerveja tipo stout, de alta fermentação, cujo balanço entre o amargor do lúpulo e a doçura do malte é facilmente perceptível. E há mais de 10 anos a cervejaria desenvolveu o sistema de chope em lata, alcançando tecnologia jamais vista no mercado cervejeiro.


A linha do tempo
1802
Lançamento da GUINNESS FOREIGN EXTRA STOUT, cerveja produzida primeiramente em Dublin e destinada ao mercado exterior na época. A Nigéria é seu maior mercado atualmente.
1820
Lançamento da GUINNESS EXTRA STOUT, cerveja mais próxima da original produzida pela primeira vez em 1759. Esta cerveja foi praticamente absorvida com o lançamento da GUINNESS DRAUGHT, respondendo por apenas 5% das vendas da cervejaria nos dias de hoje.
1958
Lançamento da GUINNESS DRAUGHT - cerveja preta ou escura – introduzida primeiramente na Inglaterra, e somente dois anos depois na Irlanda, se tornando a cerveja escura mais consumida do Reino Unido. Foi a primeira cerveja nitrogenada do mundo. Esta cerveja representa aproximadamente 55% das vendas de toda a cervejaria.
Introdução da GUINNESS BICENTENARY, em comemoração aos 200 anos de fundação da cervejaria.
1979
Lançamento da GUINNESS LIGHT, versão da cerveja original com teor alcoólico reduzido. Não durou nem dois anos no mercado.
1988
Lançamento da GUINNESS DRAUGHT em lata, que possuía uma cápsula propulsora de nitrogênio, responsável pela liberação do gás quando o lacre era rompido, misturando-o ao líquido no momento em que este era derramado em outro recipiente. Por este motivo, a GUINNESS em lata deve ser consumida no pint, e não diretamente na lata. Atualmente a cerveja em lata pode ser encontrada em mais de 80 países.
1998
Lançamento da GUINNESS DRAUGHT EXTRA COLD, uma cerveja preta para ser consumida em temperaturas mais geladas que as outras, que foi introduzida no mercado com a campanha “Good Things Come To Those Who Wait” (Coisas boas vêm para quem espera).
1999
Introdução da GUINNESS DRAUGHT em garrafa long neck. Para não perder seu sabor único a empresa desenvolveu o widget – reservatório de nitrogênio – que libera o gás pouco a pouco, a cada gole. Desta forma, a espuma cremosa é preservada e a cerveja pode ser apreciada diretamente da garrafa.
2003
Lançamento da GUINNESS EXTRA SMOOTH, uma cerveja tipo stout, mais fraca e cremosa, lançada primeiramente em Gana. É uma cerveja voltada para o mercado africano.
2007
Lançamento da GUINNESS RED, uma versão avermelhada da cerveja original, que além de ser mais clara, tem sabor mais suave e adocicado. Na verdade, é uma cerveja mais leve para ser consumida nos meses de verão. Lançada, primeiramente, somente na Inglaterra, a empresa investiu US$ 6 milhões em seu desenvolvimento.
2010
Lançamento da GUINNESS BLACK LAGER, que apesar de conter a palavra preta no nome (uma alusão à cor da garrafa) é uma cerveja clara tipo lager. Com esta lager, os mestres cervejeiros da GUINNESS beberam de 250 anos de rica herança para levar o prazer de desfrutar da cerveja clara a um novo nível. Introduzida inicialmente na Irlanda do Norte, essa nova cerveja foi criada para atrair um público jovem e já está disponível no mercado americano.


Regras de consumo
Os apreciadores de cerveja sabem que a GUINNESS DRAUGHT em lata é surpreendente. Quando o anel da lata de alumínio é puxado, sobe uma espuma cremosa que faz inveja a muito chope tirado na hora. Mas pouca gente sabe como é feita essa espuma. A cerveja GUINNESS possui um grande diferencial que é uso do nitrogênio. Tanto na versão em barril, como na versão lata ou garrafa long neck, utiliza além do gás carbônico (CO2) também o nitrogênio (N2). A mistura correta destes dois gases, além de manter o sabor, compacta e diminui as “bolhinhas” da cerveja, levando o gás totalmente para o colarinho, grande diferencial da GUINNESS. Um colarinho com espuma densa e inconfundível. O típico consumidor de GUINNESS é um profundo conhecedor de cervejas, sempre em busca da melhor qualidade. Como a principal característica da cerveja é destacar a sua aparência, com um grande contraste entre a sua espuma cremosa e inconfundível, graças à mistura com nitrogênio (N2), e a sua cor negra, é necessário, e essencial, uma série de etapas para servi-la adequadamente. Ao se obter a mistura exata do nitrogênio com o líquido, tem-se o diferencial da cremosidade da espuma e um efeito visual único do gás subindo quando parece estar descendo para o fundo do Irish Imperial Pint (o tradicional copo de 568 ml da marca, que possui a boca mais larga que a base).


Existem seis etapas, um verdadeiro ritual com duração de exatos 119.53 segundos, que garantem a perfeita apresentação da GUINNESS:
1. O Copo: usar um copo limpo, seco e nunca quente. De preferência, o próprio pint (copo de 568 ml) da GUINNESS.
2. O ângulo: segure o pint sobre o bico da chopeira, num angulo de 45°.
3. O primeiro enchimento: puxar a torneira da chopeira para frente, até que o pint esteja ¾ cheio.
4. O repouso: deixar a cerveja descansar no pint por 1 minuto, até a espuma assentar.
5. O segundo enchimento: terminar de encher o pint, empurrando a torneira da chopeira para trás, parando quando a espuma alcançar a borda.
6. Apresentação: colocar o pint na mesa com a logomarca voltada para o consumidor, mostrando que você está servindo um pint perfeito de GUINNESS.

Obs: a espuma deve estar cremosa, suave, branca e na altura certa (de 14 a 21 mm), ligeiramente elevada sobre a borda do pint.


Passeie pela história da Guinness
Em sua sede na cidade de Dublin, conhecida como St. Jame’s Gate, a cervejaria mantém o GUINNESS STOREHOUSE, um enorme museu com sete andares que conta a história da cerveja e vende as dezenas de produtos licenciados com a marca GUINNESS, como por exemplo, roupas, copos, chaveiros, imãs e objetos de decoração. Na parte central do saguão de entrada é possível ver o documento original da hipoteca de 9.000 anos assinado pelo próprio Arthur Guinness. Seguindo em frente o visitante começa conhecer um pouco mais sobre os ingredientes e como os diferentes tipos de GUINNESS são criados em diversos países do mundo de acordo com os mercados locais. Vários vídeos contam um pouco mais sobre o processo de produção, com direito à amostras da cevada pura e torrada e da água das montanhas Wicklow, usada na produção. A levedura, o grande segredo da cerveja GUINNESS, não é apresentada durante esta etapa. O ambiente todo é envolvido pelo som de uma grande cascata, que além de ser uma sensação muito agradável, dá uma espetacular idéia do volume de GUINNESS produzido por segundo. Saindo da sala dos recipientes, são mostrados os processos que combinam estas matérias primas para formar a GUINNESS. Estão expostos equipamentos antigos de moagem do malte, fervura e fermentação. A melhor parte? O visitante terá uma chance de prová-la. Ao olhar o copo contra a luz é possível confirmar que GUINNESS não é uma cerveja preta: tem um tom vermelho rubi escuro. Há uma seção muito interessante sobre como eram feitos os barris de madeira usados para armazenar a cerveja.


Em seguida são apresentadas as diversas formas de transporte, desde os tempos em que cavalos e charretes eram usados até os barcos utilizados para transportar a cerveja. Há também uma réplica do navio da GUINNESS que foi afundado durante a Primeira Guerra Mundial. As famosas e criativas propagandas da marca são mostradas no andar seguinte. Siga pelos demais andares e veja, entre outras coisas, os países onde a GUINNESS é consumida; ou aprenda a colocar a cerveja da forma correta no pint para poder bebê-la sem perder um toque se quer de seu sabor. Caso isto aconteça o visitante recebe o certificado “Perfect Pint Pour”. A peregrinação será premiada: no sétimo e último andar, um bar envidraçado, conhecido como GRAVITY BAR, oferece uma maravilhosa vista de 360º de Dublin e das montanhas Wicklow, e um pint de GUINNESS espera pelo visitante.


A evolução visual
O conhecido logotipo da marca surgiu em 1862, era um rótulo oval com a tradicional harpa irlandesa e a assinatura de Arthur Guinness. O tradicional logotipo da marca passou recentemente por uma atualização, quando perdeu a palavra “Draught”, os traços e teve a harpa modernizada. A nova identidade visual da marca ficou mais “clean” e extremamente moderna.


Também recentemente a lata e o tradicional pint de GUINNESS passaram por modernizações, ganhando um novo visual, muito mais simples e limpo.


Os slogans e as campanhas geniais
As propagandas foram responsáveis por tornar a marca um ícone mundial. Há décadas a cerveja é famosa por suas criativas e distintas campanhas publicitárias, que acumulam diversos prêmios nos mais importantes festivais de publicidade. Ao longo de sua história a cerveja irlandesa construiu uma imagem que muitas marcas gostariam de possuir, posicionando a cerveja como lenda. É um verdadeiro culto a marca. Desde 1929 quando a primeira campanha publicitária da cerveja foi ar com o slogan “Guinness is good for you” e imortalizada por simpáticos tucanos; passando por slogans como “My Goodness, My Guinness!”, introduzido em 1931; a genial campanha “The Pure Genius” lançada em 1985; até o slogan “Not everything in black and white makes sense”, introduzido em 1996, a marca irlandesa se tornou um verdadeiro objeto de desejo dos publicitários no mundo inteiro. Suas campanhas e slogans criativos e ousados fizeram da marca uma das mais reconhecidas do mundo em seu segmento.


Outros slogans famosos e inesquecíveis da GUINNESS foram:
It strikes one it’s Guinness time. (1932)
Famous for its perfect head. (1949)
There is nothing like a Guinness. (1956)
Guinness gives you strength. (1961)
No beer comes near. (1985)
It’s not beer. It’s stout. (1995)
Surely Guinness. (1998)
Good things come to those who wait. (1998)
Refreshes your spirit. (2000)
Live life to the power of Guinness. (2001)
With trust, everything is easy. Believe. (2003)
Bring It To Life. (2009)


A cerveja irlandesa também se notabilizou por suas ousadas ações de marketing. Quando completou 200 anos de existência, em 1959, a cerveja GUINNESS, adotou uma criativa ação de marketing para marcar a data: 150.000 garrafas foram jogadas em diversos pontos do Oceano Atlântico. A ação durou seis semanas e envolveu 38 embarcações. Dentro das garrafas havia um rótulo dourado comemorativo, um livreto contando a história da cerveja, instruções de como transformar a garrafa em uma luminária e um vale para trocar por uma caixa de GUINNESS, além de informações sobre o navio que lançou a garrafa. Batizadas de garrafas-gota, as embalagens não eram rotuladas. Em alto relevo havia a inscrição: “1759-1959. Garrafa-gota especial (Oceano Atlântico) para celebrar e comemorar o bicentenário da Guinness”. A empresa garante que ainda há vasilhames à deriva.


Um dos comerciais mais geniais, como muito outros clássicos criados para a marca, foi ao ar em 2006. É uma verdadeira superprodução que promove uma aventura visual fantástica e surreal. Intitulado de NoitulovE (a palavra evolution ao contrário), revive o lendário slogan “Good things come to those who wait” (Coisas boas vêm para quem espera). Criado pela agência AMV BBDO de Londres foi dirigido pelo competente Daniel Kleinman, custando aproximadamente US$ 1.8 milhões, porém a GUINNESS destinou verba de US$ 26.4 milhões apenas para veiculação em TV e cinema. É um comercial com a assinatura e a alma da comunicação da GUINNESS. Clique no ícone abaixo para assistir ao comercial.

 

Dados corporatvios
● Origem: Irlanda
● Fundação: 1759
● Fundador: Arthur Guinness
● Sede mundial: Dublin, Irlanda
● Proprietário da marca: Diageo plc.
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman: Franz Humer (Diageo)
● CEO: Paul Walsh (Diageo)
● Faturamento: €2 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: 150 países
● Presença no Brasil: Sim
● Maiores mercados: Inglaterra, Irlanda, Nigéria e Estados Unidos
● Segmento: Cervejarias
● Principais produtos: Cervejas tipo stout
● Concorrentes diretos: Murphy’s e Beamish
● Ícones: Aparência da cerveja no copo e o tradicional Pint
● Slogan: Bring It To Life.
● Website: www.guinness.com

A marca no mundo
A cerveja irlandesa GUINNESS é engarrafada em 50 países e vendida em outros 100, tendo 80% do mercado mundial no segmento de cerveja preta. A Inglaterra é o maior mercado consumidor da marca, seguido da Irlanda, Nigéria, Estados Unidos e Camarões. Mais de 10 milhões de pints (copos de 568 ml) da cerveja são consumidos diariamente em 170 mil pubs no mundo todo, o que resulta em 120 pints por segundo, vendendo anualmente 2.7 bilhões de litros. Em seu país de origem, aproximadamente a cada duas cervejas consumidas, uma é GUINNESS. A marca chegou ao Brasil em 2001 e é importada diretamente da fábrica de St. Jame’s Gate. Presente em pubs de 5 diferentes estados e em mais de 120 supermercados e lojas especializadas, a marca registrou, nos últimos anos, um crescimento forte em suas vendas. É a sexta maior cervejaria do mundo, proprietária das marcas Harp (criada em 1960), Kilkenny (criada em 1710) e Red Strip (criada em 1928). A GUINNESS ocupa a posição de número 38 no ranking das marcas mais influentes do mundo.

Você sabia?
Como muitos podem pensar GUINNESS não é feita com a água do rio Liffey, que corta a cidade de Dublin. Ela vem de fontes nas montanhas próximas a capital irlandesa.
Há aproximadamente 198 calorias em um pint de GUINNESS. Menos que em um suco de laranja.
Por ser uma cerveja premium, seu preço é diferenciado em relação as demais marcas. Os melhores pubs de Dublin cobram entre €4 e €5 por um pint de GUINNESS.
O famoso trevo verde é símbolo da Irlanda, sendo costume também desenhá-lo na espuma do chope GUINNESS.
A marca coleciona diversas histórias. Uma delas conta que foi ao redor de uma mesa de bar, em um encontro regado a cerveja irlandesa, que surgiu o Guinness Book of Records, o mais famoso livro de recordes do mundo lançado em 1955. O famoso livro surgiu, inicialmente, como um folheto promocional da já então lendária cerveja irlandesa. Era apenas um guia para tema de conversa em pubs britânicos.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 4/5/2012


9 comentários:

Anônimo disse...

onde posso encontrar Guinness em belo horizonte?

Anônimo disse...

Mais uma curiosidade:
A fábrica original onde a Guinness foi produzida pela primeira vez ainda é a principal fábrica da marca em Dublin. Além disso, o galpão foi alugado por 120,00 libras de uma familia inglesa, que na época (1759) não acreditou no sucesso da cerveja e alugou o galpão e os terronos que o circundam por meros 120,00 libras/mes, num contrato de arrendamento 1000 anos!!
Ou seja, a cerveja fez um mega sucesso e a familia dona do galpão recebe até hoje meros 120,00 libras (cerca de R$ 500,00) pelo aluguel do espaço! O contrato original está exposto no chão do museu da marca, que foi instalado e um dos galpões lá na sede da Cervejaria, em Dublin/Irlanda.

Anônimo disse...

eu ainda estou aprendendo a apreciar a guiness como se deve! hahaha... mas queria saber se alguém pode me explicar a presença de uma bolinha de plástico dentro da lata da cerveja. tem algo a ver com a conservação do sabor, do gás etc? obrigada, lara.

Paulo Eduardo disse...

Oi Lara, a bolinha de plastico na Guinness, serve para que vc balance com o final da cerveja, gerando a espuma que deverá segurar o sabor por mais tempo. Eu moro em Dublin, e resolvi escrever sobre a Guinness em meu blog, pq aqui isto é uma febre, a marca possui lojas de souvenirs proprias, com uma linha muito interessante de produtos.
Particularmente não gostava da Guinness quando cheguei aqui, bebia mais pra fazer pose, se está na França beba vinho, se estiver na Irlanda beba Guinness, mas agora eu não gasto mais meu suado dinheirinhos em outro tipo de cerveja, agora o preço da pint subiu, aqui em dublin é em uma faixa de €5,50, já em Galway €3,50.

Parabens pela postagem, seu blog estah me ajudando com muitas pesquisas de marcas, entre elas a Guinness

Vinicio disse...

Caro anônimo:
Aqui em BH você pode tomar uma Guinness no Bar Haus Müchen. Direto do barril!!
E lá também é o paraíso das cervejas!

Cinderella Urbana disse...

Bebo cerveja socialmente, ou seja, praticamente por convenção/obrigação. Mas na minha opinião a Guinness é especial, é realmente deliciosa. Já estive na Irlanda 2 vezes e não deixava de tomar pelo menos uma pint todos os dias. Estou com dificuldade em encontrá-la em SP (em lata, para levar para casa), alguém pode me ajudar?
Parabéns pelo blog!

Rodrigo disse...

EXCELENTE matéria sobre a Guinness.
só para constar e deixar os apreciadores com água na boca, li o artigo todo apreciando uma Guinness EXTRA COLD. HHEHEH

Parabéns pelo Blog. Já é uma referência na Web.

Vivian Martinelli disse...

É uma capsula que libera nitrogenio aos poucos,

Anônimo disse...

Casa Rio Verde vc acha.