10.5.06

VOLKSWAGEN

A qualidade dos veículos, o arrojo da tecnologia e, sem dúvida, a capacidade de entender o que o cliente deseja, transformaram a VOLKSWAGEN em uma marca próxima, amigável e perfeita para a sua vida. Mas acima de tudo, em uma marca onde a confiança é o maior pilar de relacionamento com seus consumidores.
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A história
Comece a entender a VOLKSWAGEN como a marca que produziu o carro que mais cativou a população deste planeta em toda a história: o FUSCA. A palavra é uma contração em português de Volks (pronuncia-se “folks”), e exprime a tradução literal da VOLKSWAGEN: carro do povo. Não seria preciso mais nada para marcar a ferro a presença da montadora alemã na história. Sua história começou como mais uma das obsessões de Adolf Hitler, pois o carrinho chamado de “besouro” era de interesse estratégico do Reich nazista, uma tentativa de uniformização automotora da raça ariana.
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O desejo do ditador era produzir um automóvel barato (custar menos de mil Marcos Imperiais) e econômico, que transportasse dois adultos e três crianças, e que qualquer pessoa pudesse comprá-lo através de um sistema de poupança voltado para sua aquisição. O engenheiro encarregado de desenvolver o modelo foi ninguém menos que Ferdinand Porsche. Aproximadamente 336 mil pessoas pagaram pelo modelo, e os protótipos do carro, chamados em alemão KdF-Wagen (KDF significa Kraft durch Freude, em português, "força através da alegria", um dos lemas do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, o conhecido Partido Nazista), já possuíam as curvas de seu formato característico e o motor refrigerado a ar, de quatro cilindros, montado na traseira. Assim, com pesados subsídios do governo, a empresa foi oficialmente criada no dia 28 de maio de 1937 com o nome de Gesellschaft zur Vorbereitung des Deutschen Volkswagens GmbH (Companhia para a Preparação dos Carros do Povo Alemão). Mais tarde, naquele mesmo ano, a empresa seria renomeada simplesmente como Volkswagenwerk, ou “Companhia do Carro do Povo”. Originalmente operada pela Frente Trabalhista Alemã, uma organização nazista, a VOLKSWAGEN tinha a sua sede principal em Wolfsburg.
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A nova fábrica só havia produzido algumas unidades quando a Segunda Guerra Mundial iniciou em 1939. Como conseqüência da guerra, sua produção foi adaptada para veículos militares, como jipes e carros anfíbios. Com o fim do conflito, a retomada da produção veio de maneira vigiada, quando da ocupação da Alemanha Ocidental pelos vitoriosos aliados em 1945. Como ainda era incerto o futuro da fábrica, a mesma foi oferecida à representantes de empresas automobilísticas britânicas, americanas e francesas. Todos a rejeitaram. Depois de visitar a fábrica, Sir William Rootes, da indústria britânica Rootes Group, declarou que “o modelo não atrai o consumidor médio de automóveis, é muito feio e barulhento... se vocês pensam que vão fazer automóveis neste lugar, vocês são uns grandes tolos, rapazes”. Mesmo assim, a fábrica da empresa operava sob o nome de Wolfsburg Motor Works e produziu ao final de seu primeiro ano 1.785 veículos.
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Em 1947 a empresa assinou o primeiro contrato de exportação com uma empresa da Holanda. No ano seguinte o Beetle, como era conhecido o Fusca, representava 23% das exportações da empresa para os países europeus. Nessa época a VOLKSWAGEN dominava o mercado nacional (64.4%) e o europeu. Nos Estados Unidos o carro iniciou uma revolução no segmento dos pequenos automóveis em 1949, conquistando milhões de motoristas que queriam ter o Beetle como segundo carro, além de ser o modelo mais importado do país. Nesse mesmo ano a empresa apresentou o VW Cabriolet, construído pela Karmann Company, que se tornaria o carro conversível mais vendido do mundo. A década de 50 começou com o lançamento do VW Transporter (popularmente conhecido com Kombi), representando um novo segmento da indústria automotiva, tendo o projeto baseado nos carros de transportes internos da empresa. Outro lançamento importante ocorreu com o Karmann Ghia Coupe, desenvolvido em conjunto com a Karmann Company. Durante esta década, a marca lançou bases de sua ampliação industrial. Neste período, eram instaladas as primeiras fábricas em caráter multinacional, em países como o Canadá (1952), Brasil (1953) e Austrália (1954). Muito à frente de seu tempo, a empresa abriu seu capital na Bolsa de Valores já em 1960, mesmo ano em que o Beetle ganhava modelos com motor 1300cc e 1500cc.
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A agressividade emergente da VOLKSWAGEN foi comprovada no ano seguinte (1961), quando o administrador Heinrich Nordhoff incorporou as concorrentes Audi, DKW e NSU. A década de 60 contou com lançamentos importantes como em 1966 com o modelo TL 1600 e o VW 147, uma pequena van utilitária desenvolvida para o correio alemão e apelidada de “Fridolin”. O monopólio no segmento de carros pequenos só foi ameaçado no início dos anos 70. Para remediar esta nova situação, o diretor Rufolf Leiding renovou sua frota tradicional e, de quebra, presenteou o mundo com o PASSAT e o PASSAT VARIANT (a versão perua), em 1973, e o GOLF um ano depois como sucessor do Beetle. O GOLF foi apresentado nos Estados Unidos com o apelido de “Rabbit” (que significa coelho em inglês).
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Em 1976, depois de 31 meses após seu lançamento, o modelo GOLF atingiu a marca de 1 milhão de carros vendidos, provando o sucesso do veículo. No ano seguinte o Fusca atingia a histórica marca de 21 milhões de carros vendidos desde seu lançamento. Porém o sucesso não foi suficiente para impedir que a montadora encerrasse a produção do modelo na Europa. A partir da década de 80 a montadora começou um enorme processo de aquisições de outras marcas como a espanhola SEAT (1986), a Skoda (1990), a inglesa Bentley (1998), as italianas Bugatti (1998) e Lamborghini (1998). Como parte de uma grande reestrutura, em 1995, a montadora criou a Volkswagen Commercial Vehicles, divisão responsável por todos os veículos comerciais da empresa alemã. Depois de aproximadamente 70 anos e mais de 21 milhões de unidades produzidas, o último fusca original saiu da linha de produção da unidade instalada em Puebla, no México, em 30 de julho de 2003.
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Em 3 de março de 2008, a VW comprou a montadora sueca de caminhões Scania. No mesmo dia, a Porsche tornou-se o principal acionista da VOLKSWAGEN com 51%, ultrapassando o até então maior acionista, o governo do estado alemão da Baixa Saxônia. Era como se um ratinho engolisse um mamute. Porém, a Porsche não resistiu aos efeitos da crise financeira internacional iniciada no final daquele ano, que agravou os problemas financeiros da montadora, quando seu maior mercado, os Estados Unidos, reduziram em 50% o volume de importações dos esportivos alemães. Convém lembrar também que a economia alemã, a quarta do mundo, entrou formalmente em recessão. Sem fôlego para bancar a dívida assumida com a compra das ações, devolveu o controle majoritário para a VOLKSWAGEN e passou a fazer parte do grupo. No final da história, o ratinho que tentou engolir o mamute foi esmagado por ele. Com isso, VW e Porsche deverão ter suas operações totalmente consolidadas em meados de 2011.
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A linha do tempo
1975
Apresentados no salão de Frankfurt os modelos GOLF GTI e POLO.
A montadora passa a oferecer garantia de um ano sem limite de quilometragem para seus veículos.
1978
Lançamento do modelo JETTA, um sedã médio com design avançado para época, e dos primeiros caminhões da montadora.
1980
Lançamento do VW CADDY, um utilitário compacto leve que permitia várias configurações (incluindo caçamba e furgão), primeiramente desenvolvido para o mercado americano.
Lançamento do VW GOLF CONVERSÍVEL.
1981
Apresentação no salão de Frankfurt do SANTANA.
1988
Apresentação da terceira geração do PASSAT.
Lançamento do CORRADO (significa “correr” em espanhol), modelo esportivo substituto do VW Scirocco. O modelo teve sua produção encerrada em 1995 com 97.521 unidades vendidas.
1995
Lançamento da VW SHARAN, uma mini-van de médio porte com capacidade para 7 pessoas confortavelmente acomodadas. A maior virtude do novo modelo era a flexibilidade (removendo os bancos traseiros era criado um espaço de 2.610 cm3). O nome é derivado de uma palavra em persa que significa “Carrier of Kings”.
1996
Apresentação do novo PASSAT.
1998
Lançamento nos Estados Unidos do NEW BEETLE, uma releitura de um dos modelos de maior sucesso da indústria automobilística mundial: o Fusca. Foi também introduzida a sua versão conversível chamada de New Beetle Convertible.
Lançamento do VW LUPO, um automóvel de porte mini produzido até 2005, quando foi substituído pelo FOX.
1999
Lançamento do VW BORA, um sedã médio derivado da família GOLF.
2002
Lançamento, no Salão do Automóvel de Paris, de uma das estrelas da montadora alemã, o VW TOUAREG. Com nome inspirado nas tribos nômades que vagam pelo deserto do Saara o novo utilitário esportivo foi desenvolvido em conjunto com a Porsche.
Lançamento do VW PHAETON, um sedã extremamente luxuoso feito sob a mesma plataforma do Audi A8. O modelo possuiu 5,05m de comprimento, 1,90m de largura e 1,45m de altura, o que lhe permite abrigar confortavelmente cinco passageiros.
2003
Lançamento da VW TOURAN, uma mini-van compacta com capacidade para sete passageiros.
2004
Lançamento do FOX, desenvolvido totalmente pela filial brasileira da VOLKSWAGEN, sendo introduzido no mercado europeu no ano seguinte. O novo modelo oferecia conforto, estabilidade, modernidade e, principalmente, segurança.
2006
Lançamento do VW EOS (nome da deusa do amanhecer da mitologia grega), primeiro cupê conversível da montadora alemã. Apesar de ser vendido em todos os países em que a marca está presente, o conversível é destinado para o mercado americano, alemão e francês.
Lançamento da CRAFTER, a maior van comercial produzida pela montadora alemã com capacidade para carregar entre 3 e 5 toneladas.
Lançamento do CROSSFOX, veículo que unia a coragem do off-road com um novo visual esportivo, além do conforto e a dirigibilidade de um hatch compacto. Construído no conceito SUC (Sport Utility Compact), o modelo tinha sua identidade off-road reforçada por detalhes como a altura de 1.639mm (53mm mais alto que o Fox), estepe externo, quebra-mato, faróis de longo alcance e estribos.
2007
Lançamento do VW TIGUAN, um SUV (Sport Utility Vehicle) urbano corpulento e robusto com o interior totalmente inspirado no Golf Plus. O modelo está disponível em três versões: Trend & Fun e Sport & Style com uma aparência mais civilizada e um ângulo de ataque de 18 graus, e o Track & Field, com uma vocação mais off-road, onde se destaca a frente alterada por um pára-choque diferente, que permite um ângulo de ataque de 28 graus.
2010
Lançamento da VW AMAROK, primeira picape média da história da montadora alemã. A nova picape de cabine dupla com quatro portas foi batizada de Amarok porque na língua dos esquimós que vivem no norte do Canadá significa lobo, um animal que, para esse povo, é o rei da vida selvagem e representa força, robustez e resistência. Um dos grandes destaques da picape é o seu moderno motor TDI de 2.0 litros, 4 cilindros e 16 válvulas que gera 163 cv de potência -
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A tecnologia BlueMotion
BlueMotion
é o programa de tecnologia da VOLKSWAGEN que reduz o impacto causado por seus carros no meio ambiente. Através desse projeto, a empresa desenvolve produtos que oferecem menor consumo de combustível e menor emissão de CO2, sempre mantendo o ótimo desempenho VW que você conhece. O Polo BlueMotion (apresenta uma redução de até 15% no consumo de combustível e na emissão de gás poluente do efeito estufa) é o primeiro automóvel produzido a partir dessa tecnologia e, de hoje em diante, toda vez que o consumidor encontrar um carro com esse sobrenome pode ter certeza que ali, além de economia, tem respeito à natureza. A tecnologia BlueMotion ultrapassa a concepção e a construção de carros. Ela está presente em todos os momentos em que a VOLKSWAGEN manifesta sua preocupação com a preservação do meio ambiente no Brasil e no mundo. A montadora alemã emprega o conceito BlueMotion na Europa desde 2006. Vários veículos da marca rodam há algum tempo pelas ruas de lá, o que comprova o grande sucesso e o reconhecimento do mercado consumidor. Com propostas viáveis e com diversos produtos já comercializados, o BlueMotion possibilita, através do uso eficiente da energia, que o consumidor pratique ações para preservar a natureza. Assim, a VW faz o seu papel e torna cada vez mais acessível a tecnologia em benefício do meio ambiente.
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A sede
A sede mundial da VOLKSWAGEN está localizada em Wolfsburg, a meio caminho entre as cidades de Berlim e Hannover, e onde foi instalada a primeira fábrica da montadora. É lá que está a Autostadt, a cidade do automóvel. As construções arquitetônicas se integram perfeitamente nesta ampla zona verde salpicada de zonas lacustres artificiais. No complexo pode-se aprender tudo sobre a história do automóvel e seu processo de produção. Na sede estão também expostos os protótipos desenvolvidos pela montadora alemã. Eles representam o futuro e, por isso mesmo, são fascinantes. “Homens, carros e tudo o que os move” (slogan da Autostadt). Tudo ali realmente tem o objetivo de atiçar sentidos e emoções do visitante, ao mesmo tempo em que informa — e vende, é claro.
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Projetada para produzir o Fusca, criado por Ferdinand Porsche, foi usada para a fabricação de armamentos durante a Segunda Guerra Mundial. A Autostadt se divide entre o centro de entrega de automóveis aos clientes, incluindo as duas quase inacreditáveis torres do estoque; um pavilhão para cada marca do Grupo Volkswagen (a própria Volkswagen, Audi, Bentley, Lamborghini, Skoda e Seat); o museu chamado ZeitHaus (Casa do Tempo), que conta a história do carro; e o KonzernForum (Fórum do Grupo), onde estão localizados a recepção, o parque infantil, lojas e restaurantes. É possível uma visita à imensa fábrica da VOLKSWAGEN, feita em uma espécie de trenzinho, que leva ao menos duas horas; ou fazer um test-drive em uma pista de treino que imita todo tipo de terreno, onde os mais aventureiros podem testar suas habilidades com a orientação de um instrutor. Além disso, há sempre instalações de arte moderna e diversos festivais sendo realizados ao longo do ano.
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A fábrica de vidro
A moderna fábrica foi inaugurada oficialmente no dia 11 de dezembro de 2001, na cidade de Dresden na Alemanha, com um investimento estimado de €186 milhões. A fábrica, construída especialmente para a fabricação dos veículos classe Premium da VW, ocupa 49.000 m2 e seu complexo de edifícios possui duas alas transparentes. Isso faz com que o processo de produção do automóvel seja visível para quem está do lado de fora. E marca uma forma inédita de integrar o ser humano, a técnica de produção e o meio ambiente. Diariamente, aproximadamente 800 funcionários produzem um máximo de 150 unidades do modelo de luxo da VW, o Phaeton, mas também são produzidos Bentley Continental GT e Flying Spur. Com um formato em L, a fábrica transparente de Dresden está implantada numa propriedade com 8.3 hectares, em Strassburger Platz, apenas a 100 metros de distância dos jardins botânicos. Assim, o VW Phaeton é produzido por detrás de uma estrutura em vidro com 27.500 metros quadrados e três andares. No total, a área de produção da fábrica ocupa 55 mil metros quadrados, apresentando uma arquitetura moderna e atraente. Virada de frente para a cidade, o edifício caracteriza-se por linha angular totalmente envidraçada, com um comprimento exterior de 140 metros e uma altura de 20 metros. Mesmo para quem passa ou reside nas proximidades das instalações, o ruído da fábrica é praticamente imperceptível.
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A evolução visual
O logotipo da VOLKSWAGWEN é um dos mais famosos do mundo. Como muitos outros elementos de design corporativo, ele representa os valores da marca. É uma demonstração da alta qualidade, solidez e expertise da marca, entre outras coisas. Desde os primeiros tempos da empresa, o logotipo com a letras V e W juntas dentro de uma “bolacha”, foi o símbolo da DAF (Deutsche Arbeitsfront), um tipo de sindicato da antiga fábrica Volkswagen GmbH. Este logotipo foi registrado em 1938. Após a Segunda Guerra Mundial a empresa foi tomada pelos ingleses. O major britânico Ivan Hirst decidiu que a partir de 1945 a “bolacha” com as letras V e W deveria ser o logotipo oficial da VOLKSWAGEN. Até hoje o criador deste logotipo é desconhecido. Supostamente foi concebido por Franz Xavier Reimspiess, um empregado da Porsche, durante uma competição oficial de logotipos. Foi pago pelo logotipo cerca de 100 Reichsmarks (aproximadamente US$ 400). O logotipo “cruzado” da VOLKSWAGEN foi registrado como marca em outubro de 1948 no Departamento Alemão de Patentes em Munique e, desde então, tem sido usado em diferentes variantes. Já foi levemente modificado, preto no branco, mais tarde azul no branco ou branco no preto ou azul. No ano de 2000 foi feita uma adaptação tridimensional, estando alinhado com os mais altos padrões da marca, sem perder sua familiaridade.
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O gênio por trás da marca
Dono de 13.1% das ações da montadora alemã Porsche e um patrimônio estimado em US$ 400 milhões, o austríaco Ferdinand Karl Piëch poderia, aos 70 anos, contentar-se em ser um daqueles executivos veteranos a caminho de uma merecida e tranqüila aposentadoria. Com dinheiro e tempo de sobra, curtiria à vontade três de suas paixões: velejar pelas Ilhas Canárias, onde possui uma mansão, esquiar pelos Alpes ou cultivar vinhedos, como faz Ernest, seu irmão mais velho, na Inglaterra. Neto do lendário Ferdinand Porsche (entre outras façanhas, o inventor do Fusca), ele já nasceu em berço de ouro. Sua família acumula royalties pela mais popular das criações do avô e, desde os anos 40, é dona do monopólio da distribuição dos veículos da VOLKSWAGEN na Áustria e Leste da Europa. Ele seguiu os passos do patriarca do clã e também do pai, Anton, e presidiu a maior montadora da Europa. Entre os anos de 1993 à 2002, sua gestão foi marcada por anos agitados e por um festival de demissões. Defenestrou, um a um, 34 altos executivos que se colocaram em seu caminho e chacoalhou as estruturas da empresa. Quando chegou ao topo da VOLKSWAGEN, ela estava atolada em prejuízos, tinha poucos modelos para oferecer aos consumidores e gastava demais para fabricar seus carros. Sob seu comando, cortou por quatro o número de plataformas (eram 16 antes de seu comando), mais do que dobrou a oferta de modelos (de 28 antes de sua posse, passaram a 65) e tirou a empresa do buraco para um lucro de 5 bilhões de euros, obtidos no último ano de sua gestão. Ele acompanhou de perto o lançamento de cada um dos novos carros, entre os quais criações revolucionárias, como o Lupo com motor 1.2 (percorria 33 quilômetros com 1 litro de diesel) ou carismáticas, como o New Beetle (uma recriação pós-moderna do Fusca que recuperou o prestígio da marca nos Estados Unidos).
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Levantou polêmica no final dos anos 90 ao incorporar a um grupo, que já foi conhecido por fazer produtos populares, marcas de prestígio como Bentley, Lamborghini e Bugatti. Antes, fez história como diretor de Desenvolvimento Técnico da Audi, ajudando a criar carros tão bons, como o Audi A8 Quattro; o protótipo 917, que levou a Porsche a brilhar no automobilismo a partir do final dos anos 60; e polêmicos, como o A2, uma mini-van compacta feita de alumínio. Por todas essas façanhas em 44 anos de carreira, Piëch consagrou-se como um gênio no mundo do automóvel. Só que ele, teimoso, recusa-se a sair de cena antes de consumar um último lance: juntar novamente VOLKSWAGEN e Porsche e se dar bem com sua estratégia. Praticamente escondido no Conselho de Supervisão da VOLKSWAGEN, o órgão que fiscaliza os passos tomados pela sua direção desde que deixou a presidência da montadora, essa veterana e silenciosa raposa de olhos azuis (características que lhe valeram o apelido de Homem de Gelo) foi um dos protagonistas do mais espetacular movimento acionário dos últimos tempos no mundo dos negócios: o avanço da pequena - mas muito bem-sucedida - empresa criada por Ferdinand Porsche (e da qual Piëch é também membro atuante do Conselho de Supervisão) rumo ao controle da gigante alemã dos automóveis.
- Ferdinand Karl Piëch: o Homem de Gelo
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Com base em uma bilionária estratégia de compra de papéis iniciada em setembro de 2005, a PAH - Porsche Automobil Holding (a controladora criada com dinheiro injetado pela montadora homônima) - havia abocanhado 31% das ações da maior montadora da Alemanha, o que lhe garantia dois lugares no Conselho de Supervisão da VOLKSWAGEN e um bocado de influência em seus destinos. E isso era apenas o começo, já que os controladores da Porsche iriam aumentar ainda mais essa participação depois que, no final de outubro de 2007, a Corte Européia de Justiça sentenciou como ilegal um privilégio dado ao Estado alemão em forma de lei: implantada em 1960, a regra dispunha que nenhum acionista poderia ter um poder de voto maior do que o governo da Baixa Saxônia, dono de 20.6% do capital da VOLKSWAGEN. E isto aconteceu em 3 de março de 2008 quando a pequena Porsche adquiriu 51% do Grupo VOLKSWAGEN. Mas essa jogada só foi possível com as manobras nos bastidores da VOLKSWAGEN feita por ele. Ao tentar ampliar sua fatia de 51% para 75% das ações da VW, a Porsche foi atropelada pela crise mundial e acumulou dívida de 10 bilhões de euros. Foi obrigada a abandonar os planos no início do ano e negociar uma fusão. Mesmo assim, ele saiu ganhando, não sem antes derrubar o presidente da Porsche, Wendelin Wiedeking, que se opunha ao negócio. É claro que, nessa equação, dinheiro é importante para Piëch, mas sua vaidade conta muito, também. Uma das artes de Ferdinand Piëch é a de superar situações complicadas. Sua biografia conta que em seus tempos de escola tinha muita dificuldade em aprender línguas estrangeiras. Hoje, ele fala três idiomas, além do alemão. É verdade que se exprime usando uma estranha técnica: depois de uma pergunta, demora algum tempo para se pronunciar, com um olhar distante, como se estivesse ausente. Muitas vezes, só começa a responder quando o interlocutor já imagina que desistiu. Mas, se está longe de ser bem-dotado com as palavras, é genial quando o assunto é técnica. Obcecado pela técnica, é capaz de rascunhar o desenho de um novo motor diante de engenheiros. Outra de suas características é descobrir uma solução criativa para resolver um problema. Conta-se que, para verificar a vibração macia de um motor 8 cilindros, ele tinha o costume de colocar uma moeda no capô: se ela não caísse no chão, estava tudo sob controle. Assim é Ferdinand Karl Piëch.
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Campanhas que fizeram história
A campanha mais brilhante da marca, e talvez da publicidade mundial, foi introduzida na década de 60. Tudo começou quando o publicitário Bill Bernbach tinha pela frente um problema e tanto no ano de 1959. Sua agência, a Doyle Dane Bernabach, conhecida hoje como DDB, acabara de ser contratada para fazer a propaganda do Fusca nos Estados Unidos. Os americanos não gostavam do carro. Insensíveis ao seu arrojado design, inspirado numa gota d'água, o achavam feio e pouco prático. Tanto que deram a ele o apelido pejorativo de “beetle”, besouro em inglês. Além disso, carregava a pecha de ser “o carro de Hitler”, o veículo que o ditador nazista sonhara para o povo alemão. Lançado nos Estados Unidos em 1949, o carro foi um fracasso. Em 1950, dos 6.6 milhões de veículos novos do país, apenas 330 eram da marca VOLKSWAGEN. Bill Bernbach resolveu mudar esse cenário e engatou uma nova marcha na história dos negócios do século 20. O anúncio que criou para o pequeno besouro mudou o jeito de se fazer propaganda no mundo, tornando-se o grande divisor de águas entre o antes e o depois da “Era Criativa”. O layout não tinha nada demais, era extremamente básico. O que o torna genial é o seu título, “Think Small” (pense pequeno). Seu humor provocativo ia contra o pensamento corrente nos Estados Unidos do “pense grande”. Um fenômeno curioso se registrou: os consumidores chegavam às lojas de automóveis repetindo aos vendedores quase literalmente os textos da campanha publicitária que tinham ouvido. Os anúncios de Bill Bernbach tinham humor e falavam com o consumidor como se fosse um amigo próximo.
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Acreditando no bom senso dos consumidores, a VOLKSWAGEN seguiu investindo em anúncios que posicionavam corretamente o Fusca como segundo carro da família ou destacavam diferenciais como facilidade de estacionar e a refrigeração a ar (no inverno americano a água dos radiadores congelava) sempre de forma criativa. Outros anúncios causaram grande impacto, como por exemplo, o que tinha a frase “It's Ugly, But it gets you there” (É feio, mas leva-o lá), ou outro em que apenas aparecia a foto do automóvel e a palavra “Lemon” (Limão), expressão coloquial que tanto pode significar feio como defeituoso, ou ainda o que mostrava um Volkswagen quebrado seguido da palavra “Impossible” (Impossível). Os resultados da campanha foram extraordinários.
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Os slogans
Think Small. (1962 - VW Beetle)
Volkswagen is a Volkswagen - as it looks completely alike. (1963)
Drivers wanted. (1995)
Volkswagen there one knows, what one has. (1988)

One of the greatest pleasures you can have.
(2000 – VW Golf)
For boys who were always men. (2000 - VW Golf GTI)
Volkswagen Polo. Built to protect. (VW Polo)
Serious Fun.
Volkswagen - The Car.
For the love of the car.
(2006)
Das Auto. (2007)
Driving Ideas. (2007)
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Dados corporativos
● Origem: Alemanha
● Fundação: 28 de maio de 1
937
● Fundador:
Governo alemão de Adolf Hitler
● Sede mundial:
Wolfsburg, Alemanha
● Proprietário da marca:
Volkswagen AG
● Capital aberto: Sim (1960)
● Chairman: Ferdinand K. Piëch
● CEO: Martin Winterkorn
● Faturamento: €105.1 bilhões (2009)
● Lucro: €960 milhões (2009)
● Valor de mercado: €52.9 bilhões (dezembro/2010)
● Valor da marca: US$ 6.892 bilhões (2010)
● Vendas anuais: 6.309.747 unidades (2009)
● Fábricas: 60
● Presença global:
+ 150 países
● Presença no Brasil: Sim (5 fábricas)
● Maiores mercados: China, Alemanha e Brasil
● Funcionários:
368.500
● Segmento:
Automotivo
● Principais produtos:
Automóveis, caminhões e ônibus
● Outros negócios:
Audi, Lamborghini, Bentley, Bugatti, Seat, Skoda, Scania e Porsche
● Ícones: O Fusca e logotipo VW
● Slogan: Das auto
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● Website:
www.volkswagen.com
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O valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca VOLKSWAGEN está avaliada em US$ 6.892 bilhões, ocupando a posição de número 53 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. Além disso, a VOLKSWAGEN é a 16ª maior empresa do mundo de acordo com a Fortune 500 de 2010.
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A marca no Brasil
A história começou em 1949, quando pesquisas feitas no mercado latino-americano indicaram o Brasil como o melhor lugar para receber a primeira fábrica da montadora fora da Alemanha. Em 23 de março de 1953, em um pequeno armazém alugado no bairro do Ipiranga, em São Paulo, nascia a VOLKSWAGEN do Brasil. De lá saíram os primeiros Fuscas, com peças importadas da Alemanha e montados por apenas 12 empregados. Entre 1953 e 1957, foram montados 2.820 veículos (2.268 Fuscas e 552 Kombis). Os planos da empresa ganharam novo impulso quando, em junho de 1956, o governo brasileiro criou condições para instalar no Brasil a indústria automobilística, fixando as bases para o rápido desenvolvimento do setor. No mesmo ano, a VOLKSWAGEN decidiu construir sua fábrica em São Bernardo do Campo (SP). Já em 2 de setembro de 1957, produzia a Kombi, o primeiro carro da marca fabricado no Brasil, com 50% de suas peças e componentes produzidos no país. Lançado em 3 de janeiro de 1959, o Fusca rapidamente tornou-se sucesso de mercado (o Brasil produziu e vendeu 3.3 milhões de unidades), numa época dominada pelos grandes automóveis importados. 18 de novembro de 1959. Esta é uma data histórica para a VOLKSWAGEN. Nesse dia foi inaugurada oficialmente a fábrica de São Bernardo do Campo, com a presença do então presidente da República do Brasil, Juscelino Kubistscheck, responsável pela instalação da indústria automobilística no país. Em julho de 1970, com os primeiros recordes de produção e vendas, a marca chegava ao primeiro milhão de veículos. Em março de 1972, o Fusca registrava o marco histórico de um milhão de unidades vendidas. O aprimoramento na produção de veículos adequados às condições e exigências brasileiras levou, em junho de 1974, ao lançamento do Passat, carro de tamanho médio, com motor de quatro cilindros, refrigerado a água, e com tração dianteira, completamente diferente dos modelos anteriores. O carro foi sucesso no Brasil e no exterior, principalmente no Iraque, para onde foram exportadas 200 mil unidades.
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Em 1975, a filial brasileira já era a maior fora da Alemanha, e responsabilizava-se por 62% da produção nacional. Em 1980, com o parque automobilístico brasileiro consolidado, a VOLKSWAGEN decidiu entrar no mercado de caminhões. Atualmente líder nesse mercado, produziu e vendeu 240.044 caminhões e ônibus nos primeiros 23 anos e construiu uma nova linha de montagem em Resende, inaugurada em 1996. No início dos anos 80, depois de construir uma nova fábrica de automóveis em Taubaté, no interior de São Paulo, iniciou a produção da chamada Família BX, composta pelos automóveis Gol, Voyage, Saveiro (lançada em 1982) e Fox (este exclusivo para exportação para os Estados Unidos), a perua Parati e a picape compacta Saveiro. O Gol é o modelo mais exportado do país e totalizou mais de 500 mil unidades exportadas para 50 mercados desde seu lançamento em 1980. Em 1984, entrou no segmento C, de carros de luxo com o Santana e, em 1985 com a Quantum (a primeira perua com quatro portas). Em 1987, em um momento de queda do mercado, para reduzir os custos e ter melhor aproveitamento dos recursos disponíveis, a VOLKSWAGEN e a Ford juntaram-se para criar a Autolatina Brasil. Em sete anos, a Autolatina colocou no mercado vários carros híbridos, como o Apolo, Logus e Pointer, da Volkswagen, e Verona, Royale e Versailles, da Ford. Em 1988, foi lançado o Gol GTI, primeiro carro nacional com injeção eletrônica de combustível e ignição digital. Em 1993, a VOLKSWAGEN comemorava 10 milhões de veículos fabricados no país e relançava o Fusca, aproveitando vantagens fiscais oferecidas pelo governo federal para quem produzisse um carro popular. O fim da Autolatina coincidiu com a abertura da economia, em 1994.
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Em 2002, a VOLKSWAGEN entrou numa nova fase de sua produção, com a inauguração da Fábrica Nova Anchieta, uma das mais modernas do mundo. Localizada na cidade de São Bernardo do Campo, a fábrica passou por uma reformulação completa para dar início à produção do Novo Polo. A linha de produção foi equipada com 400 novos robôs e foi totalmente informatizada. Em março de 2003, a montadora comemorou 50 anos de Brasil com o lançamento do Gol Total Flex, o primeiro automóvel bicombustível do país. Em 2004, foi a vez do lançamento do Fox, uma das maiores revoluções do mercado automotivo de todos os tempos. No ano seguinte estreou o modelo CrossFox, a versão esportiva do Fox. Neste ano também foi lançada a quarta geração do Gol, chamada Gol G4, com novo face-lift e motor ainda mais potente. Em 2008 ocorreu o lançamento do sedã compacto VOYAGE. O último sedã pequeno da montadora foi justamente o Voyage, produzido entre 1981 e 1996, e que também era uma variação do Gol, sendo o primeiro veículo da VW concebido sob o conceito de família, ou seja, mais de dois veículos derivados do mesmo carro. O modelo também foi responsável pela entrada inédita de um veículo brasileiro no mercado americano, onde, na época, recebeu o nome de Fox. Durante este período, a empresa atingiu 662.367 unidades. Ao longo de mais de 50 anos no Brasil, a VOLKSWAGEN sempre buscou a evolução tecnológica e o aprimoramento de seus produtos. Seu Departamento de Engenharia e Desenvolvimento do Produto reúne aproximadamente 1.500 engenheiros, designers e especialistas capazes de projetar e produzir automóveis de aceitação mundial. Na engenharia, fica instalada o Centro de Impactos Veiculares, onde foram submetidos a crash-test todos os veículos da marca fabricados no Brasil. A marca tem no Brasil um dos principais mercados do Grupo VOLKSWAGEN (o primeiro é a China e o segundo é a Alemanha) e suas vendas representam 9.5% do total do grupo em todo o mundo. A unidade brasileira apresenta números consideráveis: faturamento superior a R$ 25 bilhões; 22 mil funcionários; 5 fábricas; 736 concessionárias; 626.183 carros vendidos por ano (2009); 25.3% de participação de mercado; 18 modelos diferentes disponíveis no mercado; e 123.173 unidades exportadas, embarcando seus produtos para aproximadamente 36 países da Europa, América do Sul, América Central, América do Norte, África e Oriente Médio.
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A marca no mundo
A VOLKSWAGEN, segunda maior montadora da Europa e quarta maior do mundo, produz anualmente 6.3 milhões de veículos (3.807.202 somente da marca VOLKSWAGEN) vendidos em 153 países, sendo ainda proprietária das marcas Audi, Lamborghini, Bentley, Bugatti, Seat e Skoda, além da locadora de automóveis Europcar e da montadora de caminhões sueca Scania. A empresa além da produção de automóveis é uma das principais montadoras de ônibus e vans do mundo. A montadora alemã possui 60 fábricas espalhadas por 21 países. Atualmente a VOLKSWAGEN possui mais de 30 modelos diferentes de carros no mercado com participação global de 10.3% no segmento de automóveis de passeio. Além disso, os veículos comerciais da VW venderam 308.294 unidades em 2009. Os modelos mais vendidos da montadora são o VW GOLF com 792.000 unidades, seguido do VW PASSAT com 772.872 e VW JETTA/BORA com 649.963. Somente os automóveis com a marca VOLKSWAGEN faturam €70.5 bilhões em 2009.
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Você sabia?
O modelo mais popular da VOLKSWAGEN é conhecido no Brasil como Fusca, em Portugal como Carocha, na Alemanha como Käfer e nos Estados Unidos e Reino Unido da Grã-Bretanha como Beetle.
O VW GOLF já vendeu mais de 26 milhões de unidades em mais de 120 países.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 29/12/2010

2 comentários:

Anônimo disse...

Muitooo obrigado pelas preciosas informações...
Nos ajudou muito em um trabalhao academico.

Mário Wellington Queiroga e Farias disse...

Site muito Preciso, adorei-o!!
REcomendo a todoos!!