Dificilmente o brilho de um diamante não encante o olhar de uma pessoa. Diamantes são sinônimos de luxo, glamour e brilho. E sinônimo de diamante no mundo é a mineradora sul-africana DE BEERS, que além de comercializá-los em estado bruto, cria jóias lapidadas com essas preciosidades capazes de hipnotizar até o mais insensível dos seres humanos.-
A história
A história da empresa tem suas origens em uma verdadeira batalha entre dois homens pelo comércio de exploração de diamante na África do Sul. Esta batalha culminou com a união da Barnato Diamond Minning Company (administrada por Barney Barnato) e o explorador e colonizador inglês Cecil J. Rhodes, formando a mineradora De Beers Consolidated Mines Limited em 1888. O nome da empresa era uma grande homenagem a Nicolas De Beer, dono da fazenda na qual, em 1871, se descobriu uma fantástica jazida de diamantes. A partir deste momento e durante mais de um século, este conglomerado deteria praticamente o monopólio da comercialização de diamantes no mundo.
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Na prática, a DE BEERS funcionava custodiando estoques reguladores, mantendo assim o equilíbrio entre oferta e demanda, de modo que os preços permanecessem relativamente estáveis. Dois anos depois a empresa assinou seu primeiro grande contrato com o Sindicato de Diamantes de Londres (London Diamond Syndicate), que compraria toda a produção de diamantes das minas da empresa. Com a morte de seus proprietários a empresa foi parar nas mãos de Ernest Oppenheimer, que ingressado na DE BEERS em 1926 e assumiu o cargo de chairman em 1929. No ano de 1939, com o objetivo de estimular a demanda por diamantes, a empresa veiculou sua primeira campanha publicitária nos Estados Unidos. Porém a campanha de maior sucesso foi introduzida em 1947 com o famoso slogan “A Diamond is Forever” (“Um diamante é para sempre”), que foi eleito um dos melhores da publicidade mundial.
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Durante as duas grandes guerras, a empresa praticamente cessou sua exploração de diamantes. Depois de inúmeras pesquisas, a DE BEERS introduziu seu primeiro diamante sintético em 1958. Nos anos seguintes a empresa investiu na descoberta e exploração de novas minas em todas as partes do mundo, aumentando sua gama e área de exploração. No ano de 1983, a DE BEERS criou a divisão de exploração marinha, focando-se também na extração de diamantes em reservas submarinas. Na década de 90, passou a explorar novas minas na Rússia, Canadá e Austrália, aumentando assim ainda mais sua produção. Diante de um novo cenário, em julho de 2000 a DE BEERS percebeu que teria de modificar sua estrutura para se adaptar ao novo sistema de distribuição ramificado emergente e anunciou formalmente ter cessado seus esforços para seguir controlando o suprimento mundial. Já no ano seguinte, detinha “apenas” cerca de 57% da produção, contra os históricos aproximadamente 80%.
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Com a chegada deste novo milênio a exploração de minas de diamante continuaria sendo a jóia da coroa da empresa. Disso, ninguém duvidava. Mas, em 2001, o brilho mudou. Ficou mais intenso, glamoroso e cheio de charme. A mineradora sul-africana, gigante que até então dominava 65% do mercado mundial de extração de diamante bruto associou-se ao conglomerado de luxo Louis Vuitton Moët Hennessy (LVMH) para lapidar a sua imagem sob a forma de uma nova grife: a DE BEERS LV. A empresa que vendia apenas gemas brutas passou também a transformá-las em jóias luxuosas dignas de concorrer com a renomada joalheria Tiffany & Co. O local para sua estréia no mapa-múndi do luxo não poderia ter sido melhor. A primeira loja da DE BEERS LV foi inaugurada no ano de 2002 na Old Bond Street, sofisticada rua da cidade de Londres.
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-Durante as duas grandes guerras, a empresa praticamente cessou sua exploração de diamantes. Depois de inúmeras pesquisas, a DE BEERS introduziu seu primeiro diamante sintético em 1958. Nos anos seguintes a empresa investiu na descoberta e exploração de novas minas em todas as partes do mundo, aumentando sua gama e área de exploração. No ano de 1983, a DE BEERS criou a divisão de exploração marinha, focando-se também na extração de diamantes em reservas submarinas. Na década de 90, passou a explorar novas minas na Rússia, Canadá e Austrália, aumentando assim ainda mais sua produção. Diante de um novo cenário, em julho de 2000 a DE BEERS percebeu que teria de modificar sua estrutura para se adaptar ao novo sistema de distribuição ramificado emergente e anunciou formalmente ter cessado seus esforços para seguir controlando o suprimento mundial. Já no ano seguinte, detinha “apenas” cerca de 57% da produção, contra os históricos aproximadamente 80%.
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-Com a chegada deste novo milênio a exploração de minas de diamante continuaria sendo a jóia da coroa da empresa. Disso, ninguém duvidava. Mas, em 2001, o brilho mudou. Ficou mais intenso, glamoroso e cheio de charme. A mineradora sul-africana, gigante que até então dominava 65% do mercado mundial de extração de diamante bruto associou-se ao conglomerado de luxo Louis Vuitton Moët Hennessy (LVMH) para lapidar a sua imagem sob a forma de uma nova grife: a DE BEERS LV. A empresa que vendia apenas gemas brutas passou também a transformá-las em jóias luxuosas dignas de concorrer com a renomada joalheria Tiffany & Co. O local para sua estréia no mapa-múndi do luxo não poderia ter sido melhor. A primeira loja da DE BEERS LV foi inaugurada no ano de 2002 na Old Bond Street, sofisticada rua da cidade de Londres.
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De lá, a rede se espalhou para a movimentada avenida Ginza, de Tóquio (2003); a Quinta Avenida, em Nova York (2005) e a Rodeo Drive em Beverly Hills; e Las Vegas, Houston, Washington e Dubai (2007), mesmo ano em que lançou no mercado a primeira coleção masculina de jóias. Com a nova grife e suas criações, a DE BEERS queria mostrar que além de extrair pedras a mais de 100 metros de profundidade, sabia criar e transformar seus produtos em novos ícones do luxo. Recentemente, em 2008, a DE BEERS inaugurou joalherias nas cidades americanas de Dallas, San Francisco, Costa Mesa, Naples e Bal Harbour.
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Dados corporativos
● Origem: África do Sul
● Fundação: 1888
● Fundador: Barney Barnato e Cecil J. Rhodes
● Sede mundial: Southdale, África do Sul
● Proprietário da marca: The De Beers Group
● Capital aberto: Não
● Chairman: Nick Oppenheimer
● CEO & Presidente: Gareth Penny
● Faturamento: US$ 6.8 bilhões (estimado)
● Lucro: US$ 585 milhões (estimado)
● Lojas: 38
● Presença global: 60 países
● Presença no Brasil: Não
● Funcionários: 15.000
● Segmento: Joalheiro
● Principais produtos: Diamantes brutos e jóias lapidadas
● Slogan: A Diamond is Forever.
● Website: www.debeers.com
● Fundação: 1888
● Fundador: Barney Barnato e Cecil J. Rhodes
● Sede mundial: Southdale, África do Sul
● Proprietário da marca: The De Beers Group
● Capital aberto: Não
● Chairman: Nick Oppenheimer
● CEO & Presidente: Gareth Penny
● Faturamento: US$ 6.8 bilhões (estimado)
● Lucro: US$ 585 milhões (estimado)
● Lojas: 38
● Presença global: 60 países
● Presença no Brasil: Não
● Funcionários: 15.000
● Segmento: Joalheiro
● Principais produtos: Diamantes brutos e jóias lapidadas
● Slogan: A Diamond is Forever.
● Website: www.debeers.com
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A marca no mundo
A mineradora sul-africana De Beers, composta por um conglomerado de empresas envolvidas na mineração e comércio de diamantes, domina boa parte do mercado mundial de extração de diamante bruto, tendo como principais mercados o Japão e toda região asiática, Estados Unidos e Europa. De suas minas Na Namíbia, África do Sul, Botswana e Canadá, saem 40% dos diamantes brutos comercializados no mundo. Além disso, a empresa possui uma exclusive rede de joalherias de luxo com 38 lojas espalhadas por cidades como Londres, Paris, Nova York, Los Angeles, Tóquio, Kyoto, Osaka, Moscou e Dubai.
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Você sabia?
● Atualmente a DE BEERS possui como proprietários a Anglo American (45%), a família Oppenheimer (40%) e o Governo da República de Botswana (15%).
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A marca no mundo
A mineradora sul-africana De Beers, composta por um conglomerado de empresas envolvidas na mineração e comércio de diamantes, domina boa parte do mercado mundial de extração de diamante bruto, tendo como principais mercados o Japão e toda região asiática, Estados Unidos e Europa. De suas minas Na Namíbia, África do Sul, Botswana e Canadá, saem 40% dos diamantes brutos comercializados no mundo. Além disso, a empresa possui uma exclusive rede de joalherias de luxo com 38 lojas espalhadas por cidades como Londres, Paris, Nova York, Los Angeles, Tóquio, Kyoto, Osaka, Moscou e Dubai.
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Você sabia?
● Atualmente a DE BEERS possui como proprietários a Anglo American (45%), a família Oppenheimer (40%) e o Governo da República de Botswana (15%).
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 6/1/2010
As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 6/1/2010



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