20.6.06

XEROX

Imprimir imagens com alta definição. Escanear com qualidade. Digitalizar com perfeição. “Xerocar”. Copiar com cores vivas e muita nitidez. Quando o assunto é imagens não existe especialista maior no mundo que a XEROX, uma empresa líder em processos de negócios e gestão de documentos, oferece tecnologias, especialidades e serviços que permitem que negócios operem com maior precisão e eficiência, em qualquer situação.

A história
Chester Carlson nasceu em fevereiro de 1906, num lar desafortunado. Graduou-se em química e, pouco mais tarde, conquistou um diploma de físico no Instituto de Tecnologia da Califórnia. Depois de uma breve passagem como engenheiro pesquisador da Bell Telephone, onde ganhava um salário de US$ 35 por semana, foi trabalhar na seção de patentes da empresa de produtos eletrônicos P.R. Mallory and Company em Nova York. A história da XEROX começou quando em um dia normal de trabalho ele notou que o número de cópias de especificações de patentes disponíveis em sua seção nunca era suficiente para atender à demanda. Havia sempre necessidade de mais cópias. E pior: não existia no mercado método rápido e seguro de se obter cópias em quantidade e com qualidade aceitável. Começava a nascer um inventor.


Obstinado passou meses lendo todas as noites, na Biblioteca Pública de Nova York, tudo o que podia encontrar sobre processos de reprodução de imagens. Toda sua energia criadora se fixaria num capítulo que freqüentava somente as páginas teóricas dos manuais: a fotocondutividade. Na manhã do dia 22 de outubro de 1938, numa saleta do segundo andar de um edifício do bairro de Astoria, onde instalara seu improvisado laboratório, ele criou o processo que mais tarde se tornaria célebre em todo o mundo, sob a marca XEROX. Ele e seu assistente, o físico alemão Otto Kornei, cobriram uma placa de zinco com uma fina camada de enxofre. Em seguida, escreveram com tinta comum, sobre uma lâmina de vidro, os dizeres “10-22-38 ASTORIA”. Esfregaram com um lenço de algodão a placa metálica que se tornou carregada de eletricidade estática. Depois dessa operação, colocou a lâmina de vidro sobre a placa metálica e expôs o conjunto à luz de um refletor. Os raios de luz, conforme previa a teoria, drenaram toda a carga elétrica da chapa metálica deixando incólumes somente às regiões cobertas pela tinta dos dizeres, ou que serviu como uma máscara contra os efeitos dos raios luminosos. Retirada a lâmina de vidro, Carlson pulverizou a placa metálica com um pó conhecido como licopódio. Imediatamente, os dizeres “10-22-38 ASTORIA” se tornaram visíveis. E, para alegria dos dois pesquisadores, quando uma folha de papel foi pressionada contra a superfície metálica, a inscrição transferiu-se para ela. Essa foi a primeira cópia xerográfica do mundo.


Em 1942, já se podia colher sinais de que o jovem inventor não blefava. No dia 6 de outubro daquele ano conseguiu a patente para seu invento, que recebeu o número 2297691. Passados dois anos, Carlson finalmente convenceu os diretores de uma organização de pesquisa sem fins lucrativos a selar com ele um contrato que lhe dava recursos para comercializar o invento. A duras penas, conseguiu US$ 15 mil e com eles manteve sua parte no bolo que então começava a crescer. Em 1947, sua sorte começaria a mudar. O Batelle Memorial Institute celebrou um acordo com uma pequena empresa chamada Haloid, fundada em 1906 na cidade de Rochester em Nova York, que se dedicava a fabricar papel fotográfico e equipamentos. A Haloid conquistou o direito de desenvolver o que seriam as máquinas xerográficas. Seu estilo de vida e de trabalho e seus exemplos marcariam a pequena Haloid em sua trajetória rumo à XEROX. O próprio nome Xerox nasceria na era Haloid. O instituto e seus novos sócios concordaram que a palavra “eletrofotografia” tinha pouco apelo mercadológico e decidiram alterá-lo. Por sugestão de um professor de línguas clássicas da universidade de Ohio, mudou-se a denominação do invento de Carlson para xerografia, do grego xerox = seco e grafia = escrita. Tinha-se um nome, mas não um produto.


A Haloid inventou a palavra xerox para as novas copiadoras e, em 1948, ela se tornou marca registrada. No final da década de 40, John H. Dessauer, chefe de pesquisas, Chester Carlson e Joseph C. Wilson, presidente da empresa, fizeram uma exibição pública da Xeroxprinter. Tratava-se de um tosco aparelho xerográfico capaz de imprimir papel disposto em rolos dentro da máquina. O aparelho ganhou enorme publicidade, porém jamais foi comercializado. A primeira das máquinas xerográficas a ganhar as prateleiras veio à luz somente em 1949 quando foram introduzidas as primeiras copiadoras, que eram complicadas, lentas e muito grandes. O Modelo Xerox A foi rejeitado por ser muito complicado. Inspirada pelo modesto sucesso inicial de suas copiadoras, a empresa mudou seu nome em 1958 para Haloid Xerox Inc. Nesta época, estava em gestação, nos laboratórios da empresa, o protótipo do que seria um dos produtos mais bem sucedidos da moderna era industrial: a XEROX 914, que o mundo veio a conhecer no outono de 1959 e permitiu a distribuição de informação em massa no mundo. A designação 914, vinha do fato dela ser capaz de fazer cópias originais de até 9 por 14 polegadas (tamanho ofício). Tão interessante quanto o lançamento foi a estratégia de leasing adotada pela XEROX para seu novo produto, algo então inédito na indústria. O contrato de leasing valia algo em torno de US$ 95 por mês. Foi um estrondoso sucesso e impulsionou os balanços da empresa para a órbita somente ocupada pelas grandes corporações dos Estados Unidos, vendendo em menos de duas décadas mais de 200.000 unidades.


A empresa tornou-se XEROX CORPORATION oficialmente em 18 de abril de 1961 após ampla aceitação da XEROX 914, a primeira copiadora automática para escritório que utilizava papel comum. No ano seguinte, a copiadora 813 seria lançada e imediatamente transformada num sucesso de vendas. O mesmo se daria com o modelo 2400, batizado assim em razão do número de cópias que podia reproduzir em uma hora. Em todas elas, o espírito de Chester Carlson esteve presente. Da inquietação dele com tal estado de coisas surgiu a xerografia, o mais avançado processo de reprodução de imagens até hoje colocado à disposição do homem, que permite copiar a seco, em papel comum, qualquer original. Uma idéia singela que ganharia notoriedade mundial com o passar dos anos, mudando o dia-a-dia de milhões de pessoas. Uma idéia cujo formulador se tornaria um rico empresário e inventor de méritos reconhecidos universalmente e sobre cuja força se assentaria uma empresa dona de uma marca extremamente conhecida ao redor do planeta. Chester Carlson, finalmente desfrutando dos rendimentos dos seus duros anos de trabalho, desmaiou e faleceu no dia 19 de setembro de 1968 enquanto caminhava na Rua 57th, na cidade de Nova Iorque.


O novo século foi marcado pela crise e a ressurreição da empresa. Em todo o mundo a XEROX amargou, desde 2001, uma forte queda em suas vendas, associada a uma enorme crise de liquidez, causada pela necessidade de pagar nos Estados Unidos uma multa de US$ 10 milhões por erros contábeis, a maior da história por violação aos informes financeiros. Isso forçou a mudança de foco. O slogan da empresa passou a ser The Document Company. O aluguel de máquinas copiadoras passou ao segundo plano. A XEROX passou a se dedicar à venda de equipamentos (sobretudo de grande porte) e à prestação de serviços em larga escala. E assim a situação de crise começou a ser revertida. A XEROX que saiu da crise está mais sólida, mas ainda luta para não ser uma cópia pálida de si mesma. Em 2009, a empresa adquiriu a Affiliated Computer Services (ACS) por US$ 6.4 bilhões, operação que colocou a XEROX como líder mundial, além de permitir uma ampliação dos mercados.


A linha do tempo
1960
Inauguração do Centro de Pesquisa e Engenharia (Research and Engineering Center) em Webster, Nova York.
1966
Lançamento da TELECOPIER, primeira máquina de fax do mundo, que imprimia em papel sulfite.
1970
Inauguração do conhecido Xerox Palo Alto Research Center na cidade de Palo Alto na Califórnia. Atualmente este centro de pesquisa é um dos mais modernos do mundo.
Lançamento da impressora eletrostática.
1977
Lançamento da XEROX 9700, primeira impressora laser do mercado.
1980
Inauguração da primeira loja XEROX nos Estados Unidos.
1981
Desenvolvimento do sistema 8010 STAR INFORMATION SYSTEM, uma estação de trabalho que combinava um computador com edição de texto e criação gráfica onde os trabalhos podiam ser impressos em alta velocidade.
1983
Introdução da primeira copiadora digital colorida para impressão em tamanhos grandes.
1989
Lançamento da primeira copiadora de médio volume, com capacidade de reproduzir imagens a uma velocidade de 35 páginas por minuto.
1990
Anúncio do programa de satisfação total (Total Satisfaction Guarantee) para todos os seus produtos.
Lançamento das primeiras máquinas multifuncionais digitais de fax e copiadoras.
1991
Início do programa de coleta e reciclagem dos cartuchos das copiadoras e impressoras.
Lançamento do papel reciclável para ser utilizado em seus produtos.
1992
Início do XEROX PaperWorks, um programa que permitia mandar documentos para um FAX direto do computador.
2002
Lançamento do DocuColour IGEN3, equipamento de impressão digital de 100ppm full-colour.
2009
Lançamento da XEROX ColorQube 9200, primeira impressora multifuncional de cera sólida em alta velocidade, estabelecendo custo atrativo e benefícios ambientais. Sem comprometer a qualidade de impressão e a produtividade, esta impressora diminui o custo de páginas coloridas em mais de 62% em comparação às impressoras coloridas a laser e reduz sensivelmente o impacto ambiental da impressão.


O lendário PARC
Visto de fora, o lendário Centro de Pesquisas da XEROX, conhecido como PALO ALTO RESEARCH CENTER (PARC), localizado em Palo Alto na Califórnia é um lugar discreto, não muito diferente dos colégios da vizinhança, distribuídos ao longo da gigantesca avenida El Camino Real, que cruza o território californiano por uma rota aberta por frades pioneiros do velho oeste. Lá dentro, no lugar do esperado visual high-tech, paredes decoradas com desenhos feitos por crianças estrangeiras. Boxeadores pintados por um russo de 9 anos, jogadores de tênis de mesa esboçados por uma chinesa de 11 anos e assim por diante. Nada ali sugere o primeiro grande centro de pesquisas em computação pessoal da história. Local onde nasceu o ALTO, considerado o primeiro computador pessoal digno deste nome, lançado em 1973, quando o bilionário Bill Gates era calouro na Universidade de Harvard e Steve Jobs perambulava pela Índia em busca de iluminação divina. O lugar é uma espécie de “Meca da Cultura Tecnológica”.


Toda vez que você clica com um mouse sobre um ícone ou abre uma janela na tela do computador, você está usando uma tecnologia inventada no PARC. O PARC, sediado no coração do Silicon Valley, foi criado em 1970 como um laboratório de pesquisa para abastecer a Science Data Systems, empresa de informática comprada pela XEROX em 1969 por US$ 918 milhões, uma das maiores transações da história até aquele momento. Nos meses seguintes, a nata dos pesquisadores dedicados a ciência da computação, já estava reunida em Palo Alto. Todos arregimentados e regidos por Bob Taylor, chefe do Laboratório de Ciências da Computação (LCC) da empresa. Foi nesse tempo que se cunhou o bordão que o caracterizaria para sempre: “O melhor modo de prever o futuro é inventá-lo”.


O PARC contabiliza 55 mil patentes ao longo de sua história, e atualmente 5 mil cientistas e engenheiros contratados trabalham com um orçamento de US$ 1.5 bilhões para pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias e produtos. Para aproveitar essa oferta de cérebros a XEROX mantém estreita colaboração com universidades da América do Norte, Europa, Rússia, China e Índia, além de parcerias com outras empresas na área eletromecânica e uma aliança com a Universidade de Alberta, no Canadá, focada em nanotecnologia. Somente 50% dos negócios originados no PARC são para a XEROX. Os demais são projetos de parceiros. Isso é possível porque, em 2002, o centro de pesquisas foi separado da empresa, tornando-se uma empresa praticamente independente. O modelo evoluiu e, desde 2005, o PARC, presidido por Marc Bernstein, funciona também como uma incubadora de empresas embrionárias. Entre as inovações mais recentes, está a demonstração de um novo tipo de impressão que usa papel reutilizável. Destinado a impressões temporárias (como de e-mail ou documentos da Web para consulta pontual, que perfazem 45% das impressões diárias), o papel “apaga” o texto ou a imagem ao fim de 24 horas, ficando pronto para nova impressão.


Uma empresa inovadora
A XEROX é considerada uma das mais inovadoras empresas globais, responsável pelo desenvolvimento de tecnologias como o mouse, a interface gráfica, o padrão de rede ethernet e, mais recentemente, diodos orgânicos de emissão de luz (OLED) e o papel digital (Gyricon), dois componentes potencialmente revolucionários na arquitetura de interação HOMEM-MÁQUINA-INFORMAÇÃO. A empresa investe quase US$ 781 milhões anualmente em pesquisas. Atualmente a XEROX possui 9.400 patentes ativas.


O nome
A marca XEROX ficou tão associada à idéia de fotocópia que se tornou sinônimo de uma categoria. No Brasil e em muitos países é comum o uso da palavra como sinônimo de máquina fotocopiadora ou de fotocópia, assim como o uso do verbo xerocar como sinônimo de fazer uma fotocópia. Entretanto, a empresa não endossa o uso da palavra nesses casos. A principal preocupação é que a palavra se torne uma “trademark genérica”, implicando em riscos aos direitos sobre a marca.


A evolução visual
Durante sua longa e rica história a XEROX já possuiu inúmeros logotipos. A palavra XEROX apareceu pela primeira vez no logotipo somente em 1948. Mais de uma década depois, em 1961, surgiu o logotipo, em azul, com a tipologia utilizada até 2007, que a partir de 1994 adotou oficialmente a cor vermelha.


No começo de 2008, a XEROX anunciou sua nova identidade visual que marcava o novo posicionamento da empresa no mercado. O nome da empresa em vermelho, usado por 14 anos em diferentes versões, foi trocado por uma versão em letras minúsculas, acompanhado por uma esfera vermelha marcada por um “X” branco com traços prateados. A adoção de novo logotipo tinha como objetivo desvincular da imagem de fabricante de copiadoras e destacar seus outros produtos, como softwares e impressoras coloridas, refletindo o novo posicionamento da empresa de inovação digital e facilidade de conexões.


Os slogans
Ready for real business. (2010)
A New Way to Look at It. (2002)
The Document Company. (1994)
Putting It Together. (1990)
It’s a miracle. (1975)


Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 1906
● Fundador: Chester Carlson
● Sede mundial: Norwalk, Connecticut
● Proprietário da marca: Xerox Corporation
● Capital aberto: Sim (1961)
● Chairman & CEO: Ursula Burns
● Presidente:
James Firestone
● Faturamento: US$ 21.6 bilhões (2010)
● Lucro: US$ 606 milhões (2010)
● Valor de mercado: US$ 13.8 bilhões (maio/2011)
● Valor da marca: US$ 6.109 bilhões (2010)
● Presença global: 160 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 136.000
● Segmento: Tecnologia da informação e documentação
● Principais produtos: Copiadoras, impressoras, scanners e softwares
● Principais concorrentes:
HP, Canon, Sharp e Ricoh
● Ícones: O “X” de seu logotipo
● Slogan:
Ready for real business.
● Website:
www.xerox.com

O valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca XEROX está avaliada em US$ 6.109 bilhões, ocupando a posição de número 59 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. A empresa também ocupa a posição de número 121 no ranking da revista FORTUNE 500 (empresas de maior faturamento no mercado americano) de 2011.

A marca no Brasil
A subsidiária brasileira é líder em tecnologia para gestão de documentos e processos de negócios, com sede no Rio de Janeiro desde 1965. Seu portfólio inclui um amplo conjunto de scanners, impressoras e multifuncionais de tecnologia laser, cera sólida ou HiQ Led para escritórios, assim como equipamentos digitais de impressão corporativa em alto volume ou produção gráfica digital, e serviços relacionados a documentos ou processos de negócios. A XEROX do Brasil é formada por um time de 3 mil profissionais dedicados a assegurar a disponibilidade de mais ampla oferta de produtos, soluções e serviços da empresa em nível nacional com suporte de marketing, canais e operações por meio de uma ampla rede de parceiros de canais, revendas, distribuidores e provedores de serviços em todo o território nacional.


A marca no mundo
A empresa mantém operações em cerca de 160 países, tendo mais de 6.500 agentes autorizados, empregando 136 mil funcionários e alcançado faturamento superior a US$ 21 bilhões. A XEROX é a líder global no negócio de gerenciamento de documentos, oferecendo a mais inovadora gama de produtos, serviços e soluções para documentos da indústria.

Você sabia?
Aproximadamente 25% de toda a receita com as vendas de equipamentos são resultantes de equipamento em cores.
A primeira máquina copiadora do mundo, a 914 foi apresentada há mais de 50 anos pela XEROX. Dos três modelos ainda em funcionamento no mundo, uma está no Brasil, na matriz da empresa, no Rio de Janeiro. Os outros dois últimos foram doados para o Smithsonian Museum e a Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Time e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 25/5/2011

5 comentários:

Anônimo disse...

Adorei conhecer toda a história da xerox, seu fundador, o ano, passo a passo de manuseá-la, enfim...foi mum conhecimento ah digamos ilustre e inconsebível, com certeza.

UM ABRAÇO, CARLA

Davidson Lima disse...

Parabéns pelo post, realmente muito curioso.

T+

José Márcio Ferreira da Silva disse...

Olá, muito bom seu post sobre esta grande empresa, gostaria de saber se posso usar um link desta matéria para o meu blog que fala sobre Tecnologia de Impressão.
marcioleitaoexpress.wordpress.com

Obrigado!

Márcio Leitão

Ozelia disse...

É sim uma história muito interessante, e uma marca reconhecida só tem que ter cuidado para que não vá parar no museu já que história fica só no passado e nas lembranças.

email marketing disse...

Muito bom !