Ele é conhecido pelo primor do texto jornalístico. Tornou-se numa bíblia e referência para o mundo, pelo prestígio. Corre a lenda que uma notícia só adquire status depois de publicada em suas páginas. O jornal tem milhares de anunciantes, o que lhe dá independência econômica e política. Chega a esnobar certos anúncios de milhares de dólares, e ainda se acha no direito de criticar algumas dessas propagandas. Essa é a personalidade do THE NEW YORK TIMES, o jornal mais conhecido e conceituado do mundo.-
A história
O tradicional jornal americano foi fundado em 18 de setembro de 1851 pelo jornalista e político Jarvis Raymond e o banqueiro George Jones com o nome New-York Daily Times, com tiragem matutina todos os dias da semana, exceto no domingo. O jornal foi lançado tendo como público alvo uma parcela mais intelectualizada do público novaiorquino. As edições de domingo começaram a ser vendidas no dia 21 de abril de 1861 devido ao interesse do público na cobertura da Guerra Civil Americana. Não demorou muito para a influência do jornal transpor a fronteiras de Nova York. Em 1883, como parte de uma verdadeira guerra por participação de mercado, o preço do jornal é reduzido a 2 cents para concorrer com o The Sun e o The World.
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Em 1896 o jornal foi comprado por apenas US$ 75.000, por Adolph Simon Ochs, um editor da cidade de Chattanooga, quando passava por dificuldades financeiras. Nesta época, ele cunhou a famosa campanha publicitária com o slogan “All the news that’s fit to print” (em tradução livre Todas notícias dignas de publicação), que até os dias de hoje aparece na primeira página do jornal. O novo editor revolucionou o THE NEW YORK TIMES. Ele queria um jornal capaz de ter semelhança com uma mesa de café, na qual “não se maculasse a toalha da manhã”. As idéias empregadas para obter um produto de qualidade incluíam imparcialidade, noticiário completo, escrito de forma concisa, atraente, com linguagem polida, e saindo mais cedo. Sua influência dentro do jornal foi tanta que as recomendações e a filosofia implantada por ele são seguidas com fervor quase religioso até os dias de hoje. Eis a fórmula adotada por Ochs, a qual foi se aperfeiçoando, de acordo com as mudanças da sociedade e as exigências do leitor:
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THE NEW YORK TIMES é a mais sólida instituição familiar dos Estados Unidos. Os descendentes continuam participando ou influenciando no seu destino. Nenhum governo quis briga com o jornal. Sempre que os presidentes daquele país são convidados para uma cerimônia ou entrevista, na sua sede, comparecem. Houve casos em que o jornal foi consultado pelo governo sobre a nomeação de algumas autoridades. Lyndon Johnson tinha um telefone direto com o comando do jornal. John Kennedy, que estudou jornalismo, trabalhou por duas vezes no órgão.
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Ainda em 1896, no dia 1 de dezembro o jornal passa a se chamar THE NEW YORK TIMES. Ganhou o seu primeiro Prêmio Pulitzer (o mais importante do jornalismo mundial) para reportagens jornalísticas e artigos sobre a Primeira Guerra Mundial em 1918. No ano seguinte realizou sua primeira entrega transatlântica para Londres através de um dirigível. Era o começou de uma grande expansão internacional do jornal. Em 1946, o jornal lançou a edição internacional (International Edition), mas parou de publicá-la em 1967 quando juntou-se aos jornais Herald Tribune e The Washington Post para publicar o International Herald Tribune em Paris. Em 1974 a redação do jornal entrou na era dos computadores, ganhando muito mais agilidade e qualidade. Os cadernos especiais (Sports Monday, Science Times, Living e Home) com assuntos específicos como esportes, ciências, decoração, entre outros, começaram a circular entre 1976 e 1978. O jornal entrou na “Era das Cores” em 1997 quando a primeira foto colorida de capa foi publicada em 16 de outubro: era do jogador de Beisebol Tony Fernandez da equipe do Cleveland Indians. Atualmente, a "Bíblia do jornalismo americano", está sufocado por dívidas (US$ 1.1 bilhões), pela recessão e pela internet, problemas que se somaram a decisões duvidosas do grupo empresarial, como a compra do Boston Globe e a construção de uma suntuosa sede na Oitava Avenida, no coração de Nova York. Especula-se que o jornal poderia operar só na Internet de segunda a sábado, preservando em papel a edição dominical – nela, anúncio avulso em cor e página inteira custa US$ 270.000. Mas ninguém descobriu como viabilizar-se financeiramente na Internet, arrecadando o bastante para bancar um jornalismo de alto padrão. O site do próprio NEW YORK TIMES é um bom exemplo. É uma pérola do jornalismo on-line. Com 20 milhões de visitantes por mês, oferece perfis e gráficos interativos, tem um arquivo com matérias do século XIX, áudios e vídeos de qualidade irretocável e oferece links até para a concorrência. Mas não se sustenta. Em média, seus visitantes ficam no site 35 minutos – por mês. Ou 1,10 minuto por dia. Não dá tempo de ler nem um gibi. É como se os internautas passassem numa banca, dessem uma olhada nos títulos expostos e fossem embora. Sem ler nada. E para piorar, mandar repórteres ao Darfur, à Amazônia ou ao Tibete, o jornal gasta US$ 200 milhões por ano.
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A linha do tempo
1861
● Em 11 de dezembro é publicada a primeira ilustração de capa feita por Henry J. Raymond.
1893
● O jornal começou a ser impresso com partes coloridas.
1896
● Começou a circular junto com o jornal aos domingos a revista Sunday Magazine, mostrando as primeiras fotografias exibidas no jornal.
1910
● Acontece a primeira entrega do jornal via aérea para a cidade da Philadelphia.
1919
● Tornou-se o único jornal do mundo a editar o Tratado de Versailles.
1942
● As famosas palavras-cruzadas foram publicadas pela primeira vez, passando a serem publicadas diariamente no jornal em 1950.
1946
● Início da publicação da sessão de moda.
1949
● As primeiras previsões do tempo são publicadas em 2 de fevereiro.
1967
● O topo da primeira página foi totalmente re-estilizado.
1978
● Lançamento da seção de negócios na edição do dia 17 de maio.
1980
● Início da publicação da Edição Nacional em Chicago.
1984
● Início da publicação das programações das televisões a cabo no jornal em 29 de janeiro.
1987
● A edição de domingo de 13 de setembro foi publicada contendo 1.612 página, um recorde para a época.
1996
● Lançamento da página na Internet. Atualmente recebe mais de 20 milhões de visitantes mensalmente, sendo a página de Internet de jornal mais acessada do mundo.
2004
● Lançamento em 29 de agosto da nova revista chamada The New York Style Magazine.
● Relançamento de inúmeras seções como Real Estate (imobiliário), SunadyBusinness (negócios), Book Review & Culture (cultura) e Travel (viagens).
2006
● Lançamento no dia 5 de fevereiro da revista de esporte do jornal chamada PLAY.
● Lançamento no dia 10 de setembro da revista imobiliária do jornal chamada KEY.
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A influência do jornal
O jornal THE NEW YORK TIMES, conhecido como “A velha dama cinzenta”, tornou-se famoso não apenas pelos furos de reportagens, uma de suas especialidades. Na tragédia do Titanic em 14 de abril de 1912 esteve à frente dos acontecimentos. Abocanhou quase uma centena do mais famoso prêmio de jornalismo do mundo, o Pulitzer. Por diversas vezes envolveu-se em processos, por crimes de informação, saindo-se quase sempre vitorioso, ao alegar o espírito da Primeira Emenda à Constituição americana. O mais famoso dos processos travado com o governo diz respeito à publicação de documentos secretos do Pentágono, sobre a Guerra do Vietnã. Para se ter uma idéia da qualidade do jornal, em 2001, recebeu nada menos que 6 Prêmio Pulitzer pela sensacional cobertura dos atentados de 11 de setembro à Torres Gêmeas. Em toda sua história conquistou 101 prêmios Pulitzer, o mais importante de jornalismo e literatura do mundo. Ao longo de 15 décadas o THE NEW YORK TIMES conquistou o poder de conferir credibilidade quase absoluta às notícias e às análises que estamparam suas páginas e sempre se orgulhou de ostentar no alto da primeira página o slogan “Todas as notícias dignas de publicar”. Atualmente, seu staff, composto por cerca de 350 jornalista e mais de 40 fotógrafos, está entre os mais respeitados do mundo.
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A sede
A famosa rua Times Square foi nomeada assim por causa do jornal, que em 2 de janeiro de 1905 mudou sua sede para a região no famoso Times Tower. A região recebeu este nome pois o tradicional jornal era chamado por seus leitores de Times. Cerca de 7 anos mais tarde, com o jornal crescendo rapidamente e precisando de mais espaço físico, sua sede é mudada novamente para um prédio anexo localizado na 229 West 43rd Street. Em junho de 2007, o jornal deixou sua tradicional sede, que ocupou por quase 100 anos, e mudou-se para as novas instalações, na Oitava Avenida, a poucos quilômetros da antiga sede. O novo edifício, projetado por Renzo Piano com custo estimado de US$ 550 milhões, que acolhe a redação do THE NEW YORK TIMES, tem 52 andares de altura e é revestido em cerâmica e cristal, sendo dotado das mais modernas tecnologias. Devido a grave crise financeira, o NYT foi forçado, devido ao pesado endividamento, a vender parte do prédio por US$ 225 milhões em 2009.
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Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 18 de setembro de 1851
● Fundador: Henry Jarvis Raymond e George Jones
● Sede mundial: New York City, New York
● Proprietário da marca: The New York Times Company
● Capital aberto: Não
● Chairman: Arthur O. Sulzberger Jr.
● CEO & Presidente: Janet L. Robinson
● Editor: Bill Keller
● Faturamento: US$ 2.9 bilhões (estimado)
● Lucro: - US$ 57.8 milhões (estimado)
● Leitores: 5 milhões diariamente
● Presença global: + 100 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 10.231
● Segmento: Informações
● Principais produtos: Jornal
● Ícones: As manchetes de sua primeira páginas
● Slogan: All the news that’s fit to print.
● Website: www.nytimes.com
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A marca no mundo
Um dos jornais mais lidos do planeta, com mais de 5 milhões de leitores diários, possuí 27 escritórios (bureaus ou sucursais) nos Estados Unidos e 26 no exterior, tendo uma tiragem diária, somente nos Estados Unidos, de 1.000.665 unidades, alcançando 1.438.585 cópias nas edições de domingo (Sunday). Existem três edições do famoso e renomado jornal: New York, Northeast (servindo Washington e New England) e a Nacional. O jornal custa US$ 1.25 (de segunda-feira à sábado) e US$ 4 (edição de domingo).
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 2/2/2009
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-A linha do tempo
1861
● Em 11 de dezembro é publicada a primeira ilustração de capa feita por Henry J. Raymond.
1893
● O jornal começou a ser impresso com partes coloridas.
1896
● Começou a circular junto com o jornal aos domingos a revista Sunday Magazine, mostrando as primeiras fotografias exibidas no jornal.
1910
● Acontece a primeira entrega do jornal via aérea para a cidade da Philadelphia.
1919
● Tornou-se o único jornal do mundo a editar o Tratado de Versailles.
1942
● As famosas palavras-cruzadas foram publicadas pela primeira vez, passando a serem publicadas diariamente no jornal em 1950.
1946
● Início da publicação da sessão de moda.
1949
● As primeiras previsões do tempo são publicadas em 2 de fevereiro.
1967
● O topo da primeira página foi totalmente re-estilizado.
1978
● Lançamento da seção de negócios na edição do dia 17 de maio.
1980
● Início da publicação da Edição Nacional em Chicago.
1984
● Início da publicação das programações das televisões a cabo no jornal em 29 de janeiro.
1987
● A edição de domingo de 13 de setembro foi publicada contendo 1.612 página, um recorde para a época.
1996
● Lançamento da página na Internet. Atualmente recebe mais de 20 milhões de visitantes mensalmente, sendo a página de Internet de jornal mais acessada do mundo.
2004
● Lançamento em 29 de agosto da nova revista chamada The New York Style Magazine.
● Relançamento de inúmeras seções como Real Estate (imobiliário), SunadyBusinness (negócios), Book Review & Culture (cultura) e Travel (viagens).
2006
● Lançamento no dia 5 de fevereiro da revista de esporte do jornal chamada PLAY.
● Lançamento no dia 10 de setembro da revista imobiliária do jornal chamada KEY.
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-A influência do jornal
O jornal THE NEW YORK TIMES, conhecido como “A velha dama cinzenta”, tornou-se famoso não apenas pelos furos de reportagens, uma de suas especialidades. Na tragédia do Titanic em 14 de abril de 1912 esteve à frente dos acontecimentos. Abocanhou quase uma centena do mais famoso prêmio de jornalismo do mundo, o Pulitzer. Por diversas vezes envolveu-se em processos, por crimes de informação, saindo-se quase sempre vitorioso, ao alegar o espírito da Primeira Emenda à Constituição americana. O mais famoso dos processos travado com o governo diz respeito à publicação de documentos secretos do Pentágono, sobre a Guerra do Vietnã. Para se ter uma idéia da qualidade do jornal, em 2001, recebeu nada menos que 6 Prêmio Pulitzer pela sensacional cobertura dos atentados de 11 de setembro à Torres Gêmeas. Em toda sua história conquistou 101 prêmios Pulitzer, o mais importante de jornalismo e literatura do mundo. Ao longo de 15 décadas o THE NEW YORK TIMES conquistou o poder de conferir credibilidade quase absoluta às notícias e às análises que estamparam suas páginas e sempre se orgulhou de ostentar no alto da primeira página o slogan “Todas as notícias dignas de publicar”. Atualmente, seu staff, composto por cerca de 350 jornalista e mais de 40 fotógrafos, está entre os mais respeitados do mundo.
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-A sede
A famosa rua Times Square foi nomeada assim por causa do jornal, que em 2 de janeiro de 1905 mudou sua sede para a região no famoso Times Tower. A região recebeu este nome pois o tradicional jornal era chamado por seus leitores de Times. Cerca de 7 anos mais tarde, com o jornal crescendo rapidamente e precisando de mais espaço físico, sua sede é mudada novamente para um prédio anexo localizado na 229 West 43rd Street. Em junho de 2007, o jornal deixou sua tradicional sede, que ocupou por quase 100 anos, e mudou-se para as novas instalações, na Oitava Avenida, a poucos quilômetros da antiga sede. O novo edifício, projetado por Renzo Piano com custo estimado de US$ 550 milhões, que acolhe a redação do THE NEW YORK TIMES, tem 52 andares de altura e é revestido em cerâmica e cristal, sendo dotado das mais modernas tecnologias. Devido a grave crise financeira, o NYT foi forçado, devido ao pesado endividamento, a vender parte do prédio por US$ 225 milhões em 2009.
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-Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 18 de setembro de 1851
● Fundador: Henry Jarvis Raymond e George Jones
● Sede mundial: New York City, New York
● Proprietário da marca: The New York Times Company
● Capital aberto: Não
● Chairman: Arthur O. Sulzberger Jr.
● CEO & Presidente: Janet L. Robinson
● Editor: Bill Keller
● Faturamento: US$ 2.9 bilhões (estimado)
● Lucro: - US$ 57.8 milhões (estimado)
● Leitores: 5 milhões diariamente
● Presença global: + 100 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 10.231
● Segmento: Informações
● Principais produtos: Jornal
● Ícones: As manchetes de sua primeira páginas
● Slogan: All the news that’s fit to print.
● Website: www.nytimes.com
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A marca no mundo
Um dos jornais mais lidos do planeta, com mais de 5 milhões de leitores diários, possuí 27 escritórios (bureaus ou sucursais) nos Estados Unidos e 26 no exterior, tendo uma tiragem diária, somente nos Estados Unidos, de 1.000.665 unidades, alcançando 1.438.585 cópias nas edições de domingo (Sunday). Existem três edições do famoso e renomado jornal: New York, Northeast (servindo Washington e New England) e a Nacional. O jornal custa US$ 1.25 (de segunda-feira à sábado) e US$ 4 (edição de domingo).
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 2/2/2009


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