29.5.06

BACARDI


Quando pensamos em rum, logo o que vem em nossas mentes são imagens de piratas. Uma associação muito explorada em histórias, desenhos e filmes. Agora, quando pensamos em marca de rum, a BACARDÍ é a mais famosa e proeminente do mundo. Não importa onde o rum seja feito, com que ingrediente é misturado, quando a marca do morcego está presente, todos sabem que é BACARDÍ, cujo sabor exclusivo inspirou os pioneiros da coquetelaria a inventar alguns dos drinques mais famosos do mundo, entre os quais o Mojito, o Daiquiri e a Cuba Libre. 

A história 
Facundo Bacardí Massó nasceu em Sitges (próximo à Barcelona) no ano de 1814. Tinha apenas 14 anos quando imigrou para Cuba, onde prosperou como importador de vinhos e outras mercadorias. Em meados do século XIX, o catalão conheceu um especialista francês em vinhos que decidiria a sua vida frente ao rum mais popular até então: o jamaicano. Este “vinho de açúcar”, como também era chamado esse aguardente obtido pela fermentação e destilação do melaço ou da trituração de cana de açúcar fresca, possuía características refinadas e aroma suave, capaz de curar doenças e exorcizar até os “demônios” do corpo. Porém, o paladar agressivo do rum, uma bebida de péssima qualidade na época, causava muita dor de cabeça e desconforto no dia seguinte. Era a conhecida ressaca. Foi então que Facundo criou uma fórmula secreta de um rum encorpado, porém mais suave e muito agradável ao paladar. Primeiramente começou a produzir para o seu próprio consumo um rum refinado graças às técnicas apuradas de filtragem, para as quais utilizava carvão com o objetivo de reter as impurezas e conseguir assim um sabor agradável, que melhorava muito o paladar da bebida, deixando-a não tão forte. Seus amigos começaram a experimentar a bebida e logo fizeram a fama de Don Facundo, que começou a distribuir cada vez mais o rum entre seus conhecidos. Esta pequena distribuição entre familiares e conhecidos deu origem a ideia de estabelecer um pequeno comércio para então colocar à venda a bebida.


Foi então que no dia 4 de fevereiro de 1862, Don Facundo Bacardí comprou por 3.500 pesos uma pequena e modesta destilaria em Santiago de Cuba fundando assim a empresa Rum Bacardí y Compañia. A destilaria, com telhados de zinco, possuía velhos alambiques feitos de cobre e ferro para destilar rum, barris de envelhecimento, tanques de fermentação, além de uma colônia de morcegos que vivia nas vigas da velha casa, o que explica a presença da figura do animal nas garrafas do tradicional rum. Nesse dia, um ato muito simbólico ocorreu. Don Facundo plantou uma palmeira em frente à destilaria para simbolizar o nascimento de seu rum.


Em dois anos, Don Facundo experimentou diversas formas de destilar e filtrar o rum, armazenou-o em barris de carvalho, trazidos dos Estados Unidos e do Canadá, e finalmente encontrou a “fórmula Bacardí”. Durante anos, a empresa se esforçou para sobreviver em meio à guerra da independência de Cuba e cresceu em torno da palmeira plantada por Don Facundo. Mesmo assim, em 1876, o rum conquistou a medalha de ouro na Exposição da Filadélfia. No ano seguinte, Don Facundo aposentou-se, passando o comando da destilaria para seu filho Emilio e o segredo de seu rum para seu outro filho, Facundo M. O primeiro seguiu o caminho da política e das artes e coube a Facundo M. dar continuidade ao grande negócio que seu pai havia criado. Em meados de 1890, seu terceiro filho, José, abriu um escritório de vendas na cidade de Havana.


Em 1898, após a derrota da Espanha na guerra hispano-americana, a popularidade da empresa cresceu com a invenção de dois novos drinques: a Cuba Libre, uma mistura de rum e Coca-Cola, que surgiu em 1900 quando um grupo de soldados americanos que estava de folga em Havana pediu BACARDÍ com Coca-Cola, gelo e lima fresca, e logo depois de experimentarem o drinque, um deles sugeriu que brindassem à “Cuba Libre” (“À Liberdade de Cuba), surgindo assim o nome do famoso drinque; e o Daiquiri, criado em 1910 pelo americano e engenheiro de mineração Jennings Stockton Cox que misturou rum, lima fresca e açúcar. Ainda nesse ano, o rum BACARDÍ foi engarrafado pela primeira vez fora de Cuba, em uma recém-inaugurada fábrica na cidade espanhola de Barcelona, o que deu início a uma larga expansão internacional, transformando a empresa na primeira corporação cubana multinacional. Nos anos seguintes, Emilio expandiu a empresa para a Espanha, Estados Unidos e construiu uma nova destilaria em Santiago de Cuba.


Após sua morte, com o início da lei-seca nos Estados Unidos, seu cunhado, Henri Schueg, terminou a construção do edifício da BACARDÍ, em estilo Art Deco, na cidade de Havana. O edifício atraiu um enorme número de turistas americanos que se reuniam para consumir coquetéis da BACARDÍ, como por exemplo, Piña Colada e Mojitos. Nos anos de 1930, a empresa internacionalizou sua produção. Em 1931, inaugurou uma fábrica no México. Após o término da Segunda Guerra Mundial, a empresa constituiu um escritório na cidade de Nova York para atender exclusivamente o crescente mercado americano, além de construir, em 1958, uma fábrica em Porto Rico, conhecida como “A Catedral do Rum”, considerada atualmente a maior do mundo.


Tudo ia bem até que, o jovem advogado Fidel Castro, que estabelecera um núcleo guerrilheiro em Cedera Maestria, derrubou o regime de Fulgencio Batista em 1958, e assumiu o controle da ilha em 1959, confiscando ilegalmente os ativos da BACARDÍ, então estimados em US$ 76 milhões, obrigando a família a exilar-se nos Estados Unidos. Nessa época o crescimento da empresa não era nada satisfatório e com o novo regime de esquerda na ilha caribenha a família construiu novas instalações nas Bahamas, Canadá, Estados Unidos e Espanha. Além disso, passou a produzir seu rum em novas instalações no Brasil em 1961. Apesar disso, Fidel Castro tentou vender o rum, pois achava que havia se apoderado da marca. Porém a BACARDÍ ganhou todos os casos e processos nas cortes da Inglaterra, França, Israel e Japão, onde ele tentou vender o produto. Em meados da década de 1970, o rum da BACARDÍ tinha se transformado no maior sucesso de vendas nos Estados Unidos e consequentemente no mundo. Isto ficou evidente em 1978, quando o rum BACARDÍ PREMIUM se transformou no mais vendido do mundo, com 16 milhões de caixas comercializadas. O consumo da bebida era tamanho, que já em 1983 foram vendidas aproximadamente 200 milhões de caixas.


Na década de 1990, a empresa diversificou sua gama de produtos com lançamentos de diversas versões do rum misturadas aos mais infindáveis sabores de frutas, além de, em 1993, adquirir a tradicional Martini, empresa italiana fabricante do legítimo vermute. Além disso, introduziu uma linha de famosos drinques, como Daiquiri, Piña Colada e Margarita, misturados ao rum BACARDÍ e sucos de frutas prontos para o consumo. Essa diversificação em sua linha de produtos transformou a marca popular entre os jovens, especialmente através dos runs com sabores. Em 2008, aderindo à tendência já seguida por grandes marcas a BACARDÍ inaugurou uma loja conceito em Nassau, nas Bahamas, onde são vendidos os produtos das várias marcas do portfólio da empresa, além de acessórios que não têm exatamente a ver com bebidas, como camisas e bonés, além de itens e lembranças exclusivas. Pouco depois, em 2009, no lançamento mundial das novas embalagens da linha de runs com sabores, com o objetivo de agregar os conceitos de estilo e sofisticação á marca, novos sabores para a bebida também foram anunciados. Eram sete as opções de sabores para o rum: limão, laranja, framboesa, maça, pêssego, melancia e coco.


Depois de mais de 150 anos de tradição, 550 importantes prêmios internacionais, não é estranho que o rum BACARDÍ seja o mais popular e vendido do mundo. E qual a fórmula para tanta longevidade? Simples, a empresa guarda com zelo a fórmula da bebida, que passou de geração em geração. O segredo do rum é a cepa de fermento isolada, de alta qualidade, usada por Don Facundo Bacardí, assim como a seleção de melaço residual de cana de açúcar, a filtragem e o desenvolvimento da arte da mistura. Além é claro, da presença do morcego.


A linha do tempo 
1862 
Lançamento do BACARDÍ CARTA BLANCA, o clássico e original rum da marca. Esse rum é atualmente chamado oficialmente de SUPERIOR. 
1987 
Lançamento do BACARDÍ BREEZER, uma bebida alcoólica com 4 a 5% de rum e sabores variados de frutas como limão, abacaxi, laranja, melancia, entre outros. Inicialmente esta bebida foi desenvolvida para o mercado americano. 
1993 
Lançamento de uma bebida em lata que misturava o rum BACARDÍ com Coca-Cola. Uma espécie de cuba libre pronta para beber. 
1995 
Lançamento do BACARDÍ LIMÓN, combinação do tradicional rum Carta Blanca com frutas cítricas como limão e lima, resultando em uma acidez agradável e uso bastante versátil, especialmente na preparação de drinques. 
1996 
Lançamento do BACARDÍ SPICE, rum com 40% de graduação alcoólica derivado de uma combinação de nove tipos de runs e especiarias como gengibre e canela, envelhecido por dois anos em barris de carvalho. 
2001 
Lançamento do BACARDÍ O, um rum extremamente saboroso feito com misturas de laranja, tangerina e mandarim. Nos primeiros quatros meses de mercado foram vendidas 230 mil caixas do produto. 
2002 
Lançamento do BACARDÍ SILVER, bebida pronta para beber que misturava rum à sabores cítricos. 
2003 
Lançamento do BACARDÍ COCONUT, uma bebida composta pela mistura do rum com a essência do coco. 
Lançamento do BACARDÍ RAZZ, rum cuidadosamente produzido, trazendo essências de framboesas e cerejas doces e escuras. 
2006 
Lançamento do BACARDÍ BIG APPLE, elaborado através das melhores e mais saborosas maçãs verdes, como Fuji, Golden Delicious e Granny Smith, que combinadas ao rum resultam em um incrível e único sabor. O produto se tornou um dos mais importantes e vendidos da marca no mundo. 
Lançamento do BACARDÍ MOJITO, uma bebida pronta para beber com rum, limão e hortelã. 
Lançamento do BACARDÍ GRAND MÉLON, uma mistura de rum com suco de melancia. 
2007 
Lançamento do BACARDÍ SILVER RAZ, uma mistura exótica de rum com framboesa. 
Lançamento BACARDÍ PEACH RED, uma mistura de rum com pêssego. 
2009 
Lançamento do BACARDÍ DRAGON BERRY, uma mistura exótica de rum, suco de morango e “Dragon Fruit”, uma fruta conhecida no Brasil como Pitaia. 
2010 
Lançamento do BACARDÍ TORCHED CHERRY, uma mistura de rum, cerejas de Barbados e uma planta africana chamada Torched Aloe. 
2011
Lançamento do BACARDÍ ARCTIC GRAPE, uma mistura de rum com uvas brancas. 
2012 
Lançamento das versões BACARDÍ WOLF BERRY (rum com sabores do blueberry, conhecido como mirtilho, e do exótico wolfberry) e BACARDÍ BLACK RAZZ (rum misturado com sapote negro mexicano e framboesa). 
Lançamento das variações BACARDÍ MOJITO e BACARDÍ PIÑA COLADA nas versões light, com calorias reduzidas. 
Para homenagear os 150 anos de experiência e arte na produção do rum, oito Maestros de Ron (Misturadores Mestres), todos membros da família Bacardí, combinaram seus talentos extraordinários para criar uma edição limitada muito especial, batizada de RON BACARDÍ DE MAESTROS DE RON, VINTAGE, MMXII®. Uma mistura dos mais finos runs que repousaram em barris de carvalho nos últimos 20 anos e foram finalizados em barris antigos de conhaque de 60 anos. A mistura de última qualidade é apresentada em um decânter de cristal soprado a mão de 500 ml em um estojo de couro e com preço de US$ 2.000. Realmente limitados, apenas 400 decânteres foram disponibilizados para compra em aeroportos internacionais selecionados e estabelecimentos de varejo de primeira linha em todo o mundo. 
2013 
Lançamento do BACARDÍ BIG PINEAPPLE, um rum com sabor de abacaxi. 
Lançamento do BACARDÍ PINEAPPLE INFUSION, um rum com a mistura de abacaxi e coco.


A empresa conta ainda com outras derivações de rum como o BACARDÍ 8, originalmente uma bebida particular da família Bacardí, é o rum mais sofisticado e complexo da marca, amadurecido por mais de oito anos em barris de carvalho cuidadosamente selecionados; BACARDÍ SELECT (rum com 40% de graduação alcoólica); BACARDÍ RESERVA LIMITADA, feito de runs amadurecidos em tonéis de carvalho branco americano ligeiramente queimados e somente disponível no Centro de Visitantes da Casa Bacardí (em Cataño, Porto Rico), na loja da marca em Nassau ou em lojas refinadas em seletas ilhas do Caribe; BACARDÍ 151, rum de alto teor alcoólico, aproximadamente 75.5%; BACARDÍ AÑEJO, um rum super premium envelhecido por três anos; BACARDÍ SOLERA 1873, envelhecido em barris de carvalho por três anos e que utiliza o sistema de solera; BACARDÍ GOLD (ORO), rum de aroma intenso e defumado, robusto, amadurecido em barris de carvalho americano queimado, muito utilizado para fazer Cuba Libre; e BACARDÍ AOKHEART, um rum com especiarias cujo sabor robusto é resultado de seu envelhecimento em barris de madeira de carvalho queimada.


A casa do morcego 
Instalada em Porto Rico desde 1958 (apesar de ser engarrafado desde 1936), a fábrica da BACARDÍ mantém à disposição dos turistas um fantástico centro de visitantes. Localizada a 15 minutos da cidade de San Juan, em Cataño, a CASA BACARDÍ, inaugurada pela empresa em 2003, possui sete salas que abrigam desde a história da família fundadora até dados sobre a fabricação do rum. Além disso, existem espaços interativos em que o turista pode apreciar os diferentes aromas e sabores das variações da bebida. Destaque para a reprodução da antiga fábrica da BACARDÍ, em Cuba, onde tudo começou, com móveis, fotografias e documentos originais. No final da visita acontece uma degustação de drinques e um agradável convite às compras em uma loja conceito da marca.


Existe outra unidade da CASA BACARDÍ, inaugurada em julho de 2010 e localizada em Sitges, um pequeno vilarejo localizado a 35 km ao sul de Barcelona na Espanha. Esta unidade conta com o Bacardí Bar Lounge, que está aberto para os visitantes poderem desfrutar e aprender, com a ajuda de mãos profissionais, um pouco do universo fascinante da coqueteleria criativa com rum BACARDÍ.


O logotipo do morcego 
O logotipo do morcego aparece em todo rótulo dos produtos que levam o nome e a marca BACARDÍ. De acordo com a família, isto começou em 1862 quando a esposa de Don Facundo, Dona Amália Lucía Victoria Moreau, sugeriu que o morcego fosse utilizado como marca registrada de seu novo rum. Ao entrar na primeira destilaria da BACARDÍ, Amália notou uma colônia de morcegos frutíferos que viviam nas vigas da edificação. Morcegos tinham grande significado no mundo de Dona Amália. Como uma amante das artes, ela conhecia os Taínos, um povo nativo já extinto de Cuba, que acreditavam piamente que morcegos eram considerados portadores de bens culturais. E conhecia uma lenda local que dizia que os morcegos traziam saúde, sorte e união familiar. A sugestão dela também era inteligente e pragmática. Por causa da alta taxa de analfabetismo no século 19, o produto precisava de um logotipo gráfico fácil de lembrar - uma marca registrada - para ser identificado e assim vender muito. Rapidamente o rum ficou conhecido como “Ron del Murciélago”. As criações de Don Facundo ficaram rapidamente conhecidas em Cuba, especialmente dois novos runs: um era cuidadosamente envelhecido, rico, escuro e fácil de tomar; já o outro era leve, suave, sofisticado e fácil de beber. Mas a mitologia em torno do animal símbolo da marca, também ajudou, pois a novidade do morcego corria de boca em boca, junto com a notícia de seus novos runs.


O principal símbolo de reconhecimento da marca BACARDÍ passou por inúmeras alterações ao longo dos anos. Se até 1959 a imagem era uma representação mais verídica do morcego, neste ano a marca apresentou o animal de uma forma totalmente estilizada. Em 2010 p morcego ganhou mais destaque no logotipo, além de ter sua cabeça virada para o lado direito. Em 2013 a marca resgatou suas raízes ao apresentar um novo logotipo onde o morcego era mais semelhante ao original, com uma representação fiel do mamífero voador.


A evolução visual 
O logotipo da marca passou por algumas atualizações acentuadas ao longo dos anos. Até que em 2011, além atualizar o símbolo do morcego, a palavra Bacardí, com uma nova tipografia de letra, passou a ser escrita com acento na letra “i”, como o sobrenome do fundador. Em 2013 a marca apresentou sua nova identidade visual baseada no conceito “Untameable Since 1862” (em português algo como “Indomável desde 1862”) e inspirada no autêntico e artesanal logotipo do morcego desenhado à mão em 1890, em estilo Art Deco cubano, originário do antigo escritório da empresa em Havana. O logotipo também ganhou uma nova tipografia de letra. O logotipo da marca pode ser aplicado na vertical ou horizontal.


Como a empresa, BACRDI LIMITED, tem o mesmo nome de seu principal produto, é utilizada uma identidade visual diferente, que apesar de utilizar a cor dourada mantém o tradicional símbolo do morcego.


A garrafa do principal produto da marca, o rum Carta Blanca, também passou por diversas modificações em seu design, não somente no rótulo como também no formato. A última modificação mais significativa ocorreu em 2004.


Os slogans 
Untameable Since 1862. (2013) 
Go Together. (2011) 
Alive with Taste. (2007) 
Live like you mean it. (2003) 
You in? 
Welcome to the Latin Quarter. 
More drinkable than ever. 
You know when it’s Bacardi. 
Just Add Bacardi. 
The way it should B. (Inglaterra) 
They get the job done. (Bacardi & Cola)


Dados corporativos 
● Origem: Cuba 
● Fundação: 4 de fevereiro de 1862 
● Fundador: Facundo Bacardí Massó 
● Sede mundial: Hamilton, Bermuda 
● Proprietário da marca: Bacardi & Company Limited 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Facundo L. Bacardí 
● Presidente & CEO: Edward D. Shirley 
● Faturamento: US$ 3 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Fábricas: 27 
● Presença global: 150 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 6.000 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Rum e derivados 
● Concorrentes diretos: Captain Morgan, Havana Club, Tanduay, Montilla e Malibu 
● Ícones: O Morcego 
● Slogan: Untameable Since 1862. 
● Website: www.bacardi.com 

A marca no mundo 
A marca BACARDI, conduzida pela quinta geração de Don Facundo, comercializa seus aclamados runs em mais de 150 países, empregando aproximadamente 6 mil funcionários ao redor do mundo. A marca detém aproximadamente 67% de participação do mercado mundial, vendendo anualmente mais de 21 milhões de caixas de 9 litros (mais de 240 milhões de garrafas). Atualmente, o rum BACARDÍ é produzido nas Bahamas, Índia, México, Panamá, Trinidad Tobago e Porto Rico, além de ser engarrafado em fábricas na Austrália, Brasil, Canadá, Costa Rica, Alemanha, Nova Zelândia, Espanha, Suíça, Grã Bretanha e Estados Unidos. A versão BACARDÍ BIG APPLE representa 50% das vendas da marca no Brasil. 

Você sabia? 
A BACARDI LIMITED é proprietária de marcas famosas como as vodcas Grey Goose e Eristoff, o uísque Dewar’s, a tequila Cazadores, o gim Bombay Sapphire e o tradicional vermute Martini. 
Apesar da marca BACARDÍ ter nascido em Cuba, hoje em dia, seus runs não são mais comercializados na ilha caribenha. 
O escritor americano Ernest Hemingway celebrou seu Nobel de Literatura, em 1954, em uma festa patrocinada pela BACARDÍ. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Época Negócios e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 9/4/2014

11 comentários:

Anônimo disse...

Alguém tem informações da Bacardi produzida em Recife, provavelmente em meados do século 20?
Plácido - Arqueólogo. pcali@uol.com.br

Anônimo disse...

Obrigado pelas informações, que estão muito claras (:

Deu-me imenso jeito! :'D

@

Anônimo disse...

Sou um consumidor e fanatico dos runs barcadi, mas aki na regiao de ribeirao preto - sp ,so encotro os tradicionais... alg conhece algun lugar q tenha o big apple e etc...
pf comente

Anônimo disse...

Carmo do Paranaíba e a cidade do interior de Minas que tem o maior consumo por habitante do tradicional run carta blanca chega impressionar,quando vc chega em alguma cidade visinha e pede uma dose de rum já sabem q vc e de Carmo do Paranaíba.Faça uma matéria na nossa cidade vcs não vão se decepciona a grande degustadores de run.

sirley disse...

voce poderia me dizer porque no rotulo do Bacardi Carta Blanca vem uma cigla -AD- e apenas uma curiosidade.

sirleyoliveirao8@hotmail.com

Karen disse...

Será que vc sabe me informar algum revendedor de Bacardi se possível no Rio de Janeiro, quero comprar esse Bacardi Apple e não acho. [2]

karenha.dm@gmail.com

Anônimo disse...

Olá, tudo bem?
Sou estudante da faculdade Una do curso de Design Gráfico em BH-MG...Estou fazendo um trabalho sobre alguns sabores do Bacardi...
Apesar d saber um pouco, preciso de uma confirmação sobre o público comsumidor...uma descrição, faixa etaria, essas coisas...tem como me ajudar?
Mt obrigada!!
raylorena_04@yahoo.com.br

Gisele disse...

Olá, tudo bem?
Estou fazendo um projeto para faculdade (Comércio Exterior - Unis - MG) sobre Mojito e gostaria de mais informações sobre o Bacardi Mojito, se possível.

Muito obrigada desde já.

giselefavaro@hotmail.com

Lilize disse...

oi!
vc sabe me dizer se ainda eh possivel achar bacardi breezer em sao paulo? eu era viciada no de melancia mas ha mtos anos q nao encontro mais!
obrigada!

Juracy Souza disse...

Excelente trabalho, um dos melhores que ja vi a respeito de Marcas.

Gostaria de ver alguma coisa sobre a CICA - Se a marca e CICA bom produtos indica.

sei que e da Unilever, mas tem uma linda historia. Trabalhei doze anos pra ela. Fora tempos de ouro.Thanks

Juracy Souza disse...

Excelente trabalho, Um dos melhores que ja vi a respeito de marcas.

Gostaria de ver algo sobre a CICA
Sei que e controlada pela UniLever
Mas tem uma linda historia

Trabalhei por 12 anos na empresa.
Foram anos de ouro.

Thanks