Mundo Das Marcas

6.1.10

WILLIAMS-SONOMA

A cozinha é um dos locais da casa que o americano, faminto por natureza, mais dá atenção na hora de equipar e decorar. Justamente por isso, a rede de lojas WILLIANS-SONOMA, preferida da classe média americana, apresenta tudo de mais moderno, novidades e lançamentos em facas, panelas, cafeteiras, batedeiras e artigos específicos para cozinha. Vende artigos para casa e itens gourmet, utilizando vídeos para aumentar o conhecimento do cliente sobre seus produtos, em ambientes prá lá de modernos e aconchegantes.
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A história
Tudo começou no final da década de 40 quando Chuck E. Williams chegou a cidade de Sonoma na Califórnia para trabalhar como contratante, e logo construiu um círculo de amigos que adoravam cozinhar e comer juntos. Em 1953, ele e alguns desses amigos viajaram para Paris na França e tiveram os primeiros contatos com os tradicionais e clássicos equipamentos da cozinha francesa como frigideira para omeletes e formas para suflês, até então desconhecidos na América. Ao retornar para os Estados Unidos, em 1954, ele comprou uma pequena loja de suplementos eletro-eletrônicos com a intenção de transformá-la em uma loja especializada em equipamentos e acessórios franceses de cozinha.
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Em apenas dois anos, os produtos eletrônicos, como fitas isolantes, foram substituídos nas prateleiras por acessórios de cozinha como panelas, bandejas e facas, importadas da França. A partir deste momento, em 1956, a loja passou a se chamar WILLIAMS-SONOMA, unindo o segundo nome do fundador ao da cidade em que o novo negócio estava instalado, e revolucionou a maneira como os americanos compravam utensílios de cozinha. O primeiro logotipo da loja foi desenhado pelo próprio Williams, e continha um abacaxi, símbolo de hospitalidade desde os tempos das colônias americanas. Desde então o abacaxi passou a ser um importante elemento na identidade de marca, traduzindo a grande hospitalidade da loja e o atendimento atencioso e superior.
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Como muitos dos primeiros clientes da nova loja eram da região de San Francisco, Williams foi convencido a mudar sua loja para a cidade como o objetivo de aumentar a clientela e divulgar mais ainda seus produtos de cozinha. Foi então, que em 1958, a loja se mudou para San Francisco, localizada a poucos quarteirões do distrito comercial da cidade. Na década de 60, os americanos redescobriram a cozinha como ponto central da casa, programas culinários se tornaram populares, principalmente o de Julia Child, e o número de publicações deste segmento cresceu assustadoramente. O interesse pela arte de cozinhar fez com que a loja aumentasse sua gama de produtos e expandisse sua linha com muitas novidades, como, por exemplo, as famosas batedeiras da KitechenAid e as tradicionais panelas francesas coloridas da Le Creuset.
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Por sugestão de uma assídua cliente, Jackie Mallorca, Williams publicou seu primeiro catálogo em 1971 com o objetivo de expandir seus negócios além da área da Baía de San Francisco. No ano seguinte, a loja já possuía duas vezes o tamanho da original, o catálogo recém-lançado crescia e a linha de produtos não parava de ser aumentada com inúmeras novidades. A partir de 1973, a WILLIAMS-SONOMA começou a inaugurar outras lojas em cidades californianas como a segunda unidade, instalada em plena Rodeo Drive em Beverly Hills, e outras duas em Palo Alto e Costa Mesa. Quase no final desta década, em 1978, Howard Lester, que estava a procura de uma nova oportunidade no mundo dos negócios, ficou tão impressionado com o que viu quando visitou a WILLIAMS-SONOMA, que acabou comprando a empresa.
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Em 1983 a empresa abriu seu capital na Bolsa de Valores, o que possibilitou uma expansão de sua rede de lojas pra vários estados americanos nos anos seguintes. A partir de 1991, o serviço de listas de casamento, que desde o início foi uma importante parte dos negócios, passou a ser computadorizado em todas as suas lojas. Com isso, de forma pioneira no segmento de varejo especializado, era possível comprar presentes para os noivos em qualquer loja da rede no país. Em 1994 a empresa introduziu o conceito Grande Cuisine em suas lojas, aumentando o espaço para exposição de merchandising, demonstrações de produtos e testes de alimentos e comidas, aumentando assim a experiência de compra de seus clientes.
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No final desta década, em 1999, a WILLIAMS-SONOMA lançou seu comércio eletrônico, com um site rapidamente reconhecido por seu design e facilidade de utilização. A chegada do novo milênio foi marcada pela inauguração da primeira loja internacional da rede na cidade de Toronto no Canadá; e da diversificação de atuação da empresa, que passou a comercializar móveis e objetos de decoração e uma completa linha de cama-mesa-banho. Em 2006 a rede inaugurou dezenas de novas lojas em cidades como Beverly Hills, Palo Alto, Cincinnati, Indianápolis; Portland, entre outras.
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A linha do tempo
1960
Começou a vender em sua loja as tradicionais e clássicas louças de porcelanas brancas da marca francesa Apilco. Rapidamente, os pratos e xícaras da marca francesa se tornaram os preferidos dos clientes da WILLIAMS-SONOMA.
1986
Lançamento do primeiro livro sobre gastronomia e cozinha da empresa: The Williams-Sonoma Cookbook with a Guide to Kitchenware. Desde então, a empresa já publicou mais de 250 livros, entre eles o campeão de vendas “Williams-Sonoma Kitchen Library series”.
1999
Lançamento do serviço de lista de casamento na página de comércio eletrônico da empresa.
2001
Inauguração da primeira loja internacional em Toronto. Hoje em dia a WILLIAMS-SONOMA possui 14 lojas no Candá.
2004
Lançamento do primeiro catálogo WILLIAMS-SONOMA HOME, onde com uma produção sofisticada e chique, onde a linha de móveis era fotografada em ambientes requintados e de bom gosto.
2005
Inauguração na Beverly Boulevard em West Hollywood, estado da Califórnia, da primeira unidade da WILLIAMS-SONOMA HOME, loja especializada em móveis e decoração da empresa.
A empresa entrou em acordo com o popular programa “The Early Show” da CBS News, para transmissão de um segmento chamado “The 5-Minute Cooking School”, no qual era apresentado receitas e uma incrível variedade de técnicas e estilo para cozinhar. A série era grava na loja âncora da WILLIAMS-SONOMA em Nova York, localizada no Time Warner Center.
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A evolução visual
Recentemente a marca modificou seu tradicional logotipo, que continha um abacaxi, tornando-o mais moderno e sofisticado.
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Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação:
1956
● Fundador: Chuck Williams
● Sede mundial: San Francisco, California
● Proprietário da marca:
Williams-Sonoma, Inc.
● Capital aberto: Sim (1983)
● Chairman & CEO: Howard Lester
● CEO: Laura Alber
● Faturamento: US$ 3.36 bilhões (2008)
● Lucro: US$ 30 milhões (2008)
● Valor de mercado: US$ 2.3 bilhões (janeiro/2010)
● Lojas:
265
● Presença global:
2 países
● Presença no Brasil: Não
● Funcionários: 6.300
● Segmento: Varejo
● Principais produtos: Utensílios de cozinha, eletrodomésticos e móveis
● Ícones: O antigo abacaxi em seu logotipo
● Website:
www.williams-sonoma.com
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A marca no mundo
A rede WILLIANS-SONOMA, especializada em utensílios de cozinha, possui 265 lojas espalhadas por 44 estados americanos e Canadá. Faturando 3.3 bilhões anualmente, a empresa inda possui 18 unidades outlets e 10 lojas WILLIAMS-SONOMA HOME, especializada em objetos de decoração como móveis com design clássico. A WILLIAMS-SONOMA ainda comercializa seus produtos através de um site na Internet e catálogo.
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Você sabia?
Anualmente a WILLIAMS-SONOMA distribui mais de 50 milhões de cópias do seu famoso catálogo pelos Estados Unidos.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 6/1/2010

31.12.09

FOSSIL

A FOSSIL, uma das marcas mais inovadoras e desejadas pela juventude no mundo, possui uma alma criativa que mistura em seus produtos um visual retrô com design moderno e uma boa dose de senso de humor. Relógios, óculos, roupas e acessórios despojados são vistos desfilando nos ambientes mais descolados do mundo.
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A história
Tudo começou em 1984 quando os irmãos Tom e Kosta Kartsotis investiram aproximadamente US$ 200.000 para fundar a empresa Overseas Products International, visando a possibilidade de comercializar relógios com um visual fashion. O primeiro lote de 1.500 relógios, fabricados em Hong Kong, foi vendido para lojas de departamento da cidade de Dallas, estado americano do Texas. Pouco depois, os irmãos contrataram o amigo Lynne Stafford para cuidar do design dos relógios, surgindo assim o visual com apelo retrô com um toque criativo de nostalgia que seria a principal razão da existência e sucesso da empresa.
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Os relógios com visual das décadas de 30, 40 e 50, vendidos em lojas de departamento e varejistas especializados, rapidamente atraíram adolescentes e um público entre 20 e 30 anos. A partir deste momento, a empresa começaria a dar as cartas no mundo da relojoaria, graças ao design inovador e atemporal de suas linhas de relógios, que seriam transformados em um acessório fashion para decorar os pulsos. No restante da década de 80 a empresa, que passou a se chamar FOSSIL (nome escolhido em virtude do visual retrô de seus relógios), cresceu rapidamente, investindo na diversificação de modelos, novas tecnologias, design e anunciando em revistas de moda e estilo de vida que eram formadoras de opinião.
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Em 1989, com vendas de US$ 20 milhões, a empresa iniciou a comercialização de seus relógios em elaboradas latas e embalagens de madeira, dando um ar ainda mais nostálgico aos seus produtos. Em 1990, a empresa introduziu no mercado uma linha de artigos em couro como carteiras, cintos e pequenas bolsas com a marca FOSSIL, iniciando assim uma diversificação em sua linha de produtos. O interesse internacional pelos produtos da FOSSIL crescia rapidamente e a empresa iniciou uma tímida expansão para mercados fora dos Estados Unidos, instalando uma subsidiária na Alemanha. Pouco depois, em 1991, a empresa inaugurou sua primeira Store-In-Store dentro da loja de departamento Macy’s em Nova York, o que significou uma alta significativa em suas vendas. Ainda no início desta década, após abertura de capital na Bolsa de Valores, em junho de 1993, a empresa começou uma forte expansão internacional com sua produção atingindo 4 milhões de relógios anualmente. Neste momento, um acordo assinado com a Seiko, permitia que a empresa japonesa distribuísse os relógios da FOSSIL no Japão, o que geraria um considerável aumento em suas vendas.
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A partir de 1995, ano em que a FOSSIL lançou sua primeira coleção de óculos escuros, a empresa iniciou uma diversificação em seus canais de vendas, inaugurando suas primeiras lojas no conceito de Outlet; inaugurando lojas próprias exclusivamente voltadas para a venda de acessórios em 1996; e estabelecendo seu comércio eletrônico, inicialmente para o território americano, e posteriormente para outros países como Alemanha, Reino Unido, Cingapura e Austrália. Desde 1997, devido à qualidade e design de seus relógios, a FOSSIL começou a licenciar seus produtos com marca de outras grifes renomadas, como por exemplo, as italianas Diesel e Emporio Armani. Em 2000, com a chegada do novo milênio, a FOSSIL resolveu ingressar em novos segmentos de mercado com o lançamento de uma completa linha de vestuário voltada para um público alvo jovem que incluía camisas, calças, camisetas, jeans, saias, casacos e vestidos.
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Em 2006, a empresa garantiu a licença de fabricação dos relógios da marca esportiva Adidas. Nos anos seguintes a FOSSIL ingressou em novas categorias de produtos ao lançar no mercado uma completa linha de acessórios “Cold Weather” (chapéus, luvas e cachecóis) em 2007; e mais recentemente, em 2008, sua primeira linha de calçados masculinos, que inclui sapatos esportivos, casuais, clássicos e botas. Apesar de ter se transformado em uma marca de moda, a especialidade da FOSSIL continua sendo os relógios, comercializados com preços entre US$ 65 e US$ 200.
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Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação:
1984
● Fundador:
Tom e Kosta Kartsotis
● Sede mundial: Richardson, Texas
● Proprietário da marca: Fossil, Inc.
● Capital aberto: Sim (1993)
● Chairman:
Tom Kartsotis
● CEO:
Kosta Kartsotis
● Presidente:
Michael Barnes
● Faturamento: US$ 1.58 bilhões (2008)
● Lucro: US$ 138.1 milhões (2008)
● Valor de mercado: US$ 2.3 bilhões (dezembro/2009)
● Lojas:
305
● Presença global:
100 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
7.355
● Segmento: Moda
● Principais produtos:
Relógios, óculos, carteiras e roupas
● Ícones:
Os relógios com visual retrô
● Slogan:
What Vintage Are You?
● Website:
www.fossil.com
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A marca no mundo
A vasta gama de produtos da FOSSIL, que inclui desde os tradicionais relógios e óculos até bolsas, artigos em couro, calçados, roupas e acessórios, são vendidos em 100 países ao redor do mundo através de lojas especializadas, lojas de departamento, 60 distribuidores independentes, navios de cruzeiros marítimos e uma rede de 104 lojas da grife. Nos Estados Unidos a marca possui uma rede de 125 lojas e 74 outlets, e seus produtos são comercializados através de conhecidas lojas de departamento como Sears, Macy’s, Neiman Marcus, Nordstrom, JC Penney, Walmart e Target. A marca ainda vende seus produtos através da Internet e catálogo (que possui distribuição anual de 7.2 milhões de cópias).
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Você sabia?
A FOSSIL ainda comercializa produtos, especialmente relógios, sob licença de outras grifes renomadas como Diesel, Adidas, Burberry, Emporio Armani, DKNY, entre outras. A venda de relógios licenciados é responsável por aproximadamente 31% do faturamento da empresa.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 31/12/2009

30.12.09

PERNOD RICARD

Muito provavelmente você não conheça a empresa francesa PERNOD RICARD. Mas, certamente já consumiu alguma de suas marcas no segmento de bebidas alcoólicas. Afinal, quem nunca tomou um golinho ao menos da vodca ABSOLUT, dos uísques CHIVAS REGAL e BALLANTINE’S, do rum caribenho MALIBU, ou até mesmo, uma taça dos vinhos JACOB’S CREEK.
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A história
A história tem início em 1797 quando o major Dubied, após comprar a fórmula de um revitalizante especial chamado “elixir de Absinto”, criado anos antes pelo Dr. Pierre Ordinaire, põe em funcionamento uma fábrica para produzir a bebida na cidade suíça de Couvet, junto com seu genro, Henri-Louis Pernod. A nova bebida era uma embriagante combinação da semente de anis perfumada (também conhecida como badiana) com a adição especial de “Artemisa absinthium”, a planta do absinto.
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Poucos anos mais tarde, em 1805, a companhia Pernod Fils é criada em Pontarlier na França por Henri-Louis Pernod para produzir a bebida. Inicialmente conhecido por sua propriedade de aliviar a dor, o absinto logo ganhou fama na França com a marca PERNOD, sendo chamado de “O absinto da alta sociedade parisiense”. Nas décadas seguintes os pedidos se multiplicaram, a produção cresceu e uma segunda fábrica foi inaugurada em 1871, mesmo ano em que a destilaria Hémard foi montada em Montreil-sous-Bois por Ariste Hémard. No ano seguinte, a companhia Pernod Père et Fils foi formada em Avignon por Jules-François Pernod. Tudo ia bem até que em 1915 um decreto ministerial baniu a produção do Absinto e a empresa é forçada a fechar suas portas.
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Em 1920, os licores de anis são legalizados novamente, embora em uma forma mais sóbria - um novo drinque de anis, mas “sem absinto”; e com isso os centros de produção de Pontarlier, Avignon e Montreil unem-se, em 1926, sob o nome Casa Hémard, Pernod Père et Fils e Pernod Fils Réunis. Em 1928 a empresa passou a se chamar Les Établissements Pernod. No período de pós-guerra, em 1959, a empresa adotou o nome PERNOD e uma marca global começava a ser estabelecida. Em 1975, o presidente da PERNOD, Jean Hémard e Paul Ricard, proprietário de uma empresa fundada em 1932 e também produtora de bebida a base de anis, decidiram unir suas forças para formar o grupo PERNOD RICARD. O nome PERNOD continuava vivo e a tradicional bebida consumida no mundo inteiro. Neste mesmo ano, a nova empresa fez sua primeira aquisição ao comprar a Campbell Distillers na Escócia (uísque escocês), iniciando assim o processo de diversificação de seus produtos.
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A década de 80 foi marcada por duas importantes aquisições: em 1988 adquiriu a Irish Distillers (proprietária da marca de uísque Jameson); e no ano seguinte a australiana Orlando Wyndham (dona da marca de vinhos Jacob’s Creek). Em 1993, trabalhando em conjunto com empresas cubanos, a PERNOD RICARD criou e lançou no mercado a marca de rum Havana Club International.
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Com a chegada do novo milênio, a empresa intensificou o desenvolvimento de um dos mais completos portfólios do segmento, adquirido através de forte crescimento interno e de aquisições ambiciosas como em 2001, quando comprou a divisão de bebidas alcoólicas e vinhos da Seagram’s Wines and Spirits adicionando a sua linha de produto o uísque Chivas Regal, o conhaque Martell e o single malt The Glenlivet; a vodca polonesa Wyborowa, adquirida também em 2001; ou em 2005, qunado adquiriu a competidora britânica Allied Domecq, agregando ao seu portifólio marcas de renome como o uísque Ballantine's, o rum de coco Malibu, o gim Beefeater, e as champanhes Mumm e Perrier-Jouët, e se tornando uma das maiores companhias de bebidas alcoólicas do mundo, atrás apenas da InBev e da Diageo em vendas. Recentemente, em 2008, a empresa francesa se tornou ainda mais gigante ao anunciar a compra da sueca V&S Group, proprietária da icônica marca de vodca Absolut. Nos Estados Unidos, com a aquisição de ABSOLUT, a PERNOD RICARD se tornou a número 2, maior produtor europeu, número 1 na Ásia e número 1 na América Central e Sul.
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As marcas
Atualmente a PERNOD RICARD detém as seguintes marcas de bebidas ao redor do mundo:
ROYAL SALUTE (uísque super premium e exclusivo)
THE GLENLIVET (um dos mais conhecidos e consumidos uísques single malt do mundo)
CHIVAS REGAL (uísque que vende uma garrafa por segundo no mundo)
BALLANTINE’S (segunda marca uísque mais consumida do mundo e líder de mercado em mais de 18 países)
SOMETHING SPECIAL (uísque escocês)
JAMESON (uísque irlandês mais famoso do mundo, presente em 120 países)
PASSPORT (uísque totalmente produzido e envelhecido nas Escócia e engarrafado no Brasil)
NATU NOBILIS (o mais nobre dos uísques brasileiros)
SEAGRAM’S (um dos gins mais populares do mundo)
BEEFEATER (gim inglês comercializado em 100 países)
MARTELL (uma das marcas de conhaque francês mais antiga do mundo)
PRESIDENTE (conhaque francês)
PERNOD aux extraits d'absinthe (absinto)
PERNOD (licor de anis)
RICARD (licor de anis e segunda marca de bebida alcoólica mais vendida da Europa)
KAHLÚA (licor mexicano de café mais vendido do mundo em sua categoria)
SOHO (licor de lichia)
HAVANA CLUB (rum cubano)
MALIBU (rum de coco caribenho comercializado em 150 países)
MONTILLA (rum brasileiro extremamente popular)
WYBOROWA (vodka polonesa triplamente destilada)
ABSOLUT (vodca sueca e segunda marca mais consumida do mundo)
LUKSUOWA (vodka polonesa à base de batata)
ORLOFF (um das vodcas mais consumidas no Brasil)
MUMM (champanhe que vende anualmente 8 milhões de garrafas)
PERRIER-JOUËT (uma das marcas de champanhe mais exclusivas do mundo)
JACOB’S CREEK (vinhos australianos comercializados em mais de 65 países)
GRAFFIGNA (vinhos chilenos)
MONTANA (vinhos da Nova Zelândia)
MARQUES DE ARIENZO (vinhos espanhóis)
OLMECA (tequila super premium)
JANEIRO (cachaça exportada para mais de 23 países no mundo)
SÃO FRANCISCO (cachaça)
AMARO RAMAZZOTTI (bitter italiano)
SUZE (bitter francês)
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Dados corporativos
● Origem: França
● Fundação:
1975
● Fundador:
Jean Hémard e Paul Ricard
● Sede mundial:
Paris, França
● Proprietário da marca: Pernod Ricard S.A.
● Capital aberto:
Sim
● Chairman: Patrick Ricard
● CEO:
Pierre Pringuet
● Faturamento: €7.2 bilhões (2008)
● Lucro: €945 milhões (2008)
● Valor de mercado: €15.8 bilhões (dezembro/2009)
● Fábricas:
113
● Presença global:
+ 70 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários: 19.300
● Segmento:
Bebidas alcoólicas
● Principais produtos: Uísques, vodcas, licores, conhaques e vinhos
● Principais marcas: Absolut, Ballantine’s, Chivas Regal, Martell, Havana Club, Beefeater, Mumm Cordon Rouge, Malibu e Perrier-Jouët
● Website:
www.pernod-ricard.com
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A marca no Brasil
A história da empresa francesa no Brasil começou a ter um verdadeiro peso em 2001 com a compra mundial de parte da Seagram Co., que havia ingressado no mercado brasileiro em 1966 quando adquiriu a Destilaria Medelin no Rio de Janeiro, para produzir bebidas alcoólicas, refrigerantes, sucos e derivados. Até então, a afiliada brasileira tinha uma pequena estrutura, porém já contava com um histórico considerável no desenvolvimento de destilados e vinhos no país. Atualmente a PERNOD RICARD possui um escritório central em São Paulo e duas unidades fabris, sendo a matriz na unidade de Suape (Pernambuco), dedicada ao blending e engarrafamento dos destilados Ron Montilla, uísques Passport, Teacher's, Natu Nobilis, Blender's Pride e Wall Street, e vodca Orloff. Em Resende funciona a destilaria, o envelhecimento, o blending e o engarrafamento dos mesmos produtos de Suape, além da Cachaça Janeiro, Cachaça São Francisco, rum Malibu, dentre outros.
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A marca no mundo
Atualmente a PERNOD RICARD, empresa co-líder de mercado no segmento de destilados e vinhos, com presença marcante em 70 países, e a número 1 no segmento de produtos Premium, possui um enorme e variado portifólio de bebidas alcoólicas vendidas em de 150 países ao redor do mundo. No mundo, anualmente, a empresa comercializa um total de 91 milhões de caixas* de destilados e 25 milhões de caixas* de vinhos.
*caixas de 9 litros
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Você sabia?
O sucesso da empresa é devido, em grande parte, ao seu variado portfólio, um dos mais fortes e completos do mercado com marcas nacionais e importadas, muitas delas líderes de categoria e extremamente reconhecidas pelos consumidores, nos seguintes segmentos de uísques, vodcas, cachaças, vinhos, licores, rum, brandy, ice, espumantes e champanhes.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 30/12/2009

29.12.09

CAFÉ PILÃO

Alguns segmentos de consumo são conhecidos pela hegemonia de determinadas marcas. Sua força é tamanha que elas acabam se tornando sinônimo da categoria ou objeto do desejo dos consumidores. A lista pode ser engrossada pelo CAFÉ PILÃO. A combinação perfeita de grãos provenientes das melhores regiões do Brasil garante que cada xícara de CAFÉ PILÃO tenha altíssima qualidade e pureza. Com um ponto de torra acentuado e uma moagem fina e uniforme, o resultado é um café mais forte e encorpado, de aparência homogênea insuperável.
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A história
Tudo começou no final da década de 70, quando a Companhia União dos Refinadores de Açúcar e Café, fundada em 1910 por imigrantes italianos, e que havia se aliado a Copersucar, decidiu lançar no mercado mais uma marca de café. Em 1978, o novo café, batizado de CAFÉ PILÃO, trouxe para o mercado o conceito de café com o sabor e o aroma que o brasileiro gosta. Rapidamente aceito pelos consumidores brasileiros, a marca PILÃO, nos anos seguintes, introduziu novidades no mercado como o café embalado à vácuo (1981) e os filtros de café (1996). Ao longo dos anos café PILÃO construiu uma ligação muito forte com os brasileiros, sendo reconhecido como uma marca que passa de mãe para filha.
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Foi justamente essa característica que fez com que no ano de 2000 os americanos da Sara Lee, uma das maiores empresas alimentícias do mundo, assumissem o controle da marca PILÃO. Nesta época, PILÃO já era uma potência. Só que sua força estava restrita às cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo. Isso, contudo, não era o bastante para os novos proprietários. Para ganhar escala nacional, a empresa fez parcerias estratégicas com torrefadores. Rapidamente, a marca começou a se tornar forte em outras regiões do país. Para Minas Gerais, por exemplo, a empresa criou uma embalagem de PILÃO em formato de “Pouch” para atender as especificidades da região. Desde então, a marca passou a ser a prioridade número 1 da empresa americana.
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Nos anos seguintes, apenas com o lançamento de novas variedades e extensões de linha foram gastos quase R$ 20 milhões. Assim, a marca PILÃO lançou no mercado em 2003, além da nova embalagem Ideal Pack, que preserva o aroma original do café, tem abertura fácil e permite que o consumidor guarde o produto na embalagem original; uma grande variedade de cafés como Descafeinado (desenvolvido para pessoas que amam o café, mas sofrem restrições alimentares), Orgânico (100% natural, obtido a partir de grãos cultivados sem agrotóxicos, nas melhores regiões cafeeiras do Brasil), Expresso, Cappuccinos e Solúveis.
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Recentemente, em 2009, a empresa colocou nas gôndolas dos supermercados o Pilão Sabor de Verão, uma versão mais leve do produto, indicado para os dias quentes e tropicais. O trabalho de pesquisa e seleção do blend consumiu cerca de um ano e envolveu técnicos da fábrica de Jundiaí (SP) e da unidade situada em Ultrecht (Holanda), onde fica o principal centro de desenvolvimento da divisão de cafés da companhia. Além disso, para comemorar os 30 anos da marca no mercado, a empresa preparou várias novidades. A linha de solúveis, por exemplo, acaba de ser relançada, com nova embalagem, nova fórmula e posicionamento mais competitivo. Já a linha de cappuccinos - que podem ser consumidos quentes ou gelados - chegam às prateleiras das redes varejistas com nova embalagem, mais cremosidade e novos sabores: Cioccolata D´Oro (uma combinação perfeita entre o requinte do chocolate e o café forte do Brasil com um toque especial da avelã), Tradicional (o verdadeiro sabor do café forte do Brasil, com a intensa cremosidade da receita italiana tradicional), Light (que reúne o sabor, o aroma e a cremosidade de um cappuccino tradicional com 25% menos calorias) e Vanilla Dreams (uma explosão do sabor e aroma da baunilha combinada ao café forte do Brasil).
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A PILÃO também lançou novo sistema de produção de café em larga escala para aumentar as vendas e a presença em estabelecimento de alimentação fora do lar. O Cafitesse é composto por máquinas que são abastecidas por refis que contêm extrato de café e funciona de forma semelhante as máquinas dispensadoras de refrigerantes.
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Dados corporativos
● Origem:
Brasil
● Lançamento:
1978
● Criador:
Copersucar-União
● Sede mundial:
São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca: Sara Lee Cafés do Brasil Ltda.
● Capital aberto: Não
● Presidente:
Dantes Hurtado Júnior
● Faturamento: R$ 780 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Fábricas: 2
● Presença global: Não (presente somente no Brasil)
● Funcionários:
1.000
● Segmento: Alimentos
● Principais produtos:
Cafés
● Slogan: O café forte do Brasil.
● Website:
http://www.cafepilao.com.br/
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A marca no Brasil
Segundo a Sara Lee, gigante americana fabricante e proprietária do café PILÃO, ele detém 12% das vendas de café no Brasil e responde por 60% das receitas de R$ 1.3 bilhões da empresa no país. Atualmente a família de produtos PILÃO chega a 14 produtos, que incluem, além do tradicional café torrado e moído, café solúvel, cappuccino, orgânico, descafeinado, filtros e grãos para café espresso.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Veja, Exame e Época Negócios), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), e Wikipedia (informações devidamente checadas).
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Última atualização em 29/12/2009

22.12.09

SENSACIONAL!

Eu não costumo fazer post separado do perfil das marcas. Mas hoje é diferente. A única coisa que eu posso fazer é agradecer, bater palmas e parabenizar os funcionários, pacientes e doutores do Providence St. Vincent Medical Center da cidade americana de Portland, estado do Oregon, que gravaram este vídeo viral simplesmente sensacional, especialmente pela causa mais que nobre. A causa: promover e despertar o interesse das pessoas a se unirem na prevenção e luta contra o Câncer de Mama. No vídeo, batizado de “Pink Glove Dance” e que já atingiu quase 5.6 milhões de acessos no Youtube, os funcionários dançam ao som da canção Down de Jay Sean. Simplesmente espetacular.
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HOUSE OF BLUES

Pegue seu lugar na frente do palco onde as lendas são feitas e você não conseguirá parar de dançar nesta experiência total de restaurantes, loja e entretenimento. Aprecie artistas mundialmente famosos, ao vivo e pessoalmente, como também os próximos talentos. Pratos saborosos complementam os ritmos ecléticos, que variam do mais violento rock 'n' roll ao mais respeitoso Sunday Gospel Brunch, R&B, música latina, reggae, hip-hop e, é claro, blues. Foi por oferecer essa experiência única que a rede HOUSE OF BLUES se transformou em um verdadeiro ícone americano do entretenimento.
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A história
Tudo começou quando Isaac Tigrett, fundador da popular rede Hard Rock Café, e amante do Blues, reuniu investidores como o amigo Dan Aykroyd, além de nomes famosos como a banda Aerosmith, Paul Shaffer, River Phoenix e Jim Belushi, para criar uma rede de casas de espetáculos e entretenimento baseada no conceito “Inspiration of music for the soul” (algo como “Inspiração da música para a alma”). A primeira unidade do HOUSE OF BLUES foi inaugurada no dia de ações de graça de 1992 em uma reformada casa histórica na cidade de Cambridge, estado americano do Massachusetts. O novo empreendimento era uma mistura de casa de espetáculo, restaurante e loja, com decoração repleta de artefatos e itens com significado histórico da cultura do sul do país; música ao vivo do sul como Blues, Rhythm and Blues, Gospel, Jazz e Rock & Roll; cozinha (apimentada) típica da região do Delta do Mississipi (sul dos Estados Unidos); e arte popular, que abria suas portas para comemorara e celebrar as contribuições artísticas históricas do sul do país e a contribuição afro-americana na música e cultura.
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Dois anos mais tarde, duas outras unidades foram inauguradas: House of Blues Sunset Strip, localizada no coração da cidade de West Hollywood, na Califórnia; e House of Blues New Orleans, localizada no centro do bairro mundialmente famoso de French Quarter em Nova Orleans, estado da Louisiana. Em 1996 a rede já contava com quatro casas, incluindo a de Chicago (localizada no belo complexo Marina City), inaugurada neste ano. Em 1997 foi inaugurada mais uma casa, localizada dentro do complexo da Walt Disney na cidade de Orlando na Flórida. Esta unidade ficou extremamente conhecida pela enorme torre de água em sua fachada e por oferecer todas às noites, muito jazz, música country americana, blues e rock'n roll, além de um restaurante com capacidade para 400 pessoas.
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Ainda neste mesmo ano, outra unidade foi inaugurada em Myrtle Beach, estado da Flórida. Nos anos seguintes foram inauguradas novas casas nas cidades de Las Vegas, dentro do Mandalay Bay Hotel and Resort; e em Anaheim, localizada no Condado de Orange na Califórnia. Em 2001 a empresa foi comprada por Liam Thornton, ex-executivo da Disney e Universal Studios, e nos anos seguintes começou uma nova fase de expansão inaugurando unidades em Cleveland (2004), Atlantic City (2005) e San Diego (2005).
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No dia 5 de julho de 2006, a rede HOUSE OF BLUES foi adquirida pela Live Nation, maior produtora de shows e concertos ao vivo dos Estados Unidos. Nas mãos dos novos proprietários, três novas e modernas unidades do HOUSE OF BLUES foram inauguradas em Dallas (2007), Houston (2008), e mais recentemente na cidade de Boston (2009). Além disso, novos shows e artistas passaram a tocar constantemente em todas as unidades da rede. Há pouco tempo atrás, a empresa anunciou a intenção de expandir a marca HOUSE OF BLUES como uma rede de hotéis e para fora dos Estados Unidos. Ao longo de todos esses anos o HOUSE OF BLUES já hospedou turnês de grandes artistas americanos e internacionais como Justin Timberlake, Aerosmith, Eric Johnson, Avril Lavigne, BB King, Jay Z e Brian Mcknight.
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Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação:
1992
● Fundador: Isaac Tigrett e Dan Aykroyd
● Sede mundial:
Los Angeles, California
● Proprietário da marca: Live Nation, Inc.
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman:
Arthur Fogel
● CEO & Presidente: Michael Rapino
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Casas de espetáculos:
13
● Presença global: Não (presente somente nos Estados Unidos)
● Funcionários: 500
● Segmento: Entretenimento
● Principais produtos: Casas de espetáculos, loja e restaurante
● Ícones: A caixa de lama do Mississippi guardada embaixo de cada palco
● Website:
www.houseofblues.com
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A marca nos Estados Unidos
Atualmente a rede HOUSE OF BLUES possui 13 casas de espetáculos em cidades como Atlantic City, Anaheim, Boston, Chicago, Cleveland, Dallas, Houston, Myrtle Beach, New Orleans, Las Vegas, Los Angeles, Orlando e San Diego.
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Você sabia?
Para manter a mais verdadeira tradição da cultura do sul do país, embaixo de cada palco de cada casa de espetáculo existe uma caixa de metal com lama do Delta do Rio Mississippi.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 22/12/2009

20.12.09

ROYAL CARIBBEAN

Por que não embarcar em sonhos e tirar férias inesquecíveis? Por que não percorrer geleiras no Alaska? Fazer uma excursão subterrânea às cavernas em Belize? Andar de bicicleta pelas vinícolas de Dubrovnik, na Croácia? Ou conhecer as maravilhas da China? Ou, ainda, por que não só relaxar e ficar à toa em luxuosos e aconchegantes transatlânticos? A escolha é sua em qual dos 34 colossos flutuantes (equipados com paredes de escalada até elegantes salões de jantar e spas de relaxamento) da ROYAL CARIBBEAN você vai embarcar.
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A história
Tudo começou no ano de 1968 quando três companhias marítimas norueguesas, Anders Wilhelmsen & Company, I.M. Skaugen & Company, and Gotaas Larsen, resolveram explorar os cruzeiros marítimos na região do Caribe e fundaram a ROYAL CARIBBEAN na cidade de Miami, estado americano da Flórida. A nova empresa colocou seu primeiro navio, batizado de Song of Norway, no mar dois anos depois. Com a grande demanda por cruzeiros marítimos, a empresa dobrou sua capacidade já no ano seguinte com a adição do navio Nordic Prince. Continuando sua expansão, em 1972, chegou o terceiro navio da empresa, batizado de Sun Viking.
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Após quatro anos de operação bem sucedida, o navio Song of Norway se tornou o primeiro a ser alongado, aumentando assim sua capacidade. Depois do grande sucesso, um segundo navio da companhia marítima também foi alongado em 1980. A ROYAL CARIBBEAN ganharia reconhecimento internacional em 1982, quando lançou o Song of America, na época o terceiro maior transatlântico do mundo. A empresa inovou mais uma vez ao adquirir, em 1986, uma propriedade particular na costa do Haiti para servir de destino para seus passageiros. Depois de uma reestrutura corporativa, em 1986, a empresa lançou o Sovereign of the Seas, maior navio de passageiros do mundo na época. Dois anos mais tarde, com a adição de dois novos navios, Nordic Empress e Viking Serenade, a empresa continuou sua rápida expansão pelo segmento de cruzeiros marítimos. Neste mesmo ano, a ROYAL CARIBBEAN comprou seu segundo destino particular, Little Stirrup Cay, uma paradisíaca ilha situada nas Bahamas.
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A partir de 1991, todos os navios da empresa começaram a ser batizados com nomes que acabam com “of the Seas”. Foi também nesta década, que a ROYAL CARIBBEAN sabendo de sua responsabilidade especial em proteger os ecossistemas marinhos, introduziu um programa chamado Save The Waves®. Desde a sua criação em 1992, ele evoluiu de um programa voltado para redução, reutilização e reciclagem de lixo até uma filosofia que abrange a empresa inteira e está integrada às operações diárias a bordo de todos os navios.
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Com uma grande capacidade de passageiros, uma frota considerável de transatlânticos e vários destinos paradisíacos, a ROYAL CARIBBEAN finalmente abriu seu capital na Bolsa de Valores em 1993. Com a injeção de dinheiro, a empresa nos dois próximos anos teve um crescimento enorme: nova sede corporativa em Miami, destinos exclusivos e novos navios, como o enorme Legend of the Seas. Nos anos seguintes, os navios mais antigos foram substituídos por embarcações mais modernas e luxuosas. No final da década, a empresa se fundiu com a companhia grega de cruzeiros marítimos Celebrity Cruises, e mudou seu nome para ROYAL CARIBBEAN INTERNATIONAL. Foi também nesta época que a empresa iniciou seus tours terrestres para lugares paradisíacos e inusitados. Nos anos seguintes mais de 10 novos transatlânticos modernos e luxuosos foram adicionados a sua frota.
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A partir de 2007, a empresa inaugurou operações próprias na Austrália, na China e Brasil, em uma clara demonstração de fôlego financeiro. Na temporada de 2008, a ROYAL CARIBBEAN trouxe o navio Splendour of the Seas ao Brasil. Recentemente, no mês de novembro de 2009, a visão e determinação em oferecer aos passageiros cada vez mais opções, culminou com a estréia do navio Oasis of the Seas, um colosso três vezes maior que o Titanic. Com 225.000 toneladas, 359,6 metros de comprimento e espaço para abrigar 5.400 passageiros em 2.700 cabines, esse novo navio, considerado o maior do mundo, apresenta muitas atrações inéditas tais como: o Central Park ao ar livre; o AquaTheatre, com shows espetaculares de saltos ornamentais; o primeiro carrossel em alto-mar, o Boardwalk; entre muitas outras atrações. Sem dúvida, os passageiros do Oasis of the Seas e de seu navio-irmão Allure of the Seas, a ser lançado em dezembro de 2010, são apresentados a uma experiência de férias diferente de qualquer coisa que se possa encontrar, em um só lugar, seja na terra ou no mar.
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As classes
A moderna e luxuosa frota de 22 navios da ROYAL CARIBBEAN está divida em seis classes:
CLASSE OASIS
O Oasis of the Seas e o Allure of the Seas não são apenas navios, mas sim um conjunto de experiências que desafiam todos os limites da imaginação. A mais nova classe de navios da empresa Oferece ainda mais opções do que nunca, e entre elas estão dois Flowriders®, uma Tirolesa, o AquaTheater, o Carrossel, as Loft Suites e muito mais. Nestes navios o impossível se torna possível e o nunca antes imaginado é uma realidade.
CLASSE FREEDOM
Esta classe compreende um dos maiores navios de cruzeiros no momento. E mais, esses navios possuem os recursos de bordo mais inovadores e espetaculares nos mares: o parque de surfe FlowRider®, piscinas de hidromassagem suspensas, pista de patinação no gelo, ringue de boxe, o parque aquático H2O Zone e muito mais. Esta classe é composta por três navios irmãos com capacidade para 3.634 passageiros: Freedom Of The Seas, Independence Of The Seas , Liberty Of The Seas.
CLASSE VOYAGER
Os navios desta classe têm de tudo: desde paredes de escalada, campos de mini golfe e pistas de patinação no gelo a restaurantes exclusivos e avenidas animadas com lojas, cafés e galerias de arte. Esta classe é composta por cinco navios com capacidade para 3.114 passageiros: Adventure Of The Seas, Explorer Of The Seas, Mariner Of The Seas, Navigator Of The Seas e Voyager Of The Seas.
CLASSE RADIANCE
Com mais espaços abertos, varandas e vidraças que em qualquer outro navio, o passageiro pode até esquecer que está dentro de um deles. Paredes e elevadores de vidro o aproximam ainda mais de seu destino de viagem. Esta classe é composta por 4 navios com capacidade para 2.112 passageiros: Brilliance Of The Seas, Jewel Of The Seas, Radiance Of The Seas e Serenade Of The Seas.
CLASSE VISION
Com salões e restaurantes temáticos, cassinos, piscinas, solários, átrios e até um campo de mini golfe em alguns navios, essa classe de cruzeiro tem tudo para divertir qualquer um. A classe é composta pelos navios Enchantment Of The Seas (2.252 passageiros), Grandeur Of The Seas (1.950 passageiros), Legend Of The Seas (1.804 passageiros), Rhapsody Of The Seas (1.998 passageiros), Splendour Of The Seas (1.804 passageiros) e Vision Of The Seas (2.000 passageiros).
CLASSE SOVEREIGN
Esses navios, o Majesty Of The Seas (2.350 passageiros) e o Monarch Of The Seas (2.390 passageiros) oferecem atividades para toda a família. Desde cassinos e salões sofisticados para adultos ao nosso premiado programa para jovens Adventure Ocean® para as crianças.
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A campanha
A ROYAL CARIBBEAN lançou recentemente uma campanha divertida que tem como tema “O País do Por Que Não?” (The Nation of Why Not), um lugar onde a inovação e a imaginação reinam. Desde o começo, a empresa foi guiada pelos princípios do “Por que não?” (“Why Not?”). Por que não criar um navio para cruzeiros específicos no Caribe? Por que não transformá-lo em dois para incluir mais atrações? Por que não incluir paredes de escalada, pistas de patinação e simuladores de surfe? Todas essas atrações estimulam os passageiros a perguntar “Por que não?”: por que não sair, conhecer, fazer e ser mais do que jamais pensaram ser possível? Ao sentir isso em um cruzeiro de férias da ROYAL CARIBBEAN, os passageiros podem redescobrir quem realmente são.
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Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação:
1968
● Fundador:
Anders Wilhelmsen & Company, I.M. Skaugen & Company e Gotaas Larsen
● Sede mundial: Miami, Flórida
● Proprietário da marca: Royal Caribbean Cruises Ltd.
● Capital aberto: Sim (1993)
● Chairman & CEO:
Richard D. Fain
● CEO & Presidente: Adam Goldstein (International)
● Faturamento: US$ 6.53 bilhões (2008)
● Lucro: US$ 573.7 milhões (2008)
● Valor de mercado: US$ 5.4 bilhões (dezembro/2009)
● Frota:
22 navios
● Programa de fidelidade:
Crown & Anchor Society
● Presença global: 81 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários: 49.000
● Segmento:
Transportes
● Principais produtos: Cruzeiros marítimos
● Ícones: O navio Oasis of the Seas
● Slogan: Get out there.
● Website:
www.royalcaribbean.com
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A marca no mundo
Atualmente os 22 navios da ROYAL CARIBBEAN, segunda maior companhia de cruzeiros marítimos do mundo, visitam 280 portos em 81 países nos seis continentes, e passam por cada vez mais destinos internacionais como Caribe, Bahamas, Bermudas, México, Havaí, Canal do Panamá, Europa, Brasil, Austrália, Ásia, Canadá e Alasca. Além disso, a empresa, que fatura US$ 6.5 bilhões anualmente, ainda oferece uma incrível variedade de sensacionais excursões terrestres (Cruisetours) exclusivas no Alasca e Canadá, Ásia, Austrália e Nova Zelândia, Europa e América do Sul, proporcionando aos passageiros a oportunidade de experimentar algo novo.
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Você sabia?
Todos os navios da ROYAL CARIBBEAN juntos tem capacidade para transportar mais de 50.000 passageiros. Cerca de três quartos dos passageiros da ROYAL CARIBBEAN já fizeram um cruzeiro e mais de um quarto já viajou pela empresa, que tem um dos maiores índices de retorno de passageiros no segmento.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 20/12/2009

17.12.09

MALIBU

Uma garrafa branca opaca com dois tradicionais coqueiros em uma cena de pôr do sol carrega mais que o rum aromatizado com coco mais consumido do mundo. Transmite a empolgação, alegria e descontração do povo caribenho. Por isso, MALIBU sempre é associado a momentos de prazer e descontração, transformando o espírito das pessoas em qualquer lugar.
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A história
A história começou na bela e paradisíaca ilha caribenha de Barbados, quando a empresa Twelve Islands Shipping Company, resolveu criar uma nova bebida feita com o suave rum produzido na Destilaria de Rum das Índias Ocidentais (West Indies Rum Distillery), que desde 1893 produzia a tradicional bebida. A primeira etapa para se criar o MALIBU começava com a extração do melaço da plantação de cana-de-açúcar, o qual era misturado com água e levedura para transformar o açúcar em álcool. O melaço caribenho era destilado três vezes em um alambique tubular. O rum branco produzido neste alambique era então aromatizado com extrato de coco natural. Assim nascia MALIBU, uma deliciosa bebida embalada em uma icônica garrafa branca opaca, comercializada inicialmente em 12 pequenas ilhas da região em 1980.
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Ainda nesse mesmo ano a nova bebida estreou no mercado do Reino Unido, e pouco depois, em 1983 em outros países europeus e nos Estados Unidos. Inicialmente MALIBU era utilizado para simplificar e facilitar a preparação da Piña Colada pelos bartenders. Não demorou muito para que nos anos seguintes a bebida começasse a ser consumida de outras maneiras (com gelo, leite, suco de frutas e até mesmo misturado com refrigerantes) e fizesse parte de vários drinques, aumentando assim sua popularidade ao redor do mundo.
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Na década de 90 a marca começou a investir muito em campanhas publicitárias como a “Seriously Easy Going”, onde a bebida era associada as ilhas caribenhas, ao clima aconchegante da região e a atitude e diversão da população do Caribe. Em uma paródia, a campanha mostrava os sempre alegres caribenhos levando uma vida cheia de seriedade com um posicionamento divertido: If people in the Caribbean took life as seriously as this, they would never have invented MALIBU (algo como “Se o povo caribenho levasse a vida seriamente, eles não teriam inventado MALIBU”). Afinal, somente os caribenhos, com sua atitude positiva de ver a vida, poderiam criar uma mistura perfeita de rum com o delicioso sabor de coco. A primeira variação de MALIBU, aromatizado com limão, foi lançada na Jamaica e em alguns clubes noturnos da França. Com a versão não fez o sucesso esperado, ela foi descontinuada em 2003.
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A marca, que já havia sido vendida para a Diageo, passou pelas mãos da Allied Domecq, que pagou US$ 800 milhões em 2002, e depois foi adquirida pela empresa francesa Pernod-Ricard. Com a chegada desse novo milênio, a marca também deu início a diversificação em sua linha de produtos com o lançamento de outros runs aromatizados como nos sabores de manga (2004), abacaxi (2004), maracujá (2005), banana (2007) e mais recentemente, melão (2009). No ano de 2007, a marca lançou sua nova campanha global, denominada de “Get Your Island On”, que reinterpretava a imagem e atitude caribenha de uma forma contemporânea, vibrante e cheia de humor. Em 2008, a International Wine and Spirit Record nomeou o MALIBU como uma marca de elite, com grande influência no segmento de bebidas alcoólicas.
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A evolução visual
Recentemente o tradicional logotipo da marca passou por uma modernização, onde o sol ganhou um tom de degrade para dar uma impressão ainda maior de pôr do sol. Outras pequenas mudanças, que só os mais atentos e fiéis consumidores podem ter percebido, ocorreu em relação aos coqueiros: o coqueiro menor, que ficava do lado direito, passou para o esquerdo, trocando de posição com o maior; e ambos passaram a estar entrelaçados.
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Dados corporativos
● Origem: Barbados
● Lançamento:
1980
● Criador:
The Twelve Island Shipping Company
● Sede mundial:
Paris, França
● Proprietário da marca: Pernod Ricard S.A.
● Capital aberto: Não
● Chairman:
Patrick Ricard
● CEO & Presidente: Pierre Pringuet
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global:
150 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários: 150
● Segmento:
Bebidas alcoólicas
● Principais produtos:
Runs com sabores de frutas
● Ícones: A inconfundível garrafa branca
● Slogan: Get Your Island On.
● Website:
www.malibu-rum.com
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A marca no mundo
Atualmente MALIBU, mais famoso rum aromatizado com coco do mundo, é comercializado em 150 países de todos os continentes, vendendo todos os anos mais de 3.7 milhões de caixas, sendo o rum aromatizado com coco número um do mercado. Desde seu lançamento no mercado, MALIBU já vendeu mais de 320 milhões de garrafas.
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Você sabia?
Hoje em dia, a grande parte do rum utilizado na composição de MALIBU provêm da Ilha de Barbados, onde o sol, clima ameno e corais, que filtram a água da chuva, são ideais para o crescimento da cana de açúcar.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 17/12/2009

14.12.09

COFAP

Dificilmente algum consumidor brasileiro saiba o nome da marca de alguma peça do seu automóvel. Agora, experimente perguntar qual o sinônimo de amortecedor e a resposta, invariavelmente será COFAP ou a marca de um simpático cachorrinho que se tornou um ícone do segmento de autopeças no Brasil.
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A história
A história começou quando a família Kasinsky, de origem russa, imigrou para o Brasil e logo começou a trabalhar no ramo automotivo. Importava peças e fazia a manutenção daqueles que eram os primeiros automóveis a circularem em São Paulo, ainda no início do século XX. A família toda estava envolvida no negócio, incluindo o filho mais novo, Abraham Kasinsky. Ao contrário de seus irmãos, que desejam apenas dar continuidade a oficina do pai, o caçula era mais ambicioso. Para ele, o segredo não era importar as peças e vendê-las, porém fabricá-las no Brasil. A empreitada não seria nada fácil, mas, no entanto, Abraham foi capaz de convencer os irmãos a investirem nesse novo projeto. Os funcionários da oficina fundada pelo velho Kasinsky abriram então todas as peças importadas e aprenderam como fabricá-las. Foi então, que no dia 20 de abril de 1951, Abraham, com apenas aos 33 anos, fundou a Companhia Fabricadora de Peças, mais conhecida pelo acrônimo COFAP, em Mauá, no ABC paulista.
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Apesar das peças da nova empresa ter qualidade, no início ainda eram vistas com desconfiança pelos consumidores brasileiros, acostumados com as importadas. Mas Abraham sabia que para conquistar o mercado deveria quebrar esse paradigma. A idéia de gênio foi não ir diretamente ao cliente, mas aos mecânicos. A COFAP começou então a fazer intensas campanhas e treinamentos junto a esse público, mostrando que seus produtos eram tão bons quanto os estrangeiros, com a vantagem de terem um preço melhor. Afinal, convencendo os mecânicos ficaria mais fácil convencer o comprador, que em geral ouvia o conselho desses profissionais. Inicialmente utilizada para produtos da linha motor (como anéis de segmento), logo em seguida, em 1956, a marca COFAP passou a ser utilizada também em amortecedores, produto pelo qual ficaria reconhecida e famosa no segmento de autopeças.
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Essa enorme determinação foi valiosa para adaptar a produção à demanda gerada a partir de 1957, quando a indústria automobilística foi introduzida no país. A partir dos anos 70, graças a um formidável esforço de exportação, os produtos COFAP começaram a serem vendidos em muitos países dos 5 continentes. À exemplo do trabalho feito no Brasil a COFAP manteve a aproximação com mecânicos da Itália, Grécia, Turquia, Austrália, África do Sul e outros países da América Latina. Nos anos seguintes, o excelente padrão de qualidade dos produtos da COFAP, aliados ao elevado nível de tecnologia desenvolvida no CTA (Centro Tecnológico de Amortecedores) e na pista de provas, tornaram os produtos da marca conhecidos, com participação nas montadoras de veículos tanto da linha leve (automóveis/motos) como na linha pesada (caminhões/ônibus). Com isso, novos produtos foram apresentados, como o amortecedor pressuriazado em 1985, e pouco depois, em 1987, o amortecedor eletrônico.
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A grande aceitação de seus produtos no mercado levou a empresa a investir em novas unidades industriais e hoje são produzidos em nove fábricas no Brasil, Estados Unidos e Itália. Na década de 90, o Grupo Cofap era o maior da América Latina no setor de autopeças, com 20 empresas que exportavam para 92 países. Também construiu fábrica na Europa e nos Estados Unidos. Além disso, em 1995, lançou no mercado quatro novos produtos: Pistões, bronzinas, válvulas e juntas homocinéticas, que completaram que completaram a linha de suspensão. Porém, o negócio de sucesso enfraqueceu quando Kasinsky perdeu parte de suas ações devido a brigas com a ex-mulher e filhos. Além dos conflitos, a situação foi agravada pelo início da globalização e, em 11 de julho de 1997, assistiu seu império ser vendido para a empresa alemã Mahle e para a Magneti Marelli, empresa de origem italiana fundada em 1919, líder internacional no desenho e produção de componentes de alta tecnologia e sistemas para a indústria automotiva.
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Um ícone da publicidade brasileira
Um dos principais ícones da publicidade brasileira surgiu em 1989. Nesta época, com o negócio de amortecedores estabilizado no mercado brasileiro, a empresa decidiu que era hora de fazer com que o consumidor final também conhecesse sua marca. Para isso contrataram a agência de publicidade W/Brasil. A idéia era fazer algo inovador, uma vez que as propagandas de autopeças eram sempre trágicas, com imagens dos componentes falhando e carros acidentados. A agência então resolveu seguir uma tendência que já era internacional: utilizar animais em propagandas. Por ser esticadinho como um amortecedor, os criativos da agência escolheram como garoto propaganda da COFAP um cão da raça Dachshund (criada para caçar animais que vivem em buracos, como texugos e marmotas), e popularmente conhecida no Brasil como “lingüicinha” ou “salsicha”.
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Associaram a confiabilidade canina ao produto com o slogan “o melhor amigo do carro e do dono do carro” e ainda colocaram uma dose de bom humor nas propagandas. O simpático cãozinho, que fez as primeiras propagandas da marca e que chamava Rodolfo Cebolinha, podia ser assistido fazendo manobras audaciosas de capacete com um carrinho pelas curvas de um parque nas propagandas. COFAPINHO, como ficou conhecido o garoto-propaganda canino, se transformou em um dos maiores fenômenos da propaganda brasileira, fazendo com que o consumidor comum, geralmente desinteressado por autopeças, acabasse conhecendo a marca COFAP como sinônimo de amortecedores. Para assistir ao primeiro comercial da série clique no ícone abaixo.
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Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação:
20 de abril de 1951
● Fundador:
Abraham Kasinsky
● Sede mundial:
Santo André, São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca:
Grupo Magneti Marelli
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Presidente: Edison Lino Duarte
● Faturamento: R$ 1.9 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Fábricas: 9
● Presença global: 100 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 7.000
● Segmento:
Autopeças
● Principais produtos:
Amortecedores, escapamentos, suspensão
● Mascote: Cofapinho (um cão da raça Dachshund)
● Slogan: O melhor amigo do carro e do dono do carro.
● Website:
http://www.mmcofap.com.br/
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A marca no mundo
Com nove fábricas e cinco centros de pesquisa e desenvolvimento no país, a Magneti Marelli COFAP, que emprega 7 mil funcionários, é líder de mercado brasileiro em sistemas de injeção eletrônica, escapamentos, suspensão, camisas de cilindro e amortecedores. A empresa atua ainda no segmento de iluminação automotiva (faróis e lanternas), na área eletrônica, com a produção de painéis de bordo e sistemas de navegação automotiva por GPS. Seus produtos são comercializados em aproximadamente 100 países ao redor do mundo. No Brasil, a capacidade produtiva de amortecedores é de 27.3 milhões de unidades por ano. Deste total, 4.2 milhões são destinados para exportação, especificamente para a América do Norte e Europa. A participação de mercado no Brasil é de 70% para a venda de equipamentos originais. A empresa é considerada a quarta fabricante de anéis de segmento, a terceira em produção de amortecedores e a segunda maior em fundição autônoma de blocos e cabeçotes de motor, em todo o mundo.
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Você sabia?
A marca COFAP ostenta ainda um grande e importante diferencial: um suporte técnico e promocional altamente capacitado para atender toda a cadeia de comercialização e único no mercado pela maneira singular e agressiva com que atua.
A COFAP instituiu a Clínica de Doutor em Motores, que estimulou a criação de um curso de Doutor em Suspensão.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), e Wikipedia (informações devidamente checadas).
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Última atualização em 1/1/2010

11.12.09

NUK

Há mais de meio século a NUK tem como principal objetivo incentivar e ajudar na amamentação materna e oferecer produtos de qualidade que asseguram um saudável desenvolvimento da cavidade bucal do bebê. Seus produtos são desenvolvidos e criados em função do bem estar do bebê e da mãe. É por isso, que milhões de pais em todo mundo confiam nos produtos que levam a marca NUK.
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A história
Tudo começou em 1947 quando foi fundada a empresa Hanseatische Gummiwerke Bachmann & Co. KG na cidade alemã de Bremen, que no ano seguinte passou a fabricar preservativos. A partir do início da década de 50 a empresa alemã começou a investir na pesquisa e desenvolvimento para a criação de um novo bico anatômico de mamadeira e chupeta, que asseguravam um correto e saudável desenvolvimento da cavidade bucal do bebê. Esses estudos apresentaram uma inovação com base em conhecimentos médicos desenvolvido pelo dentista Dr. Müller e pelo especialista em ortodontia, Dr. Balters: um bico em forma de teta para chupetas e mamadeira. Depois de aprovado, o revolucionário produto entrou em linha de produção e foi lançado no mercado alemão com a marca NUK em 1956. Era o início de uma marca que colocaria, sempre, no centro das suas atenções as necessidades das mamães e de seus filhos.
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Uma década depois do surgimento da marca, em 1966, a NUK diversificou sua gama de produtos com o lançamento de uma linha de brinquedos em látex com formas de animais. No ano seguinte a NUK foi comprada pela empresa francesa Mapa Spontex, líder mundial na produção de luvas de proteção e segurança. A década de 70 tem início com o lançamento, em 1971, de um bico descartável para ser utilizado em maternidades, hospitais e clínicas. Ainda nesta década, em 1979, a NUK inovou mais uma vez ao oferecer chupetas e mamadeiras com bicos ventiláveis. Com a grande reputação que a marca havia conquistado, a empresa começou uma grande expansão internacional para colocar os produtos NUK em outros mercados pelo mundo.
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Novos produtos surgiram nos anos 80 com o lançamento das chupetas calmantes coloridas nas cores primárias (vermelho, verde, azul e amarelo) em 1980; e o Vaporizador NUK, introduzido em 1985, que apresentava um novo e prático método de desinfecção e esterelização dos objetos do bebê. Além disso, a marca introduziu em 1988 bicos (para mamadeira e chupetas) feitos de um novo material chamado silicone. No ano seguinte, foi a vez das mamadeiras decoradas com alegres motivos coloridos. No início da década seguinte, a NUK se tornou a primeira marca do segmento a introduzir um novo conceito de tamanhos diferentes de bicos para mamadeiras e chupetas. No início da década seguinte, em 1991, a NUK introduziu o conceito de diferentes tamanhos de bicos. Em 1998, a empresa apresentou um novo produto que faria sucesso: as canecas infantis NUK Magic Cup, que possuíam um sistema antivazamento de líquidos. Foi nesta época que os produtos com alta qualidade da marca alemã começaram a serem comercializados no Brasil, fazendo da vida das crianças e mães ainda melhor. Pouco depois, em 1999, a marca lançou no mercado sua primeira coleção de produtos que estampavam os personagens da Turama do Snoopy.
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A NUK chegou ao novo milênio oferecendo uma completa linha de produtos de alta qualidade desenvolvidos especificamente para atender as características fisiológicas das primeiras fases da vida da mãe e de seu bebê (gestação, maternidade, bebê e fase infantil), contribuindo significativamente para a percepção e desenvolvimento dos sentidos do bebê. Em 2002 ocorreu o lançamento da coleção NUK BABY ROSE & BLUE, composta por produtos nas cores rosa (meninas) e azul (meninos). No ano seguinte, a NUK lançou no mercado o First Choice, um novo sistema de ventilação para mamadeiras e bicos.
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Recentemente a marca introduziu no mercado novidades como o termômetro para banho com óleo de canola, feitos com plástico inquebrável e que podem ser descartados no lixo doméstico sem risco de poluir o meio-ambiente com mercúrio; o Bico para Copo de Treinamento (que se adapta ao copo de treinamento e às mamadeiras da linha First Choice, sendo ideal para a fase de transição do bebê, quando ele está pronto para aprender a utilizar o copo); além de uma completa linha de bicos especiais como bico para prematuros (somente para uso hospitalar, em UTI neonatal, sob controle médico, e com formato ortodôntico para prematuros, com peso abaixo de 1,750 Kg, permitindo complementar a amamentação, sem o auxílio de sondas ou soros, e fazendo com que o bebê crie o reflexo da sucção, iniciando, dessa forma, toda a cadeia de desenvolvimento), bico para fenda palatina (que possui orifício feito na lateral direita ou esquerda, dependendo do local da fissura, e sempre na parte inferior do bico, que com seu formato grande fecha todo o palato, enquanto o bebê faz a sucção, possibilitando que ele movimente melhor a língua e engula facilmente) e o bico para lábio leporino (com aba mais larga que cobre e veda a fissura labial, permitindo que o bebê produza pressão suficiente para sugar sem que o ar entre pela fissura).
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A equipe de especialistas
Para fazer um trabalho e produtos confiáveis, a marca depende das orientações fundamentadas pela competência e experiência que os especialistas NUK (pediatras, especialistas em nutrição, ginecologistas, dentistas e médicos cirurgiões bucomaxilares), que através dos seus conselhos, orientações e conhecimentos científicos permitem aperfeiçoar constantemente a linha de produtos da marca alemã. Além disso, os especialistas NUK ajudam com a sua posição “neutra” a dar os melhores conselhos aos pais sobre todos os assuntos que dizem respeito ao bebê, assim como explicações nas quais se podem confiar. Todos os produtos da NUK são desenvolvidos levando em consideração os avanços médicos mais recentes e as necessidades das mamães. Estes conhecimentos aliados com a experiência de mães e enfermeiras constituem o “NUK Experience Plus”. Este certificado de qualidade pode ser encontrado em todos os produtos da marca e representa sua principal missão: Tornar a maternidade a melhor coisa do mundo.
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Os slogans
Understanding Life.
Because you care.
The Orthodontists Choice.
Compreendemos a vida.

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Dados corporativos
● Origem: Alemanha
● Lançamento: 1956
● Criador:
Dr. Müller e Dr. Balters
● Sede mundial:
Zeven, Alemanha
● Proprietário da marca:
MAPA GmbH
● Capital aberto: Não
● CEO & Presidente:
Robert Callaghan
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global:
90 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Segmento:
Puericultura
● Principais produtos:
Chupetas, mamadeiras e bicos
● Ícones: Os famosos bicos anatômicos
● Slogan: Understanding life.
● Website:
www.nuk.com
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A marca no mundo
A marca alemã NUK, que possui atuação no mercado de artigos para bebês com linhas para amamentação materna, acessórios, desenvolvimento e higiene oral, especialmente bicos anatômicos para mamadeiras e chupetas, mordedores e até escovas dentárias, comercializa seus produtos em mais de 90 países. Seus produtos são vendidos em lojas de bebês, farmácias, drogarias e grandes supermercados.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 11/12/2009


 
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