Mundo Das Marcas

7.11.09

MM NEWS (edição 3)

Nova fase da Pfizer
A PFIZER, uma gigante do setor farmacêutico, produtora de dois dos medicamentos mais vendidos da história, o Viagra e o Liptor, anunciou na semana passada, sem nenhum alarde, uma versão revisada de seu tradicional logotipo oval, criado em 1991. Na nova identidade visual, o novo logotipo está mais moderno com uma leve inclinação e tons degrade de azul. Eu gostei e aprovei.
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GM volta atrás
Foi um golpe duro para a General Motors se desfazer de partes da empresa quando o governo americano decidiu ajudá-la a sair da iminente falência. No entanto, perder as marcas Saturn e Pontiac não incomodava tanto a direção da GM quanto abrir mão da tradicional Opel. A operação européia sempre foi decisiva não só pela importância do mercado em que atua, mas também pela contribuição tecnológica desenvolvida no velho continente. O tempo passou, a situação hoje é menos assustadora, mas ainda grave, e a GM encheu o peito e decidiu ficar com a Opel alegando que marca alemã “é decisiva para a estratégia global da empresa”.
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Seda e os maiores experts em cabelos
Líder do mercado de xampus no Brasil, com 21,7% de participação (dados Nielsen equivalentes a janeiro-junho), a SEDA está com um posicionamento mais premium e ligado ao mundo da moda. A marca da Unilever iniciou uma parceria de longo prazo com os sete maiores especialistas internacionais em cabelo. Eles são co-criadores das novas linhas de produtos, que chegaram às prateleiras em setembro. O Brasil foi o primeiro país a receber a nova linha, que apresenta a assinatura “Novo Seda. Seus cabelos com um toque de expert”. Apenas para o lançamento das sete linhas, cada uma delas desenvolvida com o respaldo desses experts, foram investidos R$ 25 milhões. Os sete especialistas são:
Rita Hazan, uma das melhores do mundo em técnicas de coloração e manutenção de cores co-criou a nova fórmula da linha Seda Pretos Luminosos, com melanina, para ressaltar o brilho dos tons escuros.
Teddy Charles, especialista em volume e criador de estilos radicais para passarelas e revistas, co-criou a fórmula de Seda Anti-Sponge com Hydracate™ Complex para ajudar a controlar o volume do cabelo e micro-colágeno nas fórmulas de Seda Camadas Destacadas.
Thomas Taw, cabeleireiro e dono da boutique-salão BobSoho Salon, um salão referência em reparação e reconstrução dos cabelos, co-criou com Seda a fórmula das linhas S.O.S. Seda Reconstrução Estrutural, com Bio Queratina que garante reconstrução de um ano de danos acumulados nos cabelos em apenas 10 dias; Seda S.O.S. Crescimento Fortificado; Seda SOS Ceramidas, com micro ceramidas e Seda S.O.S. Keraforce, com Kerobá.
Yuko Yamashita, inventora da técnica de alisamento definitivo ajudou a reformular as linhas Seda Liso Perfeito, que passou a conter Proteína Hidrolisada, e Seda Liso Extremo, que passou a conter Aqua Lisina, ingredientes que ajudam a alinhar os cabelos da raiz às pontas e reduzir o frizz por mais tempo.
Dra. Francesca Fusco, dermatologista mundialmente renomada e especialista nos cuidados do couro cabeludo, co-criou as novas fórmulas de Seda S.O.S. Caspa, com Zinco Piritiona, conhecido agente anticaspa e Seda S.O.S. Queda, com Pró-Retinol, cuja fórmula fortalece a fibra capilar.
Mauro Freire, um dos mais conceituados cabeleireiros brasileiros. Conhecido por cortar os cabelos sempre secos, com navalhas e por devolver brilho aos cabelos, ajudou a desenvolver a fórmula de Seda Brilho Gloss, com micas luminosas, que restaura o brilho natural dos cabelos. Também co-criou com Seda as fórmulas desenvolvidas para o mercado brasileiro: Seda S.O.S. Chocolate (sem sal), Seda Citric Fresh, Seda Guaraná Active e Seda Verão Intenso.
Ouidad, proprietária de dois exclusivos salões curly-only (somente-cachos) colaborou com o desenvolvimento das novas fórmulas das linhas Seda Cachos Comportados, com Hydro Elastina, que ajuda a manter a hidratação dos cachos e Ondas Definidas, com Elastina, que ajuda a manter as ondas mais definidas e uniformes.
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A Missoni está chegando
A grife italiana Missoni, marcada pelo luxo e exclusividade, vai abrir a primeira loja da América Latina aqui no Brasil. E vai ser em São Paulo, no Shopping Iguatemi. A Missoni é referência mundial em moda contemporânea. Tudo porque mesmo com 56 anos de existência, consegue manter-se atual e desejada utilizando a mesma base do início dos negócios: malharia em tricô. Os tapumes já estão no shopping.
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O sucesso de César Cielo encoraja Arena a vir para o Brasil
A marca italiana de artigos esportivos Arena, patrocinadora oficial do recordista César Cielo, começa a vender seus produtos no Brasil neste mês com grande esforço de marketing. O primeiro lote de óculos para natação, protetores auriculares, tocas e o famoso maiô estarão à disposição dos consumidores brasileiros. Os italianos têm metas ambiciosas: querem 10% de participação nas vendas de produtos para natação até o final de 2010. Vale ressaltar que será um trabalho árduo, considerando a forte ligação da concorrente Speedo com o mercado brasileiro.
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Monopoly adere a onda digital
Recentemente o Google fechou uma parceria com a Hasbro, fabricante do jogo Monopoly (conhecido aqui no Brasil como Banco Imobiliário) para desenvolver um jogo de tabuleiro online baseado na plataforma do Google Maps. Na nova versão o jogador pode comprar e construir suas cidades em qualquer parte do planeta. Todos os jogadores começam com 3 milhões de “Monopolys” e as regras seguem a linha do clássico Banco Imobiliário podendo haver algumas poucas diferenças. Se você é um dos milhares de fãs do Monopoly não deixe de conferir esta nova versão online, que provavelmente será um grande sucesso, clicando
aqui.
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MSN de borboleta nova
Discretamente e aos poucos, a Microsoft está divulgando o novo logotipo do MSN, identificado por milhões de pessoas pela sua tradicional borboleta colorida. As diferenças são poucas: saiu de cena o miolo roxo da borboleta antiga, as asas ficaram mais inclinadas e a topologia e cor das letras ficaram mais clean. À meu ver o problema do MSN não é a identidade visual, mas sim uma questão de existência. Desde que a Microsoft "literalmente rachou" seus empreendimentos para a Internet entre MSN e Windows Live, instalou na mente das pessoas uma confusão sem precedentes em sua história.
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A Toyota não é mais a mesma
Há pouco mais de um ano atrás a montadora japonesa Toyota era tida como modelo de eficiência, e conseqüentemente de lucros astronômicos em um segmento cambaleante. Bastou uma crise, é bem verdade que de proporções gigantescas, para que todo esse modelo de administração e eficiência fosse colocado em cheque: maior prejuízo de sua história, queda nas vendas globais e a tal eficiência já não era mais a mesma. O último capítulo dessa triste história foi “rodado” nesta semana, quando a Toyota, com direito a choro de seus diretores, anunciou que estava deixando a Fórmula 1. Agora pergunto: Cadê a tal eficiência da Toyota tão elogiada por especialistas do mundo inteiro?
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Kadu Dias
(Publisher e fundador do MM)
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Fontes: Mundo do Marketing e sites de notícias

4.11.09

WYETH

A WYETH há quase 150 anos tem liderado o caminho para um mundo mais saudável através da pesquisa e desenvolvimento de produtos que contribuam para uma melhor qualidade de vida dos seres humanos. Líder em descoberta, desenvolvimento, fabricação e comercialização de produtos farmacêuticos, biológicos, vacinas e medicamentos isentos de prescrição médica, a WYETH é uma peça global importante na prevenção e tratamento de doenças.
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A história
Tudo começou quando em 1860, John Wyeth e seu irmão mais novo, Frank, ambos formados pela Faculdade de Farmácia da Filadélfia, resolveram abrira uma farmácia de varejo com um pequeno laboratório de pesquisa. Pouco depois, em 1862, os irmãos já fabricavam medicamentos em grande quantidade para médicos, além de publicarem o primeiro catálogo de fórmulas medicinais para distribuição para atacadistas. Durante o período da Guerra Civil Americana, em 1864, a John Wyeth & Brother forneceu medicamentos e extrato de carne para o Exército da União. No início da próxima década, em 1872, Henry Bower, um funcionário da empresa, desenvolveu uma das primeiras máquinas giratórias para prensagem de comprimidos dos Estados Unidos para a produção massiva de medicamentos com precisão e velocidade sem precedentes.
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O reconhecimento da John Wyeth & Brother começou em 1876, quando a empresa recebeu quatro prêmios na Feira Centenária dos Estados Unidos por suas pílulas comprimidas, fórmulas farmacêuticas, supositórios e alimentos para bebês e inválidos. A década seguinte tem início, em 1883, com a inauguração de sua primeira filial no exterior, em Montreal no Canadá. Dois anos depois a empresa inicia a produção de vacinas. No final desta década, em 1889, um incêndio destruiu a farmácia original na cidade da Filadélfia. Com isso, os irmãos vendem o negócio de varejo, adquirem outro espaço e passam a se concentrar na produção em massa de medicamentos e vacinas.
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Com a morte de John Wyeth em 1907, seu filho, Stuart, que havia se formado pela Universidade de Harvard, se tornou presidente da empresa. Após a Primeira Guerra Mundial, a American Home Products (hoje conhecida como WYETH) é incorporada no dia 4 de fevereiro de 1926. O edifício Whitehall na Battery Place, no centro de Manhattan, se torna a primeira sede da nova empresa. É daí que vem o nome “Whitehall Robins”, antigo nome da unidade de produtos de consumo da WYETH. No final desta década, em 1929, a marca de creme dental Kolynos se torna um dos principais fatores impulsionadores de suas vendas globais. Pouco depois, em 1930, a empresa comprou a marca de analgésico para dor de cabeça Anacin, que rapidamente se transformaria em seu principal produto. A partir de 1935, já com Alvin G. Brush no comando, a WYETH implantou uma estratégia de diversificação e aquisições, adquirindo 34 empresas nos 15 anos seguintes como a S.M.A. Corporation, especializada na produção de fórmulas inovadoras para bebês.
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Na década de 40, com a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, a WYETH enviou as Forças Armadas medicamentos à base de Sulfa (um dos primeiros bacteriostáticos), plasma sangüíneo, vacina contra tifo, quinino e comprimidos de atabrina para combater a malária. Nesta época a empresa lançou seu programa de pesquisa em penicilina. Pouco depois, em 1943, uma fusão com a empresa canadense Ayerst, MacKeena e Harrison, trouxe consigo um produto de vanguarda chamado Premarin (primeiro produto à base de estrogênios conjugados do mundo). Logo depois, seis empresas se fundem à WYETH LABORATORIES, incrementando seu protifólio com vacinas contra tétano, tifo, difteria, varíola, soros, o método Tubex de tratamento de alergias, uma linha de antiácidos e laxantes, e um extrato de carne chamado Bovinine.
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Em 1945 a empresa ingressou na área de saúde animal com a aquisição da Fort Dodge Serum Company. Na década de 50, a empresa, além de lançar novos medicamentos para o tratamento de alcoolismo e hipertensão arterial, forneceu vacina contra pólio para estudos críticos, se tornando em seguida, uma das principais produtoras de vacinas dos Estados Unidos. A década de 60 foi marcada pelo lançamento de novos medicamentos como o contraceptivo Ovral, que se tornaria o mais prescrito do mercado. Além disso, a WYETH renuncia a seus direitos de royalties da patente de sua nova e inovadora agulha bifurcada, auxiliando na aplicação de 200 milhões de vacinas de varíola por ano. No final dos anos 70, a OMS (Organização Mundial de Saúde) anunciou a erradicação da varíola no mundo, agradecendo à WYETH por sua importante e generosa contribuição.
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No início da década de 80, a empresa descontinua linha menos lucrativas de produtos e concentra novos recursos em medicamentos de consumo e prescrição. Nesta época, em 1983, o INDERAL, um beta-bloqueador para arritmia, se tornou o medicamento mais prescrito dos Estados Unidos. Em 1987, a WYETH reforça seu interesse na área de saúde animal ao comprar a divisão da Bristol-Myers; e, no ano seguinte, se transforma na terceira maior produtora deste segmento nos Estados Unidos. Em 1993 a empresa fundou o Instituto de Pesquisa em Saúde Feminina, primeiro laboratório deste tipo totalmente dedicado à saúde da mulher. No ano seguinte, com a aquisição da American Cyanamid e de sua subsidiária Lederle Laboratories, a WYETH adicionou às suas linhas de produtos as vacinas Laderle Praxis e o complexo multivitamínico Centrum.
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A década seguinte foi marcada pelo enorme aumento em seu faturamento e em altos investimentos em pesquisas e desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas. Finalmente em 2002, a American Home Products mudou seu nome oficialmente para WYETH, refletindo assim a evolução da empresa passando de uma holding diversificada para um laboratório farmacêutico global. No início de 2009, a WYETH foi comprada pela Pfizer por US$ 68 bilhões, no maior negócio do setor da década.
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A linha do tempo
1936
A empresa assinou seu primeiro acordo de licenciamento farmacêutico, adquirindo um antígeno bacteriano para a pesquisa de uma vacina contra a artrite.
1944
A WYETH foi uma das 22 empresas selecionadas pelo governo americano para fabricar penicilina, primeiramente para as Forças Armadas, e posteriormente para o público em geral.
1951
Lançamento do ANTABUSE (tratamento de alcoolismo) e do FERNERGAN (anti-histamínico).
1952
Lançamento do ANSOLYEN (medicamento para hipertensão arterial).
1954
Lançamento do MYSOLINE (anticonvulsivante).
1958
Lançamento do DRISTAN (analgésico e antitérmico) e do SPEEP-EZE (indutor de sono não-narcótico).
1959
Início da produção do ISORDIL (vasodilatador para tratamento de angina).
1961
Lançamento da vacina para varíola congelada a seco.
1966
Lançamento do OVRAL (primeiro esteróide progestacional totalmente sintético).
1967
Lançamento do INDERAL (primeiro beta-bloqueador para arritmia).
1970
A empresa aperfeiçoou sua fórmula S-26 para bebês ao desenvolver uma mistura de gordura fisiológica que se assemelhava muito ao conteúdo de ácidos graxos contidos no leite humano.
1984
Lançamento do ADVIL, primeiro ibuprofeno comercializado sem prescrição médica nos Estados Unidos.
1988
Lançamento da primeira vacina conjugada contra meningite bacteriana para uso em bebês.
1991
Introdução da primeira vacina contra difteria/tétano/coqueluche acelular nos Estados Unidos.
Lançamento do NORPLANT, uma nova geração de contraceptivos.
1997
Lançamento do BeneFIX, nova proteína de coagulação sangüínea geneticamente projetada para o tratamento da hemofilia B.
1999
Lançamento do ReFacto, medicamento para o tratamento da hemofilia A.
Lançamento do SIROLIMUS, um imunossupressor para transplante renal.
2000
Lançamento da inovadora vacina Pneumocócica Conjugada Heptavalente para prevenção de doenças pneumocócicas invasivas em bebês e crianças.
Lançamento do PROTONIX (inibidor da bomba de prótons para o tratamento de doença do refluxo gastresofágico).
2002
O ALAVERT, um anti-histamínico não-sedativo recebe a aprovação do FDA para ser comercializado.
O ADVIL ALLERGY SINUS, primeiro produto de fórmula tripla com ibuprofeno, também recebe aprovação do FDA.
2003
Aprovação do stent CYPHER, um produto revestido com sirolimus para reduzir o rebloqueio em pacientes que recebem stents durante procedimentos coronarianos.
2005
Lançamento do TYGACIL, um antibiótico I.V. indicado para o tratamento de infecções cutâneas e intra-abdominais complicadas.
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Dados corporativos
● Origem:
Estados Unidos
● Fundação:
1860
● Fundador: Frank e John Wyeth
● Sede mundial: Madison, New Jersey
● Proprietário da marca: Pfizer Incorporated
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman:
Robert Essner
● CEO: Bernard J. Poussot
● Faturamento: US$ 22.8 bilhões (2008)
● Lucro: US$ 4.4 bilhões (2008)
● Presença global:
145 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
47.000
● Segmento:
Farmacêutico
● Principais produtos:
Medicamentos e vacinas
● Slogan: Uma história de amor pela vida. (Brasil)
● Website:
www.wyeth.com
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A marca no Brasil
A WYETH tem 60 anos de história no Brasil, contabilizados desde sua associação com o tradicional Instituto Medicamenta Fontoura, em 1949. Em 1954, inaugurou no país a primeira fábrica de penicilina da América Latina, com a presença do descobridor do medicamento que revolucionou a história da saúde mundial, Sir Alexander Fleming. Com esse feito, inclusive, a fábrica da Fontoura – Wyeth, em São Bernardo do Campo (São Paulo), assumiria a liderança na produção nacional de antibióticos em 1960. A fábrica foi transferida para a cidade de Itapevi (São Paulo), inaugurada em 1999. A moderna fábrica hoje funciona com capacidade para produzir e embalar 32,2 milhões de unidades/ano, sendo responsável pela exportação de produtos para Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru, Venezuela e também para o Caribe. A empresa está estruturada em duas unidades operacionais para produção e comercialização de produtos farmacêuticos de prescrição e de venda livre, respectivamente, a Wyeth Pharma e a Wyeth Consumer. Além disso, a unidade brasileira também é centro regional de embalagem de hormônios, vacinas, e dos medicamentos Efexor, Rapamune e Lorax, além das embalagens secundárias para vacinas. No país, a WYETH comercializa 39 medicamentos, que se desdobram em 67 apresentações.
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A marca no mundo
Atualmente a WYETH, uma das 10 maiores indústrias farmacêuticas do mundo, está presente em 145 países, sendo líder global em pesquisa e desenvolvimento de produtos farmacêuticos inovadores. As principais divisões da empresa incluem a Wyeth Pharmaceuticals (produtos de prescrição médica), a Wyeth Consumer Healthcare (produtos isentos de prescrição) e a Fort Dodge Animal Health (saúde animal).
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 4/11/2009

31.10.09

GOYARD

A francesa GOYARD, maior referência de luxo no segmento de malas e bolsas, é um verdadeiro mito em seu segmento. A marca, extremamente exclusiva e seletiva, tem um grande foco na personalização, que existe de várias formas, desde os baús e malas feitos completamente sob encomenda até as iniciais e faixas que são pintadas nos produtos, de forma que os clientes possam ter algo único, o que é o verdadeiro significado do luxo. Responsável por criar acessórios eternos do estilista Karl Lagerfeld e da Duquesa Windsor, a marca traz em seus detalhes o melhor da sofisticação e exclusividade francesa.
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A história
Tudo começou com François Goyard, um jovem artesão que veio da Borgonha para Paris, em 1845, com o objetivo de trabalhar como aprendiz na Maison Morel, o maior e mais prestigioso atelier fabricante de baús de viagem, caixinhas, cofrinhos e embalagens, na época um must da nobreza francesa. Em oito anos, ele se transformou no herdeiro profissional do célebre Monsier Henri Morel e teve uma idéia então muito original e ousada: abriu uma loja ao público, em 1853, na legendária Rue Saint-Honoré (onde está até hoje, no mesmo prédio) e começou a oferecer suas requintadas criações que levavam o requinte e luxo na hora de viajar, iniciando o negócio, batizado de La Maison Goyard, que foi muito expandido nas três décadas seguintes, por seu filho Edmond. Entre as inovações da GOYARD na época, destacam-se a abertura de filiais nos destinos de férias dos ricos como Bordeaux, Biarritz e Monte Carlo, e de corners dentro das lojas de John Wanamaker, considerado pai do conceito de loja de departamento, nas cidades de Filadélfia e Nova York.
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Na virada do século, Edmond resolveu participar de várias feiras e exposições internacionais, conquistando inúmeros prêmios e aumentando ainda mais o prestígio da marca. Nesta época, a GOYARD abriu um departamento especificamente para atender aos donos de animais de estimação, entre eles cachorros, gatos e até macaquinhos, que queriam seus bichanos vestidos com acessórios da grife. Rapidamente a GOYARD se tornou a favorita da aristocracia européia conquistando também clientes fiéis ao redor do mundo como o bilionário americano John Rockfeller, a atriz francesa Sarah Bernhardt, o escritor escocês Conan Doyle, criador do personagem Sherlock Holmes, o Duque e a Duquesa de Windsor, o Marajá de Kapurthala, o pintor Pablo Picasso e Gregory Peck.
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No dia 3 de dezembro de 1931 a GOYARD oficialmente obteve a patente do Malle Bureau, um baú de viagem que poderia ser convertido em um pequeno mobiliário, com uma mesa capaz de acomodar uma máquina de escrever. Ao contrário da Louis Vuitton, que se tornou um colosso nas mãos de Bernard Arnault, hoje proprietário do maior conglomerado de luxo do mundo, a GOYARD se manteve pequena e fiel às suas origens, fabricando todas as suas malas artesanalmente, inclusive as costuras, e unindo forças com outras marcas tradicionalíssimas, como os caviares da Prunier, para produzir malas e baús de viagem chiquérrimos para se carregar de tudo, desde escritórios portáteis a equipamentos necessários para jogar pólo (da sela ao chicotinho) ou degustar um champanhe ou um chá a qualquer instante.
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Na década de 90 a empresa foi adquirida pela família Signoles, que rapidamente começou a introduzir bolsas mais modernas e com diferentes colorações. Nas últimas duas décadas, a maison francesa caiu no gosto das celebridades por ser prática e exclusiva. Todas as peças podem ganhar listras e as iniciais de sua dona com serviços de personalização. Redescoberta por celebridades e fashionistas, a GOYARD voltou às páginas das revistas de moda graças à bolsa-fetiche Saint Louis, vendida em três tamanhos e com uma exuberante cartela de cores. Outro modelo de sucesso é a shopping bag, que vem com uma carteira pendurada, e tem várias opções de cores como verde, amarelo, laranja, azul, vinho e vermelho.
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Devido ao enorme sucesso de seu exclusivo monograma (chamado Goyard Chevron), a grife de luxo expandiu suas operações para os Estados Unidos, Hong Kong e Japão. Recentemente, em 2008, a tradicional marca francesa produtora de baús, malas, bolsas, carteiras, entre outros itens chiquérrimos como guarda-chuva, inaugurou sua loja na Villa Daslu em São Paulo, primeira unidade do hemisfério sul. A loja da GOYARD oferecia um atelier com uma artista que fazia a personalização das malas com as iniciais da compradora. As paredes da loja na Villa eram idênticas às da loja original na Rue Saint Honoré em Paris.
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Uma de suas últimas criações foi a Lancôme/Goyard Vanity Case, uma pequena maleta de maquiagens com itens da sofisticada Lancôme, vendida a US$ 18.000. A marca apresenta ainda uma linha de produtos para animais que inclui pratos para viagem e coleiras.
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Dados corporativos
● Origem:
França
● Fundação: 1853
● Fundador:
François Goyard
● Sede mundial:
Paris, França
● Proprietário da marca:
La Maison Goyard
● Capital aberto: Não
● Diretor geral:
Frédéric Grangié
● Diretor comercial: Jeanne Signoles
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Lojas:
16
● Presença global:
30 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
500
● Segmento:
Acessórios de luxo
● Principais produtos:
Bolsas e malas
● Ícones: As bolsas coloridas St. Louis
● Slogan: Malletier depuis 1853.
● Website:
www.goyard.com
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A marca no mundo
A GOYARD, grife marcada pela exclusividade, possui apenas 16 lojas ao redor do mundo espalhadas por cidades como Paris, Nova York, São Paulo, Hong Kong, Londres, Kuwait City, Seul, Osaka, Tókio, Boston, Beverly Hills ou São Francisco, e poucas lojas de departamento, entre elas a Bergdorf Goodman e Barney’s de Nova York, vendem seus cobiçados produtos.
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Você sabia?
Dizem que o “grand chef” Alain Ducasse tem vários baús contendo todos seus utensílios de cozinha e que Karl Lagerfeld é cliente da marca desde os 11 anos. Curiosidades à parte, a verdade é que a GOYARD é exclusiva e chique demais.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 31/10/2009

30.10.09

MM NEWS (edição 2)

Uma “coquinha” nova no mercado
A The Coca-Cola Company anunciou que vai vender no mercado americano, inicialmente em Nova York e Washington a partir de dezembro, um novo modelo de lata com apenas 220 mililitros e 90 calorias, que segundo a empresa, tem como objetivo ajudar os consumidores de suas bebidas a controlar o consumo calórico, reforçando o apoio da empresa a um estilo de vida saudável e ativo. As marcas que estarão disponíveis neste novo tipo de embalagem serão Coca-Cola, Sprite, Fanta Laranja, Coca-Cola Cherry e a cerveja sem álcool Barq's. Vocês acreditam?
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Enquanto isso no Brasil...
A Coca-Cola lança o Sprite 2.Zero, nova versão da bebida sem açúcar que promete um sabor mais intenso de limão e refrescante. A novidade chegou ao mercado, inicialmente somente na região sul e em parte do interior de São Paulo. Em breve, o refrigerante estará disponível em todo o país. O novo produto substitui o Sprite Zero, lançado em 2005 no Brasil. O atributo refrescante de Sprite 2.Zero é materializado também na embalagem, que é transparente. Com isso, estabelece uma diferenciação em relação à versão tradicional de Sprite, que utiliza o verde na garrafa. Sprite 2.Zero poderá ser encontrada em garrafas PET de 600 ml, 2L e latas de 350ml. As embalagens e peças de comunicação de todas as versões de Sprite trazem outra novidade: uma identidade visual mais moderna, com o logo cercado por um fundo que remete a uma explosão líquida, comunicando o aspecto refrescante do produto.
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Welcome GAP
A marca americana GAP vai finalmente abrir operação própria no Brasil. Por enquanto, as roupas da marca só são encontradas na butique Daslu e nos aeroportos de Guarulhos e do Galeão. Com olhos atentos no crescimento do mercado brasileiro, a GAP não descarta a possibilidade de lançar aqui também sua outra marca de sucesso: a Banana Republic.
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Audi de “cara nova”
Poucos devem ter percebido, mas como parte das comemorações de seus 100 anos, a AUDI resolveu atualizar seu logotipo. Os famosos "quatro anéis" continuam, mas com um efeito cromado, deixando o logotipo mais tridimensional e com mais textura que o anterior. O nome da empresa foi movido para a esquerda e escrito com uma nova fonte. Na minha opinião um “rebrand” completamente desnecessário.
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LV nos pescoços dos abonados
O badalado designer de jóias Lorenz Bäumer, que tradicionalmente realiza trabalhos para marcas luxuosas como Chanel e Baccarat, é o responsável pelo ingresso da grife francesa Louis Vuitton no mundo das jóias. A coleção, que acaba de ser lançada e batizada de L'Âme du Voyage (Espírito de Viagem), tem preços condizentes com os desejos que a LV provoca em suas fiéis clientes: há colares que podem custar nada menos que US$ 2.5 milhões.
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Nova Schin muda, somente o rótulo
Após seis anos de seu lançamento no mercado, a cervejaria Schincariol mudou a identidade visual (logotipo e rótulo) da Nova Schin. Na nova comunicação visual, a expressão “Schin” ganha mais visibilidade e novas cores. Agora estão utilizando o dourado de maneira mais perceptiva, sendo que passarão a utilizar a cor laranja para destacar o produto no P.D.V. e ações de patrocínio e evento da marca. Segundo Luiz Claudio Taya, diretor de marketing do Grupo Schincariol, “As mudanças reforçam atributos importantes como jovialidade, modernidade e qualidade, mas sem perder a essência da marca. Buscamos aprimorar ainda mais a percepção de qualidade, além de proporcionar maior integração da linha de produtos”. A cervejaria podia aproveitar a mudança visual e também modificar a fórmula!
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Mais uma embalagem criativa da Absolut
Toda vez que se aproxima a estação do verão, um clima tropical parece tomar conta das marcas. É o que aconteceu com a vodca Absolut ao lançar mais uma edição limitada, a Absolut Pop Up. A grande novidade está na criativa embalagem: a vodca está embalada em uma caixa que se transforma em um mini-bar que pode ser decorado com frutas. A Absolut Pop Up será vendida em todo o país com preço sugerido de R$ 74,90.
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Eu indico e assino embaixo
Por que Sir Richard Branson é considerado um gênio da construção de empresas e marcas? O livro “O estilo Richard Branson de gerir” conta isso e muito mais sobre este polêmico, mas brilhante inglês que transformou a marca VIRGIN em uma das mais admiradas e desejadas do planeta. Eu li e aprovei.
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Kadu Dias
(Publisher e fundador do MM)
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Fontes: Mundo do Marketing e sites de notícias

28.10.09

BILLBOARD

A revista americana BILLBOARD é considerada uma “Bíblia da Música”, que determina tendência no mercado musical mundial há décadas. Considerada a principal parada musical do mundo da música, ser citado ou figurar entre seus famosos rankings pode determinar o sucesso de um álbum ou artista.
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A história
A tradicional BILLBOARD teve origem na cidade americana de Cincinnati, estado americano do Ohio, quando William H. Donaldson e James H. Hennegan, cujas famílias atuavam no segmento gráfico e editorial, resolveram criar uma nova revista mensal. Lançada no mercado oficialmente no dia 1 de novembro de 1894 com o nome de BILLBOARD ADVERTISING, ela abordava diversos temas (não musicais), voltada especialmente para o mercado publicitário. A primeira edição, que continha oito páginas, tinha preço de capa de 10 centavos de dólar (90 centavos para assinaturas anuais). Em fevereiro de 1897 a revista passou a se chamar THE BILLBOARD, e, em poucos anos começou a publicar anúncios de circos, parques de diversão, shows, feiras e eventos ao ar livre. Somente a partir de 1900 a revista passou a ser semanal. Em 1909 a BILLBOARD começou a cobrir o cinema, e, na década de 20 o rádio.
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Na década de 30, com o aumento da popularidade das famosas juke box, a BILLBOARD começou a dar mais atenção para o mercado musical. E foi no dia 4 de janeiro de 1936, um sábado, que a BILLBOARD publicou o seu primeiro ranking musical, uma espécie de “parada de sucesso”, tendo como líder da primeira lista a canção “Stop! Look! Listen!” do violinista de jazz Joe Venuti. Em 20 de julho de 1940 publicou sua primeira lista de popularidade musical (Music Popularity Chart). Os grandes campeões da BILLBOARD entre os artistas solo masculinos são Elvis Presley (18 singles número 1) e Michael Jackson (13 singles número 1); e femininos são Mariah Carey (18 singles número 1) e Madonna (12 singles número 1). O cantor Michael Jackson tinha sido o principal responsável pela divulgação da revista no mundo, por meio de seus álbuns fenômenos de venda como Bad, Thriller e Dangerous. Já entre as bandas, os The Beatles tem o recorde até os dias atuais (20 singles número 1).
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Rapidamente a revista e seus populares rankings tornaram-se a principal fonte de informação sobre tendências e novidades do meio musical, atendendo aos fãs, artistas, executivos, organizadores de turnês, publishers, programadores de rádio, advogados, varejistas e empresários do mundo digital. Nos anos seguintes seguintes, seus vários rankings, reconhecidos internacionalmente, classificavam canções e álbuns populares em várias categorias e estilos. Seu ranking mais famoso, o Hot 100, introduzido em 1958, mostrava os 100 singles mais vendidos e tocados nas rádios e, até os dias de hoje, é freqüentemente usado nos Estados Unidos como a principal forma de medir a popularidade dos artistas bem como de uma canção. Outro famoso é o Top 200, ranking correspondente aos álbuns mais vendidos.
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Somente a partir de 1961, a revista assumiu exclusivamente o conteúdo que tem até hoje, a indústria da música. Em 1995 a marca lançou no mercado o site billboard.com. Seu conteúdo inclui toda a cobertura do noticiário musical, entrevistas exclusivas, análises de relatórios de tendências e lançamentos, além dos famosos rankings, elaborados com base em informações de vendas de álbuns - físicas e online -, downloads, audiência e diversos outros dados compilados e analisados por ferramentas criadas pela própria Nielsen Business Media, proprietária da marca BILLBOARD. Em 2007 a revista foi comprada pela empresa holandesa Nielsen Company.
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O mês de outubro de 2009 foi um marco para a música no Brasil. Neste mês, mais especificamente no dia 14, foi lançada a versão brasileira da revista BILLBOARD. Considerada a “Bíblia da Música”, a publicação foi o lançamento do ano, revolucionando o mercado musical brasileiro trazendo, principalmente, a versão nacional de suas famosas paradas. A capa da primeira edição era ilustrada pelo cantor Roberto Carlos e a campanha de lançamento pra lá de sugestiva: “Você só ouvir falar. Agora vai ler”. O Brasil é o terceiro país com a publicação impressa da revista; o primeiro e o segundo foram Rússia e Turquia, respectivamente. No Brasil, a tradicional revista será mensal, diferentemente da edição americana que é semanal, tendo tiragem de 40 mil exemplares e distribuição nacional.
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As capas
As capas da BILLBOARD ganharam importância com o decorrer dos anos. A partir da década de 50 se tornaram um território para poucos privilegiados. Elvis Presley, Mariah Carey, Jane Fonda, Beatles, Beyoncé, Michael Jackson, Madonna foram algumas das estrelas que povoaram as capas da revista.
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Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Lançamento:
1 de novembro de 1894
● Criador:
William H. Donaldson e James H. Hennegan
● Sede mundial:
New York City, New York
● Proprietário da marca:
Nielsen Business Media
● Capital aberto:
Não
● Editor chefe:
Bill Werde
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Edições internacionais: 4
● Presença global: + 50 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
500
● Segmento:
Entretenimento
● Principais produtos: Revistas musicais e rankings
● Ícones: Os rankings “Hot 100” e “Top 200”
● Slogan: Experience the buzz.
● Website:
www.billboard.com
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A marca no mundo
Atualmente, a revista americana é também publicada na Turquia, na Rússia e no Brasil, estando presente em mais de 50 países ao redor do mundo. Japão e Coréia do Sul também licenciam a marca BILLBOARD. A revista tem sede em Nova York e sucursais em Londres, Los Angeles e Miami, além de correspondentes em todas as grandes cidades do mundo. O site da revista atraí mensalmente mais de 4 milhões de visitantes de 100 países diferentes. A BILLBOARD é uma das unidades de negócio da Nielsen Business Media, empresa internacional de mídia que oferece publicações especializadas, pesquisas, exposições e serviços de marketing pertencente à Nielsen Company, baseada na Holanda.
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Você sabia?
Anualmente, a revista entrega o Billboard Music Awards, um prêmio que honra os artistas e as canções mais populares do ano. Os BMA’s são entregues com base nos rankings anuais, que mostram quais foram as canções mais populares de cada ano.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 28/10/2009

27.10.09

ING GROUP

O prestígio mundial dos produtos financeiros que levam a marca de um pequeno leão laranja é o resultado de 160 anos de tradição e experiência do ING, atuando como banco de atacado, banco de varejo, gestor de recursos e seguros. Solidez e excelência nos serviços prestados transformaram o ING no maior grupo financeiro do planeta.
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A história
Tudo começou em 1990 na Holanda, quando restrições legais que impediam a fusão entre seguradoras e bancos de varejo ou de investimento foram abolidas pelas autoridades regulatórias locais. Isto abriu caminho, para que em 1991, duas tradicionais empresas nacionais do setor financeiro, a seguradora Nationale-Nederlanden e o banco de varejo NMB Postbank Group, pudessem efetuar uma imensa fusão para formar uma nova empresa, que inicialmente adotou o nome de Internationale Nederlanden Groep, e pouco depois a abreviatura ING GROUP. Essas duas tradicionais empresas tinham suas origens em outras antigas instituições, como o banco Rijkspostspaarbank, fundado em 1881, as seguradoras De Nederlanden van 1845 e De Nationale Levensverzekering Bank, e o Kooger Doodenbos, fundado em 1743.
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Ainda neste mesmo ano, a empresa deu início a sua internacionalização com o ingresso no mercado da República Checa, e, pouco depois, em 1994, com a inauguração de sua primeira agência bancária na Romênia. A primeira grande aquisição da nova empresa ocorreu em 1995, quando comprou o Barings Bank, um tradicional banco de investimento que estava em grandes dificuldades financeiras, permitindo assim um aumento no reconhecimento da marca ING no mundo e uma presença mais sólida e consistente em mercados emergentes. Nos anos seguintes o ING se tornou uma multinacional, oferecendo diversos serviços financeiros, desde banco de varejos a seguros, crescendo rapidamente para se tornar uma marca global.
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Em 1997, o grupo fez importantes aquisições que permitiram seu ingresso no mercado americano. Foi também neste ano que lançou, inicialmente no mercado canadense, o ING DIRECT, um banco que oferecia serviços financeiros através da Internet, telefone e máquinas automáticas, facilitando a prestação de serviços a seus clientes. Atualmente o ING DIRECT possui mais de 22 milhões de clientes e presença nos Estados Unidos, Austrália, Áustria, Alemanha, França, Canadá, Itália, Espanha e Reino Unido. Pouco depois, em 1999, a empresa adquiriu o banco alemão BHF-Bank, ganhando forte presença na maior economia do continente europeu. Neste mesmo ano, em virtude do enorme sucesso do ING DIRECT no Canadá, o grupo lançou o serviço no mercado espanhol e australiano, e, no ano seguinte, nos mercados americano e francês.
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Nos cinco anos que se seguiram, o ING fez diversas aquisições estratégicas em mercados importantes como no mexicano, onde comprou a seguradora Seguros Comercial America of Mexico em 2001; no polonês, ao adquirir o banco Bank Śląski; e no chinês, ao comprar uma fatia do Bank of Beijing em 2005. Em 2007, o ING começou a patrocinar a escuderia Renault Formula One, fortalecendo ainda mais sua imagem global, mas, encerrou sua parceria em 2009 em virtude do escândalo que envolveu o piloto brasileiro Nelsinho Piquet e o chefe da equipe Flávio Briatore.
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A solidez do ING pode ser comprovada recentemente. Apontado pelo mercado como uma das instituições financeiras mais saudáveis teve perdas relativamente administráveis geradas pela crise de crédito ocorrida em meados de 2008. Apesar disso, o banco resolveu aceitar a injeção de capital do governo holandês, aproximadamente US$ 13 bilhões, depois que o valor de suas ações caíram para o menor nível em 15 anos pressionadas pela preocupação dos investidores com o impacto da crise mundial. Em 2009, o ING anunciou que cortará aproximadamente 7.000 empregos e reduzirá seu alcance geográfico, consolidando operações bancárias e de seguros sob a mesma divisão, se concentrando em mercados onde o ING já tem uma posição forte, especialmente o europeu. Além disso, as operações de gestão de investimento (incluindo imobiliário) para Europa, Américas e Ásia/Pacífico serão integradas em apenas uma organização, e os negócios de seguros serão concentrados em produtos de vida e previdência no Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo), nos Estados Unidos, Europa Central, América Latina e Pacífico.
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Café ou banco?
Poucas pessoas pensariam em ir até uma agência bancária, que são ambientes sérios e formais onde as pessoas falam em uma linguagem que a maioria dos mortais dificilmente compreende, passar pelos sisudos guardas e pedir um café expresso para um dos funcionários. Em uma dúzia de países ao redor do mundo isso tem se tornado parte do cotidiano de milhares de pessoas. Só que com uma diferença: em vez de ir ao banco e aproveitar para beber um café, as pessoas vão à cafeteria e recebem um cardápio de serviços bancários. E foi em uma atitude ousada e revolucionária que o grupo holandês criou o ING Café: agências-café que são como lojas do Starbucks, com a diferença que os atendentes do balcão são consultores financeiros à disposição dos clientes. Ou seja, o cliente pode saborear um delicioso café, enquanto avalia decisões de investimento através de terminais de computadores com acesso a Internet.
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Esse novo conceito em agências bancárias, que tinha como proposta base melhorar a experiência do cliente em ir ao banco, foi implantado em 1999 primeiramente na Espanha com a inauguração da primeira unidade do ING Café na cidade de Madrid. A estratégia foi adotada pelo ING GROUP para fortalecer o seu banco online, chamado ING Direct, pois os clientes chegavam a ir até os escritórios do banco apenas para ter certeza que o banco era real. A aceitação dos clientes foi tão boa que, no ano seguinte, dois pontos foram abertos, mais um em Madri e outro em Barcelona. Em março de 2001 foram inauguradas as seis primeiras unidades americanas do ING Café em Chicago, Filadélfia, Los Angeles, CA, Nova York City, St. Cloud e Wilmington. Nos anos seguintes outras unidades foram inauguradas em cidades como Paris, Honolulu, Toronto, Montreal, Calgary e Vancouver.
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A história do leão
O tradicional LEÃO laranja, principal ícone da marca ING, deriva de vários outros logotipos de empresas predecessoras, que utilizavam o animal como símbolo (como mostrado na imagem abaixo).
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Em 1991, com a fusão para a formação do ING, o leão, animal símbolo da Holanda, e o laranja, cor nacional, foram definitivamente adotados como símbolo da instituição financeira.
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Os slogans
Your future. Made Easier.
Save our Money.
(Estados Unidos, ING Direct)
Saving feels good. (ING Direct UK)
Un gran banco que hace Fresh Banking. (Espanha, ING Direct)
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Dados corporativos
● Origem: Holanda
● Fundação: 1991
● Fundador:
Resultado de uma fusão
● Sede mundial: Amsterdã, Holanda
● Proprietário da marca:
ING Groep N.V.
● Capital aberto:
Sim
● Chairman & CEO:
Jan Hommen
● CFO:
Patrick Flynn
● Faturamento: €66.3 bilhões (2008)
● Lucro: - €729 milhões (2008)
● Valor de mercado: US$ 36.9 bilhões (outubro/2009)
● Agências bancárias: 2.050
● Clientes: 85 milhões
● Presença global:
+ 40 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 125.200
● Segmento:
Financeiro
● Principais produtos:
Banco de varejo e seguros
● Ícones:
O leão laranja de seu logotipo
● Slogan: Save our Money. (ING DIRECT)
● Website:
www.ing.com
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A marca no Brasil
O ING chegou ao Brasil em 1983, através de seus predecessores, e nas décadas seguintes atuou como um banco de atacado através de sua filial com foco nos segmentos corporativo (grandes empresas de capital brasileiro e multinacionais clientes do ING globalmente) e institucional.
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A marca no mundo
O ING GROUP oferece diversos serviços financeiros em mais de 40 países nos cinco continentes, tendo aproximadamente 85 milhões de clientes. Com forte presença no continente europeu, o ING BANK possui 250 agências bancárias na Holanda, 800 na Bélgica e 430 na Polônia e Europa Central. O ING ainda é considerado um dos maiores fundos de administração imobiliária do mundo com aproximadamente US$ 50 bilhões em ativos nos Estados Unidos. Atualmente o ING é o maior grupo financeiro e oitava maior empresa do mundo segundo a tradicional revista americana Fortune.
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Você sabia?
O ING HOUSE (sede mundial) do grupo financeiro, localizado na cidade de Amsterdã e projetado pelos arquitetos Roberto Meyer and Jeroen van Schooten, é um moderno e ousado edifício que possui elegantes pátios e jardins internos.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel, Interbrand e Mundo do Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 27/10/2009

22.10.09

MM NEWS

MM NEWS é a nova coluna semanal (publicada toda sexta-feira) do Blog que abordará as novidades relacionadas a marketing, publicidade, design e comunicação. Tudo o que está acontecendo você poderá acompanhar aqui.
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ARTHOME de visual novo
A
ARTHOME, empresa que desde 1998 se dedica a trazer para o mercado brasileiro o que há de mais moderno quando o assunto é utensílios de cozinha e eletrodomésticos portáteis, através de marcas consagradas mundialmente como a alemã SILIT, a australiana BREVILLE, a francesa MASTRAD e a americana SIMPLEHUMAN, apresentou recentemente seu novo logotipo, totalmente alinhado com as tendências de mercado. Eu gostei e aprovei.
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Sea World e Busch Gardens sob nova direção
Na semana passada, a empresa de investimentos Blackstone Capital Partners chegou a um acordo com a Anheuser-Busch InBev para a compra da sua divisão de entretenimento (Busch Entertainment), dona dos parques temáticos Busch Gardens, Sea World, Aquatica, Discovery Cove e Adventure Island, por US$ 2.7 bilhões. A Blackstone, que já é proprietária de outras empresas no segmento de turismo e parques temáticos como Travelport, Hilton Worldwide, Legoland e metade da Universal Orlando, anunciou investimentos bilionários nos parques recém-adquiridos. Desde que comprou a Anheuser-Busch no ano passado, a empresa belgo-brasileira sempre deixou claro que seu foco principal era o setor cervejeiro, e que iria se desfazer dos outros negócios da tradicional empresa americana. A Disney que se cuide.
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Absolut Vodka lança mais uma edição limitada
A ABSOLUT VODKA, agora sob propriedade da francesa Pernod Ricard, anunciou esta semana o lançamento de mais uma edição limitada. Batizada de Flavor of the Tropics, a nova vodca que mistura sabores de manga, laranja, lichia, abacaxi e melão, inicialmente estará disponível somente nas lojas do Free Shop no mundo inteiro. O novo produto será lançado na Europa e nos Estados Unidos em janeiro de 2010, e no resto do mundo somente em fevereiro. Agora é esperar para experimentar essa miscelânia de sabores tropicais e por hora curtir o belo design da nova garrafa.
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Billboard chega ao mercado para fazer barulho
Lançada oficialmente no mercado brasileiro no dia 14 de outubro, a revista americana BILLBOARD chega para aumentar os decibéis e afrontar sua principal concorrente mundial, a ROLLING STONE. E chega com uma campanha de lançamento pra lá de sugestiva: “Você só ouvir falar. Agora vai ler”. Considerada a “Bíblia da Música”, a publicação terá a versão nacional de suas famosas paradas e sua primeira capa trás o Rei Roberto Carlos por um motivo óbvio: é campeão de vendas de "disco" no país.
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A hipocrisia do consumidor
Sei que a notícia é do mês passado, mas não posso deixar de comentar a que ponto chega a hipocrisia da raça humana. No mais novo comercial da marca HAVAIANAS, uma adolescente está em um restaurante com a sua avó, quando um famoso ator de novela (Cauã Reymond) chega e as duas começam um diálogo moderninho falando de sexo. Pois bem, a propaganda foi retirada do ar pela própria empresa devido às inúmeras reclamações de pessoas que acharam que o comercial banalizava o casamento. Essas mesmas pessoas deviam reclamar das coisas nebulosas que acontecem em Brasília ou da violência absurda no Rio de Janeiro. Isto é Brasil. Ah, e ainda bem que a Internet é democrática e bem moderninha, basta clicar no ícone abaixo para rever o comercial.
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Nickelodeon de “roupa nova”
O NICKELODEON está de visual novo. Depois de utilizar inúmeros logotipos nos últimos o canal resolveu dar uma identidade mais homogênea e alinhada a todos os seus produtos. Cyma Zarghami, presidente da empresa, disse que “a decisão para a mudança foi tomada depois que todos os logotipos da empresa foram colocados num cartão de visitas. Parecia uma bagunça”. O novo logotipo usa tipografia em caixa-baixa e seu ponto principal é a letra “i” que, segundo a própria empresa, representa a silhueta de uma criança.
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Mas a mudança não se restringiu somente a identidade visual. Como exemplo desse alinhamento, dois canais da rede já sofreram mudanças no seu nome: o canal Noggin mudou para Nick Jr. e o The N mudou para TeenNick. Essa mudança nos nomes é para incluir a “assinatura” Nick em todos os canais, alinhando assim com o novo logotipo e posicionamento da marca.
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Que precisava de um alinhamento ninguém tinha dúvida. Mas, eu particularmente, não gostei.
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Filme “UP” literalmente nas alturas
A DISNEY/PIXAR está rindo à toa. O filme UP: Altas Aventuras, lançado no final de maio, em menos de seis meses já faturou US$ 500 milhões de dólares. E isto, somente em bilheteria. Ao criar o simpático velhinho Carl Fredricksen, encher sua casa de balões e colocar ao seu lado nessa aventura o menino Russell, um escoteiro gordinho de apenas oitos anos de idade, a PIXAR sabia que iria faturar alto. Mas creio que não tanto em tão pouco tempo.
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Lula, a Vale e um alvo chamado Agnelli
É realmente absurdo que o nosso “querido” presidente, que nem sequer sentou direito em uma carteira escolar, queira criticar, e principalmente derrubar, um executivo do calibre de Roger Agnelli, que a frente da VALE, só fez entregar resultados positivos, transformando-a na mineradora mais lucrativa do mundo. O intenso bombardeio orquestrado pelo próprio Palácio do Planalto, pelo menos, neste momento cessou. Mas, é inadmissível essa “intromissão política” em uma empresa de capital aberto. Os acionistas estão de olho. E só um detalhe: Nos 55 anos em que foi estatal, a empresa pagou US$ 3 bilhões em dividendos aos acionistas - o maior era a União. Nos 12 anos pós-privatização, o valor subiu para US$ 11 bilhões, favorecendo sócios que são direta ou indiretamente ligados ao Estado, como o BNDES e os fundos de pensão. Mais uma vez é o nosso “querido” presidente metendo os pés pelas mãos.
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Band-Aid moderninho
Que a bandagem adesiva BAND-AID, da Johnson & Johnson, há tempos virou, digamos, um acessório fashion, não é novidade para ninguém. Depois de estampar personagens Disney, o Homem-aranha, a Hello Kitty e até trabalhos do estilista Alexandre Herchcovitch, é a MTV que assina a nova “coleção” do lúdico curativo. O objetivo da parceria parece ser modernizar o produto e atingir um público formado por jovens interessados em arte, cultura e música. Agora se machucar é mais que fashion, é uma questão cultural.
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Quaretona em plena forma
Ficou simplesmente magnífica a campanha da NATURA em comemoração aos seus 40 anos. Um OBRIGADO a todos e uma homenagem com apelo emocional aos consumidores, colaboradores, fornecedores, consultores e consultoras que viveram esses 40 anos junto com a empresa. A narração é feita pelo próprio Luiz Seabra, fundador da empresa, que a julgar pela voz e emoção colocada na narração, tem uma carreira promissora como locutor. Belo trabalho.
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Kadu Dias
(Publisher e fundador do MM)
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Fontes: Mundo do Marketing e sites de notícias

20.10.09

PRÉSIDENT

Você acha possível existir uma verdadeira grife na produção de queijos? Se a resposta for negativa, você provavelmente ainda não experimentou os sofisticados e saborosos Camembert, Brie, ou até mesmo a manteiga da marca francesa PRÉSIDENT, que há 75 anos se dedica a arte de confeccionar os melhores e mais saborosos queijos do mercado.
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A história
Tudo começou no dia 19 de outubro de 1933 quando André Besnier, um ex-vendedor de batedeiras, se instalou na região de Laval, em Mayenne no Vale de Loire, e coletou os primeiros 34 litros de leite para a fabricação de 17 queijos tipo Camembert. Era apenas o início de uma das mais renomadas e tradicionais produtoras de queijo do mercado francês. Em 1947, já instalado em uma fábrica maior, ele produzia, além do tradicional Camembert, queijos brancos, queijos tipo suíço e manteigas. Rapidamente André se tornou um verdadeiro especialista na arte e produção de manteigas de qualidade superior. Em 1955, ele morre tragicamente, e seu filho, Michel Besnier, que trabalhava com o pai desde a adolescência como entregador, assume os negócios. Michel, além de ser um excelente artesão na arte de confeccionar queijos, possuía grande talento para gestão e comunicação, fazendo com que nos anos seguintes seus queijos conquistassem inúmeros prêmios e grande reputação em festivais.
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Sempre inovador, na década de 60, Michel consegue desenvolver uma técnica confiável de pasteurização para a produção dos tradicionais queijos Camembert. Em 1968, a empresa finalmente lançou no mercado o queijo Camembert pasteurizado com a marca PRÉSIDENT, chamado assim porque, na época, a França era conhecida como o país dos presidentes. O enorme sucesso do Camembert, que vinha em uma inconfundível caixinha redonda de madeira, permitiu que a empresa crescesse e ganhasse mercado. A década de 70 tem início com grandes novidades como a introdução do Camembert na embalagem de 145 gramas e o Camembert redondo com 8 porções (pequenos pedaços), este último introduzido em 1972, além da inauguração de uma fábrica em Domfront na região da Normandia, pioneira na fabricação do Camembert.
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Foi também nesta época que teve início a diversificação de produtos da marca com o lançamento no mercado da manteiga em barra e também no formato redondo. Rapidamente a manteiga PRÉSIDENT se tornou popular e um dos produtos mais importantes da marca. Pouco depois, em 1975, outro grande sucesso da marca estreou no mercado: o famoso queijo tipo Brie PRÉSIDENT. A década seguinte começa com a mudança de formato da manteiga, que passa a ser oval em 1981. Dois anos depois, os autênticos Camembert, elaborados na Normandia, recuperaram o prestígio com a criação da Appélation de Origem Controle (AOC). A classificação segue algumas regras estabelecidas em 1909, que caracteriza o produto: o queijo deve possuir textura macia, de massa mole, e ser curado, não podendo ser cozido, nem prensado, nem moldado. A partir deste momento os Camembert da marca PRÉSIDENT passam a contar com a classificação e o selo de Origem Controlada.
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No restante desta década, os queijos Camembert e Brie, além da manteiga da marca PRÉSIDENT se tornam ainda mais populares, posicionados como produtos de alta qualidade e tradição. Nesta época os produtos da marca eram divulgados com o tradicional slogan “Président, le bon goût français” (“Président, o bom gosto francês”). Em 1991 a marca introduziu no mercado sua gama de queijos emmental, que em apenas seis anos se tornou líder de mercado. Dois anos depois, confirmando o enorme sucesso da PRÉSIDENT, a empresa atinge uma marca histórica: a produção de um bilhão de Camembert.
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As exportações começaram em 1995, quando os queijos e derivados da marca foram introduzidos no mercado alemão e americano. Neste mesmo ano a PRÉSIDENT introduziu a nova embalagem do queijo Brie com 500 gramas. Até o final da década a marca introduziu novos tipos de queijo, novas embalagens (como o Camembert e Emmental cremosos em bisnagas) e a manteiga Motte (com os grãos de sal marinho), além de lançar seus produtos em muitos outros países. Com a chegada do novo milênio, a PRÉSIDENT ingressou em novas categorias de produtos com a introdução, em 2002, do queijo de cabra e da mussarela de búfala. Nesta época a marca PRÉSIDENT era líder absoluta no mercado francês e distribuída em mais de 120 países ao redor do mundo. Em 2006, a maior novidade da marca foi o lançamento da manteiga desenvolvida especialmente para cozinhar.
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A fazenda Président
Localizada em Place du Camembert, bem ao centro da pequena vila onde o Camembert foi inventado pela senhora Marie Harel em 1791, a The Président Farm é uma espécie de museu que proporciona aos turistas presenciarem todo o processo de produção do tradicional queijo, além de contar a história da marca PRÉSIDENT e alguns segredo na arte de se fabricar o melhor Camembert.
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Os slogans
Perfectly paired with life. (Estados Unidos)
Avec Président, Bien manger c'est le début du Bonheur. (2002)
Tous les jours Président se souvient que manger est un plaisir. (1991)
Président, le bon goût français. (1989)
Président, la crème des beurres. (1980)
Président le roi des Camemberts. (1980)
Président, de vrais fromages signés Besnier. (1970)
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Dados corporativos
● Origem: França
● Lançamento:
1968
● Criador: Michel Besnier
● Sede mundial:
Laval, França
● Proprietário da marca: Le Groupe Lactalis
● Capital aberto: Não
● Chairman:
Emmanuel Besnier
● CEO: Michael Léonard
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global:
128 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Segmento: Laticínios
● Principais produtos:
Queijos e derivados
● Ícones: O queijo Camembert na tradicional caixinha redonda
● Slogan: Perfectly paired with life.
● Website:
www.presidentcheese.com
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A marca no mundo
Os queijos e derivados da marca PRÉSIDENT estão presente em 128 países ao redor do mundo, com forte presença na França, Reino Unido e nos Estados Unidos. Pertencente ao Groupe Lactalis, PRÉSIDENT é a marca número de queijo Brie do exigente mercado francês.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), e Wikipedia (informações devidamente checadas).
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Última atualização em 20/10/2009

19.10.09

WEBER

A marca WEBER é um verdadeiro ícone americano de lazer. Tradicionais nos quintais das casas americanas, suas grelhas/churrasqueiras de metal com tampa, sempre associadas aos momentos de lazer e convivência, acompanham os almoços e jantares festivos entre família e amigos há mais de cinco décadas. A linha de produtos da marca satisfaz as necessidades culinárias de cada pessoa proporcionando momentos inesquecíveis com um sabor sem igual.
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A história
Tudo começou em 1951, quando George Stephen, totalmente insatisfeito com as churrasqueiras abertas que expunham a comida à ação do vento, da neve, cinzas e labaredas, criou a primeira churrasqueira (grelha) com tampa do mercado, iniciando assim uma verdadeira revolução nos quintais de toda a América, permitindo fazer um delicioso churrasco independente das condições climáticas. Nesta época George trabalhava na empresa de seu pai, Weber Brothers Metal Works em Chicago, soldando esferas de metal para construção de bóias marítimas. Foi daí que ele formulou o seu novo conceito. George pegou uma destas esferas, adicionou uma tampa com pegador e uma estrutura de três pernas para suporte e levou sua nova invenção para casa em Mount Prospect, subúrbio de Chicago.
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A nova grelha, cujo princípio de cozimento era semelhante ao de um forno de calor rotativo, permitia conservar e controlar o calor. Deste modo, os alimentos ficavam perfeitamente cozidos, conservando a sua suculência, permitindo assim fazer pratos saborosos e perfeitos. Inicialmente os amigos estranharam a invenção, chegando a te apelidá-la de Sputnik, mas depois de experimentar as suculentas carnes, aprovaram a grelha portátil com tampa. No ano seguinte George lançou o produto no mercado ao preço de US$ 50, inicialmente chamado de “George's Barbecue Kettle”. O sucesso do novo e revolucionário produto foi tão grande que ele mal conseguia atender a demanda.
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Rapidamente suas grelhas se tornaram um ícone americano quando o assunto era comida e diversão, sendo presença constante nos quintais de milhões de residências, popularizando o famoso “churrasco no quintal” entre os americanos. No final da década, George se transformou no único dono da empresa, mudou seu nome para Weber-Stephen Products Co. e construiu uma segunda fábrica para atender a alta demanda do produto, que vendia aproximadamente 15.000 unidades anualmente. Foi nesta época que a empresa introduziu no mercado a primeira grelha com tampa que possuía rodinhas, podendo ser facilmente transportada. Nas décadas de 60 e 70, os produtos da marca ficaram conhecidos por todo o país, sendo comercializados em grandes redes varejistas, além de serem exportados para o Canadá. Os novos modelos, incluindo o primeiro elétrico, introduzido em 1973, permitiam aos amantes de cozinhar ao ar livre gozarem da flexibilidade necessária para grelhar, assar, defumar e cozinhar em qualquer época do ano.
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Em 1985 a empresa criou sua primeira linha de churrasqueiras/grelha a gás, chamada Genesis®, quebrando novamente um paradigma, para a surpresa dos consumidores, provando que era possível obter praticidade e total controle da temperatura, sem abrir mão da qualidade e sabor na hora de comer. Quando George faleceu, em 1993, a WEBER era uma das marcas mais confiáveis e conhecidas do mercado americano. Pouco depois, em 1995, as vendas das grelhas a gás ultrapassam pela primeira vez as de carvão.
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Nos anos seguintes, inúmeras filiais foram abertas nos principais países europeus para que um público maior pudesse usufruir dos valores da marca WEBER: qualidade, sabor e convívio. A WEBER também lançou uma completa linha de acessórios como grelhas, espetos, pegadores, luvas, aventais, entre outros itens, além de uma completa linha de temperos para carnes, frangos e peixes. No ano de 2003, a WEBER ingressou em um novo segmento de mercado ao introduzir as compactas e pequenas churrasqueiras portáteis elétricas, semelhantes aos grills domésticos. O sucesso do produto foi tanto que atualmente existem oito diferentes modelos da linha WEBER Q.
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Em 2005, a WEBER criou seu comércio eletrônico, oferecendo a seus consumidores mais uma opção de canal de venda, principalmente para comprar peças de reposição e outros acessórios. Em 2009, a WEBER introduziu no mercado grelhas com novas cores, deixando os jardins e quintais ainda mais charmosos. Atualmente, todas as grelhas da marca WEBER unem design, com linhas sóbrias e contemporâneas, a materiais de alta qualidade e cores variadas. Todos os produtos são testados e controlados para garantir características como segurança, fiabilidade, robustez e longevidade.
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A linha do tempo
Clicando na imagem abaixo é possível acompanhar toda a evolução e lançamento da marca WEBER ao longo dos anos, onde cada modelo foi ficando cada vez mais sofisticado e luxuoso, chegando a custar US$ 1.000 em alguns casos.
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Os restaurantes
No mês de dezembro de 1988, a WEBER resolveu estender sua vasta experiência na arte de grelhar, cozinhar e cozer para outro segmento de mercado ao inaugurar, na cidade de Wheeling, estado de Illinois, o primeiro Weber Grill® Restaurant, um moderno e aconchegante restaurante especializado em carnes, que oferecia filés, o tradicional churrasco americano (American BBQ) e hambúrgueres preparados em seis autênticas e gigantes grelhas WEBER à carvão, permitindo, que através de uma enorme janela de vidro (cozinha-vitrine), os clientes pudessem ver todo o sistema de preparo das carnes. Depois de muito sucesso, mais três unidades foram inauguradas na região da grande Chicago: Lombard (1999), Centro de Chicago (2002) e Schaumburg (2005). Em 2007, outra unidade foi inaugurada na cidade de Indianápolis no estado de Indiana. Atualmente a pequena rede de restaurantes é popularmente conhecida pela enorme churrasqueira vermelha pendurada nas fechadas de suas unidades, além do tradicional Smokey’s Joe Bar, um enorme bar onde é servido uma imensa variedades de cervejas, vinhos, drinques e a famosa Sangria, da qual a rede vende 15.000 taças todos os meses.
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A evolução visual
O logotipo da marca WEBER mudou bastante durante os anos. Seu primeiro logotipo, introduzido em 1954, era marcado por um chapéu de cozinheiro. A primeira modificação ocorreu pouco depois, em 1956, e somente em 1977 foi introduzido o tradicional símbolo da churrasqueira com tampava oval, que se tornaria um dos ícones de maior reconhecimento da marca. A última versão foi introduzida no ano de 2002, quando a tradicional churrasqueira ganhou a cor vermelha.
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Dados corporativos
● Origem:
Estados Unidos
● Lançamento: 1952
● Criador: George Stephen
● Sede mundial: Palatine, Illinois
● Proprietário da marca: Weber-Stephen Products Co.
● Capital aberto: Não
● CEO & Presidente:
James C. Stephen
● Faturamento: US$ 220 milhões (estimado)
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global:
60 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
1.050
● Segmento:
Utensílios domésticos
● Principais produtos:
Grelhas portáteis, grills e acessórios
● Outros negócios: A rede de restaurante WEBER GRILL RESTAURANTS
● Slogan: World’s No.1 Barbecue.
● Website:
www.weber.com
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A marca no mundo
Hoje em dia os produtos da marca WEBER, que englobam desde as tradicionais grelhas à carvão, gás e elétrica, até grills portáteis e acessórios para churrasco como grelhas, espetos, luvas e pegadores, são comercializados em mais de 60 países ao redor do mundo, através de subsidiárias na Europa, Ásia, América do Sul, México e Austrália. Graças ao rígido controle de qualidade a empresa pode oferecer garantias de até 25 anos.
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Você sabia?
Localizada nos arredores de Chicago, a empresa familiar é administrada e gerida pelos 12 filhos de Marge e George Stephen.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), e Wikipedia (informações devidamente checadas).
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Última atualização em 19/10/2009

SETE LÉGUAS

As tradicionais botas SETE LÉGUAS apresentam características como alta resistência à abrasão, rasgamento e tração, solado antiderrapante e principalmente são confortáveis e flexíveis, ótimas para o uso diário. Mas o ponto forte da marca, sem dúvida, é a variedade de modelos. Elas são vistas desfilando em hospitais, cozinhas industriais, postos de gasolina, fazendas, cooperativas, na agroindústria, e até mesmo em pés chiques e descolados como acessórios de moda.
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A história
Tudo começou em 1961 quando a empresa São Paulo Alpargatas, fundada em 1907, lançou no mercado a marca SETE LÉGUAS, iniciando a produção e comercialização através da bota de borracha vulcanizada (SETE LÉGUAS TRATOR), produto direcionado para o uso diário daqueles que trabalhavam na agricultura, agropecuária, construção civil e outras ocupações árduas que necessitavam uma excelente proteção para os pés. Alguns anos depois, já na década de 70, foi lançado no mercado o primeiro produto de PVC da marca SETE LÉGUAS, o modelo Capataz na cor preta, seguido pelo Capataz na cor branca, que visava atender frigoríficos, indústrias alimentícias, laticínios, apiários, entre outros segmentos. As botas de PVC, que tinham preços mais acessíveis, ofereciam maior resistência à corrosão de alguns produtos químicos e rapidamente se tornaram presença obrigatória em vários segmentos da indústria.
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Ainda nesta década, com o intuito de atender à uma faixa de mercado até então explorada somente pela concorrência (infanto/juvenil/feminina), a marca lançou a botinha Toda Vida em 1976, inicialmente na cor preta, com uma forma e modelagem que calçavam com conforto e permitiam boa mobilidade. Com o relativo sucesso da Toda Vida na cor preta, pouco depois, a marca lançou a botinha em outras cores como azul marinho, vermelho e amarelo, que teve excelente aceitação, inclusive por lojas finas de calçados. Esse modelo de bota foi bem aceito pelos consumidores por diversos fatores, entre eles, a proteção para os dias chuvosos, o aspecto modal e o fato de agradar o público infantil. Como mais uma opção de uso, em 1977, foi introduzida a bota Toda Vida com colarinho, cujas vendas foram suspensas por não terem sido bem aceitas pelo mercado.
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Em 1983 o mercado recebeu outro produto inédito e diferenciado: A SETE LÉGUAS PRÓ, bota bicolor com solado especial próprio para resistir a respingos de sangue, detergentes e temperaturas mais baixas, como encontradas em frigoríficos e aviários. Já o modelo SL-Flex, botinha de PVC com cano baixo, para uso doméstico, jardinagem, laboratórios, hospitais, camping, lazer de um modo geral, foi lançado no mercado em janeiro de 2000. No ano seguinte, tendo como principal objetivo diversificar os modelos das linhas Toda Vida e SL-Flex, foi lançado, nos meses de março e abril, respectivamente, as versões em PVC Cristal e Star, onde as botas assumiam a cor do forro interno de poliéster. A linha Star levava ainda Glitter na cor prata proporcionando um visual futurista. Foi justamente a partir deste momento que a marca começou, ainda que de forma tímida, a investir no mercado de moda visando como público alvo as mulheres jovens e antenadas com o mundo fashion.
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Ainda este ano a empresa investiu em novas tecnologias para lançar no mercado as botas impermeáveis de PVC, com palmilhas e biqueiras de aço, batizadas de SETE LÉGUAS Tech Master, Tech Boot e Tech Term. A partir de 2006, seguindo a tendência internacional em utilizar as galochas como acessórios de moda, elas pipocaram nas passarelas brasileiras, aparecendo lindas e coloridas em desfiles importantes, como o São Paulo Fashion Week, através de marcas como Farm, Ellus Second Floor e Carlota Joakina.
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Recentemente a SETE LÉGUAS introduziu no mercado uma linha completamente fashion de botas, com novo design, super coloridas, diversas opções de estampas (bichos, listras, cartoons, arabescos, xadrez, entre outras), além do forro, que acrescenta ainda mais apelo estético. Confeccionadas com a mais alta tecnologia, têm palmilha desenvolvida com matéria-prima reciclada de garrafa PET, elas não demoraram muito para ganharem as ruas de todas as cidades nos pés das mulheres mais modernas e antenadas.
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Os produtos
Hoje em dia a marca SETE LÉGUAS atua em 3 diferentes segmentos de mercado:
PROFISSIONAL
A marca fornece a maior variedade de produtos para o mercado. São mais de 30 opções de calçados profissionais, para diferentes áreas de atuação.
INFANTIL
As botas infantis são sucesso da marca há muitos anos, porém disponibilizava poucas opções de cores. Isto mudou em 2009, quando a marca investiu em mais opções de cores, inclusive metálicas e a linha Crazy Pets, com estampas de joaninha e morceguinho.
FASHION
Atendendo uma tendência que surgiu na Europa em 2008, a marca desenvolveu uma linha estampada baseada no que há de mais moderno no mundo da moda. São 19 estampas com temas como xadrez, listras horizontais, flores, etc.
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O famoso jingle
No final dos anos 70 a marca ficou extremamente conhecida pelo jingle:
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Sete Léguas, Sete Léguas
É a bota ideal
Sete Léguas na lavoura
Sete Léguas no quintal
Quem com Sete Léguas anda
Certamente vai melhor
sete vezes sete
Sete mil, setenta e sete
Sete Léguas, Sete Léguas...
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Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Lançamento:
1961
● Criador: São Paulo Alpargatas S.A.
● Sede mundial:
São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca:
São Paulo Alpargatas S.A.
● Capital aberto: Não
● Diretor Presidente:
Márcio Luiz Simões Utsch
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Fábricas:
1
● Presença global: Não (presente somente no Brasil)
● Segmento:
Calçados
● Principais produtos:
Botas e galochas
● Slogan: Tão profissional quanto você.
● Website:
www.seteleguas.com.br
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A marca no Brasil
As botas SETE LÉGUAS, presentes no mercado há quase 50 anos e produzidas na cidade de João Pessoa na Paraíba, já venderam mais de 55 milhões de pares, sempre produzidos dentro dos melhores padrões de qualidade procurando atender as exigências técnicas dos calçados voltados para segurança e proteção dos usuários. As variadas opções de modelos são comercializadas em todo o Brasil.
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Você sabia?
As botas profissionais SETE LÉGUAS possuem Certificado de Aprovação - CA como Equipamento de Proteção Individual, emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego e analisado por laboratórios especializados e credenciados.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Exame e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), e Wikipedia (informações devidamente checadas).
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Última atualização em 19/10/2009


 
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