Mundo Das Marcas

19.6.08

ADES

Qualidade de vida é um conceito que vem transformando a maneira de pensar e agir da sociedade contemporânea. Essa questão tem se revelado, no dia-a-dia, em atitudes mais firmes e conscientes em relação ao próprio corpo. E foi nesse contexto que AdeS surgiu e conquistou posição de destaque no mercado de alimentos em vários países. No Brasil, a bebida à base de soja ampliou o leque de opções do consumidor interessado em manter uma dieta rica e equilibrada, compatível com o ideal de vida longa e saudável.
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A história
A proteína animal (presente em carnes, leite e derivados e ovos) é considerada de elevado valor biológico, pois contém todos os aminoácidos necessários para o bom funcionamento do organismo. Entre os vegetais, porém, a soja é o único com essa propriedade. A planta já era cultivada pelos chineses antes da era cristã, sendo conhecida inclusive por suas propriedades medicinais. Baseado nisso, a divisão Argentina da Unilever, lançou em 1988 a bebida AdeS – pronuncia-se Adês, nome abreviado de Alimentos de Soya (Alimento de soja), resultado de uma avançada tecnologia para extração do leite de soja, introduzindo uma categoria inédita no mercado de alimentos.
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Sucesso naquele país, o produto passou a ser exportado para Uruguai, Paraguai, Bolívia, México e China, também alcançando desempenho positivo. Não era para menos. Os benefícios de AdeS o diferenciavam das bebidas concorrentes, por ser um alimento de origem vegetal – livre, portanto, de colesterol e com pouca gordura saturada, mas com alto valor nutritivo. Excelente fonte de proteínas, configurou-se como um substituto do leite de vaca e ideal para pessoas com intolerância ou alergia à lactose, substância ausente no extrato de soja. Na década de 90, apesar da indiscutível valorização dos alimentos saudáveis, restavam dúvidas sobre a reação dos consumidores brasileiros diante de uma bebida à base de soja, uma vez que o grão era associado a um gosto ruim. Foi realizada então, em 1996, uma pesquisa de mercado na cidade de Curitiba, cuja estratégia foi mostrar às pessoas – por meio de degustações nos pontos-de-venda – que o sabor de AdeS, importado da Argentina, podia agradar aos paladares mais exigentes, tanto de adultos quanto de crianças.
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O êxito do teste (68% dos consumidores que provaram a bebida decidiu pela compra) foi o incentivo que faltava para a introdução do produto no país, onde passou a ser fabricado. Um ano após o lançamento, a marca domina 69% do mercado de bebidas à base de soja. A linha inclui os sabores Maçã, Maracujá e Laranja, além da versão original A mãe oferece AdeS para o filho. Ele faz cara feia – afinal, prefere o bom e velho refrigerante. Ela insiste. Ele nega. Até que a mãe o convence a provar a bebida. Imediatamente o menino aprova o sabor. Esse foi o mote do primeiro comercial de AdeS veiculado em 1997 para divulgar seu lançamento nacional.
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Ao explorar a eterna briga entre mães e filhos na hora das refeições, a propaganda mostrava o posicionamento da marca, nesse momento voltada para a família. Todos os esforços estavam direcionados à conquista das crianças e à persuasão das mães para que adicionassem uma opção nutritiva e ao mesmo tempo gostosa à dieta dos filhos. Já consolidado entre o público infantil e contando a seu favor com o crescimento do mercado de bebidas à base de soja, AdeS se preparava para atingir novos consumidores. A busca por uma vida saudável tornava-se cada vez mais uma preocupação dos adultos jovens, especialmente das classes A e B. O fim do sedentarismo, o combate ao hábito de fumar e a opção por uma dieta balanceada faziam parte dos ideais da maioria.
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O fator saúde começou a pesar mais do que o apelo familiar. Um sinal dessa virada foi o comercial em que a personagem explicava as vantagens do consumo da bebida e afirmava: AdeS faz bem porque tem isoflavonas – compostos fitoquímicos com ação similar à do estrógeno (hormônio feminino), que, por isso, ajudam a amenizar os sintomas da menopausa e a evitar o envelhecimento precoce. O produto passava a integrar a categoria dos alimentos funcionais e ganhava uma nova assinatura: “AdeS: mais gostoso, mais saudável”. O século XXI marcou a ampliação das ações de AdeS nesse sentido. São exemplos disso o lançamento da versão light do produto, o patrocínio das etapas brasileiras dos campeonatos mundiais de vôlei de praia e a forte atuação da marca entre o público.
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A linha do tempo
2000
Lançamento de AdeS original na versão light no mercado brasileiro.
2001
Atendendo a solicitações de consumidores, a marca lança, na versão light, os sabores Maçã e Laranja.
Lançamento do produto em lata, nos sabores Maçã, Laranja e Pêssego. O objetivo era dobrar a participação das embalagens individuais na linha. Em 2003, todas as variantes de AdeS em lata saem do mercado.
Lançamento de AdeS sabor Uva.
2003
A linha de produtos ganha novo logotipo e embalagens mais modernas. Atendendo a pedidos dos consumidores, também é lançada a embalagem de 1 litro, com tampa abre-fecha. Além dessas novidades, inicia-se a comercialização de dois novos sabores: Tangerina e Pêssego Light.
2004
Lançamento de AdeS Yofresh nos sabores Batido, Pêssego, Morango e Morango Light. Feito com 100% de proteína vegetal, o produto representa uma alternativa aos iogurtes encontrados no mercado.
Lançamento do sorvete Kibon AdeS, com o slogan, “ser saudável nunca foi tão gostoso”, nos sabores Maçã e Pêssego. Feito com 100% de proteína vegetal, sem lactose ou colesterol, mantém o sabor e os valores nutricionais mais elevados do suco.
Lançamento dos sabores Manga, Maracujá e Uva Light.
2005
Lançamento dos sabores Chocolate e Chocolate Light.
Lançamento de AdeS Yofresh em embalagens individuais, de 190ml, nos sabores Morango, Morango Light e Pêssego.
Lançamento dos novos sabores de AdeS: Goiaba e Manga Light, que, juntamente com Morango, são apresentados em embalagens de 1 litro e 250ml e incluem o selo “Aprovado”, concedido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Lançamento da edição limitada AdeS Verão, nos sabores Abacaxi com Hortelã e Limonada Suíça. Os sabores seriam distribuídos apenas de novembro a março, mas o sucesso foi tão grande que eles são incorporados definitivamente à linha.
2006
Relançamento da linha AdeS Yofresh em garrafas de 720ml e tampa com rosca. Primeira embalagem do mundo com esse tamanho e formato de prisma, ela se apóia no copo e permite dosar melhor o líquido, sem derramamento e desperdício.
Lançamento de AdeS Yofresh nos sabores Frutas Vermelhas e Pêssego Light. Os produtos são lançados nas embalagens de 720ml e de 190ml, como alternativa para o lanche ou para o café da manhã, com mudanças no design: a imagem do casal passa para a parte de trás da embalagem.
Lançamento da edição limitada AdeS Inverno nos sabores Cappuccino e Morango. Os dois, bem como a fórmula Original e a de Chocolate, são enriquecidos com vitaminas A, B6, B12, C, D, E e ácido fólico.
2007
Lançamento, em edição limitada de Inverno, de AdeS Vitamina de Banana e Shake de Morango.
Lançamento das novas embalagens da linha AdeS. O novo conceito é mais moderno, com informações sobre a soja e a adição de vitaminas. O nome da marca, antes na horizontal e no centro da embalagem, passa para a vertical, no canto direito. O selo vermelho que informa 0% Colesterol e Lactose sai e a mensagem é integrada ao restante da embalagem. Outra novidade é a inserção de um ícone ao lado do nome do sabor, estimulando o consumo “gelado” ou “quente”.
Lançamento da edição limitada AdeS Verão Mix com três sabores inéditos na categoria: Frutas Tropicais , Abacaxi com Coco e Laranja com Acerola. O objetivo era surpreender pela associação de sabores e continuar mantendo a imagem da marca ligada à saúde. Por isso também foi dado destaque na embalagem, ao ícone “sem conservantes”.
A linha AdeS agrega definitivamente os sabores Melancia, Pêra e Pêssego com Tangerina, lançados em edição de verão.
2008
A linha AdeS Frutas Light muda seu nome para AdeS Zero, com 0% colesterol, 0% lactose e 0% de adição de açúcar.
Relançamento de sua linha Frutas. Além de soja e suco de fruta natural, o produto está ainda mais nutritivo e é o único no mercado que traz em sua formulação um mix tão completo de vitaminas e minerais: B1, B2, B3, B6, B12, C, ácido fólico, ferro e zinco. Disponível nos sabores Uva, Uva Zero, Laranja, Laranja Zero, Maçã, Maçã Zero, Pêssego, Pêssego Zero, Manga, Manga Zero, Morango, Goiaba, Abacaxi, Abacaxi c/ Hortelã, Maracujá Pêssego com Tangerina e Limonada Suíça, a nova linha Frutas além de saborosa, possui em média 65 calorias na versão regular e 40 calorias na versão Zero, por porção (copo 200ml).
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A relação com o esporte
A associação de AdeS com o esporte era quase que natural, levando a marca a investir em eventos da área e a patrocinar atletas. Em 2003, passou a integrar a equipe de vôlei do Rexona, no Paraná, que desde 1997 também mantinha um trabalho social que atendia anualmente 3.500 crianças no estado. Com a entrada da nova marca, o nome do time mudou para Rexona- AdeS, e o braço social do projeto passou a ser chamado de Centro de Inclusão Social Rexona-AdeS. O apoio da marca imprimiu novo fôlego ao projeto, que completou 10 anos em 2007, com mais de 40 núcleos no Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo e 21,5 mil crianças de 9 a 16 anos atendidas. Paralelamente, outras 30 mil crianças e 3,5 mil professores de Educação Física foram atendidos em festivais e clínicas de vôlei organizadas pelo Centro.
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Os dados
● Origem: Argentina
● Lançamento:
1988
● Criador: Unilever
● Sede mundial:
Londres, Inglaterra/Roterdã, Holanda
● Proprietário da marca:
Unilever
● Capital aberto: Não
● Chairman:
Michael Treschow
● CEO & Presidente:
Patrick Cescau
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global: + 20 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 170.000 (Unilever)
● Segmento:
Alimentos
● Principais produtos: Leites a base de soja
● Slogan: AdeS - Para curtir todos os ritmos da vida.
● Website:
www.ades.com.br
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A marca no mundo
A marca AdeS, formada por produtos a base de soja, isentos de lactose e de colesterol, é composta por 3 linhas, a Frutas, Verão Mix e a Original, comercializada em mais de 20 países, principalmente na América Latina e Central.
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Você sabia?
A linha AdeS Original é fonte de proteína e fornece 15% das necessidades diárias das vitaminas A, C, D, E, B6, B12 e Ácido Fólico.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 19/6/2008

BIMBO

Pães, bisnaguinhas, bolos, rocamboles e doces todos os dias estão presentes milhares de mesas pelo mundo afora. Muitos deles levam uma assinatura em comum: BIMBO. O grupo mexicano está muito mais presente nos hábitos alimentares das pessoas do que elas possam imaginar, com seus produtos sendo sinônimos de qualidade e tradição em seus mercados.
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A história
Tudo começou no dia 2 de dezembro de 1945 quando um grupo de empresários (Lorenzo Servitje, Jaime Jorba, Jaime Sendra, José T. Mata, Alfonso Velasco e Roberto Servitje) com vasta experiência no setor panificação fundaram PANIFICACIÓN BIMBO que iniciou suas atividades com a inauguração de uma fábrica com sede em Santa Maria do Distrito Federal do México, contando com apenas 34 funcionários. O objetivo do grupo de empresário era produzir um pão realmente bom, nutritivo, saboroso e fresco que pudesse agradar aos consumidores e chegar a todos os lugares do país. As instalações da fábrica eram compostas por um local para escritórios, um pátio, um armazém e uma área de produção que hoje seria considerada rudimentar, pois algumas operações eram feitas manualmente, como por exemplo, os bolos e pães que chegavam a ser desenformados através de golpes, com muita força.
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Os primeiros produtos do Ursinho Bimbo (personagem símbolo da marca) que incluíam o pão de forma (chamado Super-Pan BIMBO), o pão de forma pequeno e as torradas, saíram do forno às 15 horas deste dia 2 de dezembro. O pão de forma se tornou um enorme sucesso na Cidade do México ser comercializado envolto a um papel celofane. O prático, higiênico, saboroso e fresco pão rapidamente conquistou o paladar dos mexicanos. A distribuição para padarias, lojas de fábrica, e pequenas lojas de varejo eram realizadas por 10 caminhões que abasteciam unicamente o Distrito Federal do México. Os primeiros produtos da empresa foram acompanhados por uma enorme campanha publicitária, onde o famoso ursinho aparecia em divertidas histórias ressaltando as qualidades práticas nutritivas dos pães.
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O pão preto começou a ser fabricado a partir de janeiro de 1946 e no final do ano seguinte foi lançada no mercado a linha de bolos. Ao final de 1947 a empresa oferecia nove produtos como pão branco, pão preto, torradas, pão doce, biscoitos de passa e bolos. Com uma equipe de talentosos vendedores, nos anos seguintes, os produtos BIMBO foram chegando a inúmeras cidades mexicanas. Em 1956, uma segunda fábrica foi inaugurada para atender a crescente demanda do mercado. Nesta altura a empresa contava com 700 funcionários e 140 caminhões de entrega, consumindo mensalmente 300 toneladas de farinha de trigo. Na década de 60 a empresa passou por uma grande reestruturação, iniciou seu processo de internacionalização com a construção de 4 fábricas na Espanha e seus produtos conquistaram enorme popularidade nos hábitos das famílias mexicanas.
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Em 1972, a empresa mostrou força a inaugurar, na Cidade do México, a maior fábrica de panificação da América Latina. No final desta década a empresa começou a crescer através de aquisições de outras marcas tradicionais, especialmente no setor de doces e chocolates. No princípio da década de 80, um comprador do McDonald’s estava selecionando os fornecedores de pães e considerou que os produtos BIMBO não eram bons o suficiente. O grupo investiu, então, mais de US$ 30 milhões em qualidade. Hoje, é o único fornecedor de pães para a rede de alimentação rápida no território mexicano.
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A globalização em mercados alternativos foi uma estratégia iniciada na década de 90 pelo BIMBO. Na ocasião, a economia mexicana dava seus primeiros passos rumo à abertura. Uma espécie de vaticínio tomou conta do mundo dos negócios local: as empresas mexicanas estavam fadadas a perecer por falta de competitividade diante da iminente invasão dos estrangeiros. A empresa tratou de usar a mesma arma para enfrentar a concorrência. O resultado pode ser visto hoje: a empresa atua em 18 países, entre eles Alemanha e Estados Unidos, além da maioria dos mercados latino-americanos.
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A linha do tempo
1952
Lançamento das famosas rosquinhas, conhecidas na época como Donas Del Osito (rosquinhas do ursinho).
Também foram lançados pães para cachorro-quente e hambúrguer, além da tradicional Maria Mole.
1963
Lançamento do Pão Integral e Rocambole de Canela.
1971
Lançamento dos Bimbuñuelos, espécie de cookie, extremamente popular no México.
1973
Lançamento da marmelada fresca, primeiro produto da empresa não panificado.
1976
Lançamento das tradicionais tortillas.
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A evolução visual
O logotipo da BIMBO passou por inúmeras mudanças no decorrer dos tempos. O pão de forma (Super-Pan), primeira produto da empresa, possuía um logotipo onde o famoso ursinho (conhecido no México como OSITO) aprecia pela primeira vez.
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Porém, o primeiro logotipo da marca utilizado em suas embalagens era bastante simples. O ursinho só foi incorporado ao logotipo da empresa em 1970, quando a empresa comemorava 25 anos de vida. Em 1990 o logotipo passa por uma enorme mudança, ganhando ares mais moderno e o sorridente ursinho com mais destaque. Nos anos seguintes o logotipo foi apenas modernizado.
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Os dados
● Origem: México
● Fundação:
2 de dezembro de 1945
● Fundador:
Lorenzo Servitje, Jaime Jorba, Jaime Sendra, José T. Mata, Alfonso Velasco e Roberto Servitje
● Sede mundial:
Cidade do México
● Proprietário da marca:
Grupo Bimbo SA
● Capital aberto: Sim (1980)
● Chairman:
Roberto Servitje Sendra
● CEO & Presidente:
Daniel Servitje
● Faturamento: US$ 7.22 bilhões (2007)
● Lucro: US$ 381.1 milhões (2007)
● Fábricas:
83
● Marcas: + 100
● Presença global:
18 países
● Presença no Brasil: Sim
● Maiores mercados: México, Estados Unidos e Brasil
● Funcionários:
91.289
● Segmento:
Panificação
● Principais produtos: Pães, biscoitos e derivados
● Ícones: O ursinho
● Website: www.grupobimbo.com.mx
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A marca no Brasil
A empresa desembarcou no Brasil em 2001 quando comprou as tradicionais marcas Pullman e Plus Vita, do grupo americano Bunge, por US$ 63 milhões. Em 2008 a BIMBO comprou 75% da panificadora gaúcha Nutrella (fundada em 1972), se tornando a líder em pão industrializado no Brasil. Ainda este ano, a empresa inaugurou em São Paulo um centro de pesquisas para desenvolver projetos de prolongamento da vida útil de pães, novos aromas e lançamentos. Atualmente a BIMBO, que conta com 2.300 funcionários em cinco fábricas no país, é líder nos principais segmentos de panificação no Brasil: Pães e Doces Industrializados, Pães Light, Doces, Bolos e Rocamboles.
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A marca no mundo
Hoje o Grupo BIMBO, uma das empresas de panificação mais importantes do mundo por seu volume de produção, rendas e posicionamento de marca, produz, distribui e comercializa mais de 5 mil produtos, dos quais se destacam uma grande variedade de pães de forma, pão doce, bolos, pães para lanche, bolinhos, macarrão, confeitaria, snacks doces e salgados, tortilhas empacotadas de milho e farinha de trigo, torradas, doce de leite de cabra e alguns outros produtos. Para a distribuição de seus produtos fabricados em suas 83 fábricas instaladas na Europa, Estados Unidos, México, América Central e América do Sul, conta com uma frota de 29 mil caminhões, o que permite abastecer 1.325.250 mil pontos de vendas em todo o mundo. A empresa está presente no México, Estados Unidos, Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Peru, Venezuela, Uruguai e República Checa.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 19/6/2008

17.6.08

BUELL

A sensação é realmente de estar voando, vendo à frente apenas os instrumentos do painel e o asfalto passando sob o nariz. Se levantar um pouco o rosto tirar o painel do campo de visão aí sim, parece estar voando. Motos originais e arrojadas no desenho e na técnica. A originalidade parece ser mesmo a tônica da marca americana de motocicletas esportivas BUELL. Os aficionados que as dirigem garantem que a experiência é sensacional, muito parecida de estar sentado em um moto de competição.
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A história
Tudo começou quando o engenheiro e piloto de competição Erik Buell, que havia trabalhado durante quatro anos na tradicional Harley-Davidson resolveu deixar a empresa, em 1983, para realizar um grande sonho: construir uma motocicleta de competição americana que pudesse duelar com as motos importadas, especialmente as japonesas e italianas. Fundou então, na cidade de East Troy, em Wisconsin, a Buell Motorcycle Company. A primeira motocicleta produzida pela empresa, a BUELL RW 750, com motor dois tempos de quatro cilindros e 750cc, foi especialmente desenvolvida para competir na classe Formula 1 da AMA (American Motorcycle Association). Era uma motocicleta com excepcional performance nas curvas, característica que virou um dos pontos fortes da marca até os dias de hoje.
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Porém, com a extinção desta categoria e a regulamentação do Campeonato de Superbikes, para 1986, ele partiu para o desenvolvimento de um novo modelo, a RR 1000, que utilizava um motor Harley XR 1000. Produziu 50 unidades até que acabasse o suprimento de motores; então passou a usar o 1200 da Harley, produzindo mais 65 motos. Depois da RR 1200 vieram a RS 1200 de dois lugares (primeira moto de estrada da marca), em 1989, e a RSS 1200, em 1992. Nesta altura as motos BUELL chamavam a atenção dos aficionados por performance e velocidade.
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Iniciou uma bem-sucedida parceria com a Harley-Davidson em 1993 quando a empresa comprou 49% de suas ações; sendo incorporada definitivamente em 1998. Nesse período a BUELL pode ser beneficiar de toda tecnologia e conhecimento da marca centenária. A vocação para inovar de todos os modelos BUELL foi construída em torno de uma filosofia: a Trilogia de Tecnologia. O preceito consiste em três regras para a fabricação das motos: rigidez de quadro, centralização de massa e baixo peso. Em outras palavras, o chassi rígido reduz a flexibilidade da motocicleta e aumenta sua estabilidade, especialmente em pisos irregulares. Outro ponto é o objetivo de limitar ao mínimo possível o peso de todos os componentes não sustentados por molas. Isso permite que os pneus mantenham contato constante com o piso. A menor massa não suspensa também resulta em maior agilidade, assegura tração o tempo todo, o que se traduz em desempenho, estabilidade e segurança.
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A BUELL também é conhecida por desenvolver soluções inovadoras, como o freio ZTL (Zero Torsion Load), sistema no qual o disco de freio é fixado na parte de fora da roda dianteira, no aro, e não no cubo central, como nas motos existentes no mercado. Esse processo impede que o ato de brecar torça o disco e, com isso, proporciona uma frenagem mais segura. O resultado é uma redução de três quilos na parte frontal da motocicleta. Direcionada ao público jovem com idade entre 25 e 35 anos, a marca chegou ao Brasil pelas mãos do Grupo Izzo. A empresa escolheu a dedo o local onde seria instalada a primeira concessionária exclusiva (Buell Concept Store) no país em outubro de 2005: Rua Oscar Freire. Não é apenas nos equipamentos motorizados de duas rodas que a BUELL dissemina o seu nome. A montadora também se dedica no setor de acessórios e recentemente trouxe ao Brasil uma nova linha de capacetes. Em novembro de 2006 a BUELL construiu sua moto de número 100 mil desde sua fundação.
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As máquinas
Todas as motocicletas BUELL possuem centralização de massa (centro de gravidade baixo, inclusive com o escapamento direcionado para a parte de baixo da moto); tanque de combustível integrado ao chassi e tanque de óleo integrado à balança traseira (isso mesmo, a gasolina fica armazenada e circula dentro do quadro da moto e o óleo nas cavidades da suspensão traseira); freio dianteiro com pinça de 6 pistões (além do disco de freio ser invertido e acompanhar o aro da roda); e suspensão dianteira Showa tipo Upside Down. Sua linha é composta por modelos como:
BUELL 1125 R: lançada em 2008, em comemoração aos 25 anos da marca, surgiu para romper alguns padrões: inédito motor fabricado pela austríaca Rotax, com refrigeração líquida, em substituição aos já tradicionais propulsores da Harley-Davidson que vinham equipando toda a linha BUELL ao longo dos anos. A moto superesportiva é a mais potente já desenvolvida pela empresa.
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BUELL City Croos: motocicleta que se destaca pela distância reduzida entre eixos, que é de apenas 132 centímetros, equipada com motor de 984 cm3, que rende 92 cv de potência. O visual traduz o nome da moto, que através da posição de pilotagem privilegia a dirigibilidade e conforto. Não existe garupa.
BUELL Lightning XB12S: Motocicleta compacta equipada com motor Thunderstorm de 1.200cc, injeção eletrônica, que combina força bruta com design minimalista proporcionando excelente dirigibilidade, especialmente nas curvas. Nesta motocicleta, o que chama a atenção mesmo é o quadro de seção retangular que “abraça” o falso tanque e o motor. Além da capa do tanque, elaborada em alguns modelos com material translúcido. A moto apresenta cores vivas, que transmitem ar de jovialidade (Laranja Translúcida, Preto ou Vermelho Translúcido). O visual inusitado desta BUELL é completado pelo duplo farol (um para luz baixa e outro para luz alta) e as rodas de liga-leve de seis raios. O escape sob o motor é outro destaque, não só estético, mas que também ajuda na concentração de massa.
BUELL Lightning XB9XSX: motocicleta com motor dois cilindros em V, de 984cm³ de cilindrada, pesando apenas 177kg a seco e com distância entre eixos de 1.320mm, mostra-se uma devoradora de curvas, extremamente ágil e bastante divertida de pilotar. Essa característica rendeu ao modelo o título de streetfighter, ou guerreira urbana, já que é capaz de driblar o trânsito e proporcionar boas arrancadas.
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BUELL Lightning Super XB12STT: a quilométrica extensão do nome, uma interminável mistura de denominações, letras e números, é para designar que a mais nova integrante da família Lightning incorpora características esportivas em uma moto de rua. Uma fusão de estilos, entre o fora-de-estrada, o supermotard e o street fighter (guerreiro urbano). Do fora-de-estrada, a Super TT herdou o guidão equipado com cross bar, que é uma barra de reforço, além dos protetores de punho. Nas laterais, características esportivas, com adoção de acabamento porta números (number plates), como nas motos de competição. Mesmo visual adotado na mini-carenagem sobre o farol. O banco alto e plano, com 798mm de altura, permite movimentações como em uma on off-road, mas também facilita uma pilotagem estilo supermotard ou street fighter no asfalto.
BUELL Ulysses XB12X: motocicleta que se sobressai do restante da linha BUELL pelo jeitão musculoso de big trail, com uma pitada de supermotard – rodas de aro 17” e pneus com perfil mais esportivo. Robusta, impressiona por sua estética, com destaque para o conjunto formado pelo largo quadro e balança, que “abraçam” as partes mecânica e ciclística. A moto conta ainda com suspensão de longo curso, banco largo, protetores de mão, escape sob o motor e um funcional triple tail, que serve de encosto para o garupa ou suporte para bagagem. Apesar de suas características visuais, esta sport adventure não foi feita para grandes deslocamentos na terra.
BUELL Ulysses XB12XT: motocicleta big trail, classificada como Adventure, para encarar grandes viagens mais voltada para o turismo e o asfalto. Este modelo ganhou aperfeiçoamento aerodinâmico, com a adoção de um pára-brisas maior e desmontável, além de punhos aquecidos, para rodar à noite, ou no inverno, com duas regulagens de temperatura. Para levar toda bagagem necessária nas viagens, foi desenvolvido um kit (equipamento de série), composto de bolsas laterais e um bauleto central, que também serve de apoio para as costas do passageiro. O bauleto e as bolsas são rígidas, removíveis, fechadas com chave e à prova de água. A moto também possui tomadas de força de 12V, para conectar aparelhos externos, como sistema de navegação GPS, carregador de celular ou outras necessidades.
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Os slogans
Own the corners.
(2006)
Different in every sense. (2003)
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Os dados
● Origem: Estados Unidos
● Fundação:
1983
● Fundador:
Erik Buell
● Sede mundial: East Troy, Wisconsin
● Proprietário da marca: Harley-Davidson Motor Company
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman:
Erik Buell
● CEO & Presidente: John Hevey
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Produção anual:
10.000 unidades
● Presença global:
80 países
● Presença no Brasil: Sim (9 concessionárias)
● Funcionários: 600
● Segmento:
Motocicletas
● Principais produtos:
Motocicletas esportivas, acessórios e equipamentos
● Ícones: O design das motocicletas
● Slogan: Own the corners.
● Website:
www.buell.com
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A marca no mundo
A fábrica da BUELL está instalada na cidade de East Troy, em Wisconsin, nos Estados UNidos. Na unidade são produzidas cerca de 10 mil motos por ano, além de peças, acessórios e roupas especiais, vendidas em mais de 80 países ao redor do mundo.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 17/6/2008

11.6.08

DIPPIN' DOTS

Imaginem um sorvete em formato de pequenas bolinhas que derretem ao entrar em contato com a boca? Acrescentem a isso muitas cores, sabores e uma consistência exclusiva, em uma verdadeira explosão de gostosura sem igual no mercado. O nome deste revolucionário sorvete é DIPPIN’ DOTS, que se tornou uma verdadeira mania entre os americanos.
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A história
A história começa em 1986, quando Curt Jones, um microbiologista responsável pelo setor de produção de bactérias de uma empresa americana, teve a idéia de produzir sorvetes congelados a baixíssimas temperaturas. Na época, ele inventou um sistema de congelamento de bactérias e resolveu testar com sorvetes, que mesmo num calor intenso, de temperaturas de até 40 graus, não derretiam facilmente. O resultado surgiu no ano seguinte: um sorvete de mini-bolinhas que não se grudavam, criado a partir de um método diferente de congelamento chamado criogenia (técnica de congelamento com nitrogênio líquido a baixíssimas temperaturas). A massa era feita de pequenas bolinhas que não derretem e só se dissolvem ao entrarem em contato com a boca. A receita do sorvete era a mesma de um sorvete de massa convencional, porém, com a vantagem de utilizar menos conservantes e estabilizantes.
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O produto usava a temperatura como meio de conservação. Enquanto um sorvete convencional é mantido a 10º graus abaixo de zero, os DIPPIN’ DOTS têm que ser armazenados a 40º negativos e servidos, preferencialmente, a 26º abaixo de zero. Finalmente em 1988 o microbiologista fundou uma empresa para produzir o revolucionário sorvete. A produção começou na garagem da casa de seus pais em Grand Chain, estado do Illinois. Era preciso ver a aceitação do público diante da novidade. Uma loja em Lexington, estado do Kentucky, amigos e familiares; e o primeiro contrato para vender seus produtos dentro do parque de diversão Opryland em Nashville, Tennessee, foram o principal cartão de visita até 1989. Mais do que o simples prazer de degustar, o produto foi considerado uma vanguarda para o setor, ao oferecer uma experiência sensorial completa ao consumidor (visual diferente, consistência exclusiva que chega a fazer barulho no copo, cheiro e gosto de sorvete gelado). Começava então uma verdadeira mania pelos Estados Unidos.
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Com o aumento da demanda pelo produto, a garagem onde o DIPPIN’S DOTS era produzido ficou pequena, e Curt Jones, resolveu mudar a produção para uma pequena loja na cidade de Paducah no estado do Kentucky. Em 1991 a empresa estabeleceu uma rede de distribuição para atuar em feiras, festivais e áreas comerciais. Deste momento em diante, o estopim do sucesso havia sido acesso.
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Nos anos seguintes a expansão foi rápida: em 1995 assinou contrato de licenciamento com o Japão e a Austrália, iniciando a internacionalização da marca; inaugurou uma enorme fábrica em Paducah, Kentucky; introduziu, em 1998, o programa de máquinas automáticas, primeiramente instaladas em salas de cinema espalhadas pelo país; assinou o primeiro contrato de franquia em 2000; iniciou as vendas via Internet em 2002; começou a ser oferecido como item regular do cardápio do McDonald’s da cidade de San Francisco, logo se espalhando por centenas de lojas da rede; inaugura, em 2002, a primeira fábrica no exterior, localizada na Coréia do Sul, para atender ao mercado asiático. A este altura o produto já era uma verdadeira febre em parques temáticos e lojas do McDonald’s nos Estados Unidos. E o sucesso aumentou depois que o fundador da empresa apareceu em programas de televisão como o Oprah Winfrey Show.
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Os produtos
Os sorvetes são vendidos em copinhos ou saquinhos de 85 gramas, e podem ser encontrados, dependendo das regiões, em mais de 60 sabores (versões tradicional, diet e light) como café, chocolate, baunilha, morango, laranja, banana-split, algodão-doce, chiclete, melancia, cookies, melão, limão e menta com chocolate. A partir de 2005 a marca começou a diversificar sua linha de produtos com a introdução de bolos e sanduíches de bolachas (Dotwiches) recheados com as tradicionais bolinhas de sorvetes. Recentemente, em 2006, introduziu uma linha de sorvetes convencionais misturados com as tradicionais bolinhas DIPPIN’S DOTS, assim como milkshakes, sundaes e iogurtes.
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Os dados
● Origem: Estados Unidos
● Fundação:
1988
● Fundador:
Curt Jones
● Sede mundial: Paducah, Kentucky
● Proprietário da marca: Dippin’ Dots, Inc.
● Capital aberto: Não
● Chairman:
Curt Jones
● CEO & Presidente:
Tom Leonard
● Faturamento: US$ 100 milhões (estimado)
● Lucro:
Não divulgado
● Lojas: + 500 (lojas, quiosques, carrinhos e máquinas automáticas)
● Presença global:
14 países
● Presença no Brasil:
Não
● Funcionários:
800
● Segmento:
Sorveterias
● Principais produtos:
Sorvetes e derivados
● Ícones: As pequenas bolinhas de sorvetes
● Slogan: Ice Cream of the Future.
● Website:
www.dippindots.com
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A marca no mundo
Os produtos DIPPIN’ DOTS podem ser encontrados em mais de 2.500 pontos de vendas localizados em parques temáticos (Disneylândia, Six Flags, Cedar Fair e SeaWorld), feiras, festivais, cinemas e arenas esportivas, mais de 800 lojas do McDonald’s da costa oeste, além das quase 500 lojas próprias, quiosques e máquinas automáticas localizadas, geralmente, dentro de shopping centers e áreas comerciais. México, Japão, Venezuela, Filipinas e Coréia do Sul são outros países que já conhecem o produto e aderiram ao sistema de franquias para a comercialização. A empresa possui, além da enorme fábrica nos Estados Unidos, uma outra na Coréia do Sul e um centro de distribuição na Austrália.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 11/6/2008

9.6.08

MÉDECINS SANS FRONTIÉRES

Epidemias. Terremotos. Tufões. Guerras civis. Inundações. São em cenários como esses que os profissionais da organização MÉDICOS SEM FRONTEIRAS atuam, proporcionando que milhões de pessoas tenham ao menos uma chance de sobrevivência. Seus voluntários levam socorro às populações em perigo e às vítimas de catástrofes de origem natural ou humana e de situações de conflito, sem qualquer discriminação racial, religiosa, filosófica ou política. Trabalhando com neutralidade e imparcialidade, os MÉDICOS SEM FRONTEIRAS reivindicam, em nome da ética médica universal e do direito à assistência humanitária, a liberdade total e completa do exercício da sua atividade.
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A história
A organização MÉDECINS SANS FRONTIÉRES (chamada no Brasil de Médicos Sem Fronteiras) foi criada em 20 de dezembro de 1971 por um grupo de jovens médicos franceses (conhecidos então como French Doctors), liderados pelo médico francês Bernard Kouchner, e jornalistas, liderados por Raymond Borel, editor chefe do jornal médico TONUS, que, em sua maioria, tinham trabalhado como voluntários da Cruz Vermelha em Biafra, região da Nigéria, que, no final dos anos 60, estava sendo destruída por uma guerra civil brutal. Enquanto trabalhavam para socorrer as vítimas do conflito, eles perceberam que as limitações da ajuda humanitária internacional da época eram fatais. Para tratar dos doentes e feridos era preciso esperar por um entendimento entre as partes em conflito ou pela autorização oficial das autoridades locais. Além do emperramento burocrático, os grupos de ajuda humanitária não se manifestavam diante dos fatos testemunhados.
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Ao retornarem à França, estimaram que a política de neutralidade e de reserva da Cruz Vermelha havia sido um erro, e que era necessária a criação de uma associação que aliasse ajuda humanitária e ações de sensibilização junto à mídia e às instituições políticas. A organização surgiu com o objetivo de levar cuidados de saúde para quem mais precisa, independentemente de interesses políticos, raça, credo ou nacionalidade. Seus fundadores acreditavam que todas as pessoas tinham o direito a tratamento médico, e que essa necessidade era mais importante que as fronteiras nacionais (princípio de ingerência). No ano seguinte, MSF fez sua primeira intervenção, na Nicarágua, após um terremoto que devastou a capital do país, Manágua, matando entre 10 e 30 mil pessoas.
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Ainda nesta década a organização atuou em Honduras, depois da passagem de um furacão em 1974; nos campos de refugiados da Tailândia, em 1975, e no Líbano, em 1976, durante sua primeira missão de guerra. A atuação da organização nos anos seguintes culminou com o recebimento do Prêmio Nobel da Paz em 1999 como reconhecimento do seu combate em favor da ingerência humanitária. Desde esse ano, a organização promove a Campanha de Acesso a Medicamentos Essenciais, visando chamar a atenção para doenças negligenciadas, como a malária, doença de Chagas e a doença do sono, que matam milhões de pessoas a cada ano. Além disso, a Campanha também visa proporcionar o acesso a medicamentos para tratamento da AIDS nos países mais atingidos. Neste momento a organização já possuía escritórios regionais em vários países, inclusive no Brasil, onde havia desembarcado no começo da década.
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A linha do tempo
1980
Primeiro projeto de longo-prazo, no Afeganistão.
1984
Grande projeto de nutrição intensiva para vítimas da fome na Etiópia.
1985
A organização é expulsa da Etiópia depois de ter denunciado o desvio da ajuda humanitária e a migração forçada das populações locais.
1987
Primeiros projetos médico-sociais em países desenvolvidos, começando pela França.
1989
Lançamento de programas de saúde na Europa Oriental, depois do colapso do bloco comunista.
1991
Primeira intervenção no Brasil, para conter uma epidemia de cólera na Amazônia.● Denuncia a limpeza étnica e crimes contra a humanidade, na Bósnia-Herzegovina.
1994
Presença antes, durante e depois do genocídio em Ruanda.
1996
Vacinação de 4.5 milhões de pessoas contra a meningite, na Nigéria.
1997
Intervenção em epidemia de cólera no Oeste da África.
1998
Assistência e envio de medicamentos e de material médico para as vítimas do furacão que varreu a América Central (Honduras, Nicarágua e Guatemala).
Causou polêmica ao retirar-se da Coréia do Norte, acusando o regime de Pyongyang de malversar a ajuda humanitária vinda do exterior.
1999
Assistência humanitária aos refugiados durante a guerra do Kosovo.
2000
Denuncia a negligência em relação ao povo angolano em meio à guerra entre governo e rebeldes.
2001
Critica a operação pão e bombas durante ataque dos Estados Unidos ao Afeganistão.
2002
Amplia presença em Angola, que, após o fim do conflito de anos, vive a pior crise de desnutrição da África na última década.
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A ajuda em números
A cada ano, cerca de 3.500 médicos da organização MÉDECINS SANS FRONTIÉRES, partem de diferentes países, em direção a quase 400 projetos de ajuda humanitária em mais de 70 países, levando atendimento para mais de 30 mil pessoas diariamente. O trabalho sério da organização realmente salva milhões de vidas anualmente: são cerca de 10 milhões de consultas ambulatoriais; 3 milhões de crianças vacinadas; 43 mil cirurgias de guerra; tratamento para mais de 187 mil casos de desnutrição severa e moderada; quase 60 mil partos; cerca de 50 mil internações; tratamento para casos de malária, HIV/AIDS, tuberculose, sarampo, meningite e cólera; milhões de atendimentos psicológicos; além da distribuição de milhares de kits de higiene e cozinha e lonas plásticas.
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Os dados
● Origem: França
● Fundação:
20 de dezembro de 1971
● Fundador: Bernard Kouchner e Raymond Borel
● Sede mundial:
Genebra, Suíça
● Proprietário da marca: Não possui
● Capital aberto:
Não
● Chairman:
Dr. Francis Varaine
● Presidente: Dr.
Christophe Fournier
● Arrecadação: €568 milhões (estimado)
● Presença global:
80 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
1.000
● Voluntários: 27.000 (incluindo 3.500 médicos)
● Segmento: Organização não-governamental
● Principais produtos: Assistência médica e humanitária
● Slogan: Hope without borders.
● Website:
www.msf.org
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A marca no Brasil
Em 1991, MÉDICOS SEM FRONTEIRAS inicia sua primeira intervenção no Brasil no combate a uma epidemia de cólera na Amazônia, em parceria com o Ministério da Saúde. Depois que a epidemia foi controlada, MSF passou a desenvolver um trabalho de saúde preventiva com tribos indígenas, impulsionada pelo alto índice de mortalidade e morbidade provocadas principalmente pela malária. Nos anos seguintes, a organização implantou vários projetos como em 1996, quando criou o Programa Local de Prevenção a DST/Aids, através da implantação de bancos de preservativos e atividades educativas de prevenção em comunidades carentes do Rio, em parceria com associações de moradores; o Dentemania em 1998, onde realizava um trabalho com crianças de rua e de comunidades carentes, para ensinar, de maneira lúdica, como manter a higiene bucal; e constitui, em 1998, uma rede de médicos voluntários que se preocupam com a questão da exclusão social e oferecem atendimento gratuito à população excluída. O MSF conta atualmente com 4 profissionais internacionais e 45 funcionários brasileiros.
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A marca no mundo
Hoje, mais de 27 mil profissionais, dos quais mais de três mil são médicos, trabalham com a organização internacional não-governamental sem fins lucrativos que oferece assistência à saúde, em casos como conflitos armados, catástrofes naturais, epidemias, fome e exclusão social em mais de 80 países. Cerca de 86% da arrecadação provém de doações particulares, enquanto o restante é proveniente de governos e empresas. Atualmente é a maior organização de ajuda humanitária não governamental do mundo, na área da saúde.
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Você sabia?
A organização, mundialmente conhecida pela sigla MSF (abreviação da frase em francês “MÉDECINS SANS FRONTIÉRES”), também adota os nomes MÉDICOS SEM FRONTEIRAS (no Brasil) e DOCTORS WITHOUT BORDERS (nos Estados Unidos).
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 9/6/2008

5.6.08

SEGWAY

Eles despontam nas grandes cidades, especialmente americanas, em bom ritmo. Policiais de Washington desfilam nos veículos. Carteiros do Serviço Postal Americano também. Animadores dos parques Disney giram a bordo das máquinas. À primeira vista, este veículo de locomoção não nos parece tão espetacular, pois se assemelha a uma scooter ou a um patinete do futuro movido a bateria com tecnologia avançada. Mas aqueles que o experimentaram asseguram que é uma verdadeira revolução no conceito de locomoção. O SEGWAY está mudando a forma como as pessoas se locomovem nas cidades.
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A história
Tudo começou em 1991, quando Dean Kamen, que antes inventara um bem-sucedido aparelho de diálise e uma cadeira de rodas que subia escadas pelo corrimão e colocava os deficientes em posição vertical, resolveu inventar um meio de transporte eficiente (propício para o perímetro urbano), com 0% de emissão de poluentes, compacto e com apenas duas rodas, utilizando a tecnologia de estabilização dinâmica. Depois de oito anos de pesquisas e desenvolvimento, surgia o Segway Human Transporter (transportador de pessoas). Sua concepção revolucionária permitia que o condutor se movimentasse com muita segurança para frente e para trás, com uma simples inclinação do corpo. Para realizar curvas à esquerda e à direita, bastava manusear um único comando localizado no punho esquerdo do guidão. Este equilíbrio era o aspecto mais surpreendente sobre o SEGWAY e também a chave para a sua operação.
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Para compreender como o sistema funciona, basta levar em consideração o modelo que o inventor usou para desenvolver o dispositivo: o corpo humano. Quando caminhamos, qualquer inclinação realizada pelo nosso corpo, é detectada pelo cérebro devido a uma alteração no fluido do ouvido interno, fazendo com que uma perna se movimente para frente, impedindo a queda. Se continuarmos a nos inclinar para frente, o cérebro continuará a colocar uma perna à frente, mantendo-nos em pé. Ao invés de cairmos, andamos, pra frente, um passo de cada vez. O SEGWAY fazia praticamente a mesma coisa, mas utilizava rodas ao invés de pernas, um motor ao invés de músculos, um grupo de microprocessadores ao invés de cérebro e um conjunto de sofisticados sensores de inclinação ao invés do sistema de equilíbrio do ouvido interno. Como o cérebro, o SEGWAY sabia quando você estava se inclinando para frente. Para manter o equilíbrio, movimentava as rodas na velocidade certa e você se movia para frente.
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O próximo passo foi amealhar US$ 38 milhões de investidores para fundar a empresa, chamada inicialmente de Acros, em 27 de julho de 1999. Na primavera de 2000, arrecadou outros US$ 90 milhões, e no ano seguinte a fábrica, localizada em Bedford, New Hampshire, estava pronta. Em dezembro de 2001, num planeta ainda assustado com os atentados de 11 de setembro, decidiu exibir “a Coisa”, ou “Ginger”, dois dos codinomes do veículo. Foi ao programa Good Morning America, da rede de televisão ABC, campeão de audiência da TV americana, descrevendo a máquina como o primeiro transporte humano que possui “auto-equilíbrio”. Deste momento em diante, o invento mostrou uma vocação de “produtos virais”, como os especialistas em marketing definem os inventos capazes de produzir intenso boca-a-boca. O ator australiano Russel Crowe e o compositor Sting apareceram no programa de Jay Leno em cima do revolucionário veículo. O inventor foi capa da revista Time, onde declarou em uma entrevista que sua máquina seria para o carro o que o carro foi para os veículos antigos. A badalada revista New Yorker colocou o terrorista Bin Laden a bordo de um SEGWAY. Kamen conquistara a notoriedade. Virou estrela, foi comparado a Thomas Alva Edison. Faltava, evidentemente, o teste das ruas.
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Finalmente, em 18 de novembro de 2002, o SEGWAY PERSONAL TRANSPORTER (PT) começou a ser vendido para o público. Na Amazon (site de comércio eletrônico), transformaram-se em sucesso repentino. Porém, o grande desafio era convencer os céticos de que era um produto útil. Mas havia um problema: nem os próprios fabricantes sabiam se deviam vendê-lo ao lado de jet-skis, carros e motos ou em áreas separadas dos supermercados. O SEGWAY pertencia a uma categoria rara de produtos, aqueles de chamada “inovação descontínua”. Eles impõem mudanças de hábitos, muitas vezes exigem alterações na infra-estrutura das cidades. E foi justamente isso o que começou a acontecer: grandes cidades americanas começaram a mudar a legislação de trânsito para abrigar o invento, permitindo assim sua utilização no perímetro urbano.
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O SEGWAY foi autorizado a circular em calçadas de 36 estados americanos, mas com restrições. Ele podia alcançar até 25 km/h de velocidade, mas determinou-se o máximo de 12 km/h. Foi então que as vendas começaram a aumentar conquistando os consumidores domésticos e principalmente organizações governamentais com o Departamento de Polícia de Atlanta, o primeiro a utilizar os veículos no patrulhamento urbano. A partir de 2004, a empresa começou a criar uma rede global de distribuição, dobrando sua presença mundial no ano seguinte.
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Em setembro de 2006, a empresa fez um recall para os 23 mil veículos fabricados até então, em virtude de um defeito de software que poderia causar a inversão de direção nas rodas. Diversos condutores tinham caído de suas máquinas e sofrido ferimentos como dentes quebrados e pulsos fraturados. A SEGWAY então, ofereceu gratuitamente um upgrade de software que resolveria o problema.
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A linha do tempo
2003
No dia 29 de agosto, mais de dois mil proprietários de SEGWAY se reuniram na cidade de Chicago para o SEGWAYFEST, um evento, criado e realizado pelos proprietários, para compartilhar a experiência com o produto. O evento ganhou tanta força, que hoje em dia é realizado anualmente.
2005
Anunciados mais dois novos modelos do veículo: Segway Cross-Terrain Transporter (para terrenos irregulares) e Segway Golf Transporter (para ser utilizado em campos de golfe). Os novos modelos eram equipados com uma nova bateria de Lítio que proporcionava maior autonomia.
No dia 16 de novembro, o Presidente George Busch presenteou, com um SEGWAY, o primeiro-ministro japonês Junichiro Koizumi.
2006
A prefeitura da cidade de Chicago assina o maior contrato de uma instituição do governo com a empresa, para o fornecimentos de veículos para utilização em diversos departamentos.
Lançamento da segunda geração de veículos SEGWAY amparado por uma enorme campanha com o slogan “Simply Moving”.
Lançamento de duas novas tecnologias em seus modelos: LeanSteer (permite manobrar apenas inclinando o corpo para o lado que se deseja virar melhorando a dirigibilidade) e InfoKey (uma espécie de controle remoto sem fio capaz de manobrar o veículo à distância, funcionando também como velocímetro, hodômetro e alarme).
2007
Lançamento, em edição limitada, do modelo SEGWAY i2 Ferrari autografado pelos pilotos Kimi Raikkonen e Felipe Massa. O modelo possui uma bolsa de couro legítimo utilizada como compartimento.
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Os modelos
A SEGWAY fábrica sete modelos do veículo:
SEGWAY i2: modelo padrão e simples, especialmente desenvolvido para serem utilizados em terrenos normais. Pesando menos de 50kg, o modelo atinge velocidade máxima de 20km/h, sendo capaz de suportar 118kg e percorrer 38km com uma bateria. O preço sugerido para o i2 é de US$ 4.995.
SEGWAY x2: versão do modelo padrão mais resistente e forte para ser utilizado em todo tipo de terreno, até mesmo na grama. O preço sugerido para o modelo é de US$ 5.495.
SEGWAY i2 Commuter: versão desenvolvida para percorrer pequenas distâncias, principalmente nas ruas de grandes cidades. É o modelo ideal para ir ao trabalho, pois tem capacidade para rodar quase 38km com uma bateria de lítio.
SEGWAY x2 Adventure: versão esportiva, com visual moderno e funcional (compartimento para levar ferramentas, objetos pessoais, garrafa de água), ideal para ser utilizada em terrenos acidentados (trilhas na floresta, lama, subidas íngrimes, etc).
SEGWAY i2 Cargo: modelo comercial com compartimentos para carregar até 13kg de material, ideal para ser utilizado por empresas para entregas de pequenas mercadorias.
SEGWAY x2 Turf: modelo especificamente desenvolvido para locomoção em grama ou areia sem danificar o terreno ou agredir a natureza.
SEGWAY x2 Golf: modelo especificamente desenvolvido para locomoção em grama sem danificá-la. O modelo é utilizado nas deslocações em campos de golfe, onde além da praticidade (compartimento para carregar os tacos e equipamentos) é extremamente silencioso.
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A SEGWAY também possui modelos (i2 Police e x2 Police) especialmente desenvolvidos para a polícia, ideal para serem utilizados em patrulhamento de ruas, parques, centros de compras e aeroportos. Atualmente mais de 150 forças policiais de todo mundo utilizam o veículo.
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O veículo do futuro?
O SEGWAY é uma ótima opção para uso no perímetro urbano. Os carros ocupam muito espaço e, em locais restritos, como nas ruas de uma cidade, podem causar grandes engarrafamentos. Estacionar um carro também é uma dificuldade e eles são caros de se manter. Tudo considerado, o carro não é a opção ideal para percursos pequenos em áreas congestionadas. O SEGWAY é apenas um pouco maior que uma pessoa, de forma que não provoca congestionamentos como um carro. Como é um veículo de calçada, ele permite uma movimentação ágil através das multidões, evitando completamente as rodovias. Assim como as scooters e as bicicletas, estarão a cada ano mais envolvidos em acidentes com pedestres. Mas os seus defensores dizem que ele é tão perigoso quanto caminhar, considerando que se locomove a velocidades relativamente baixas.
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Mesmo que ele não possa levar as pessoas ao seu destino em altas velocidades, consegue com a sua marcha lenta, driblar o congestionamento. Chegando ao seu destino, seus condutores podem levá-lo consigo para qualquer lugar sem se preocupar com estacionamento. Também não precisam parar no posto de gasolina, pois o veículo é abastecido com eletricidade doméstica. Os SEGWAY são também boas máquinas para locomoção em depósitos entulhados, onde corredores apertados não permitem o uso de veículos maiores. Muitas pessoas podem achá-los úteis para se movimentar em extensas áreas públicas, como aeroportos ou parques de diversões. Não há limite na diversidade do seu uso. Ele se adapta à maior parte dos lugares onde se possa caminhar. Até agora o SEGWAY não obteve grande sucesso em modificar o mundo. O preço alto provavelmente tem sido um obstáculo. Recentemente, entretanto, a empresa anunciou opções de financiamento e leasing. Ela também espera que o aumento nos preços do combustível faça disparar as vendas.
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Os dados
● Origem: Estados Unidos
● Lançamento: 2002
● Criador:
Dean Kamen
● Sede mundial:
Bedford, New Hampshire
● Proprietário da marca: Segway, Inc.
● Capital aberto: Não
● Chairman:
Dean Kamen
● CEO & Presidente:
James Norrod
● Faturamento: US$ 10 milhões (estimado)
● Lucro:
Não divulgado
● Concessionárias:
+ 350
● Presença global:
80 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários: 150
● Segmento: Transportes
● Principais produtos: Veículo de transporte pessoal
● Ícones: O próprio produto
● Slogan: Simply Moving.
● Website:
www.segway.com
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A marca no mundo
A linha de produtos SEGWAY é comercializada em mais de 350 concessionárias (115 localizadas nos Estados Unidos) em 80 países ao redor do mundo através de 47 distribuidores internacionais. Um dos maiores clientes da empresa são organizações governamentais (principalmente a polícia e o setor de segurança) que utilizam um modelo especialmente desenvolvido para ser utilizado em patrulhamento e segurança. Cerca de 40% das vendas da empresa são para empresas, enquanto os consumidores individuais respondem por 60%.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 5/6/2008

30.5.08

ZIPCAR

Seus carros ficam estacionados e espalhados por grandes cidades como Washington, Nova York, Boston, Chicago, San Francisco, Toronto e até Londres, e podem ser alugados e utilizados por dia ou por horas, usando apenas um código e um cartão. Tudo feito on-line, sem burocracia e de forma rápida. Com novidades tecnológicas aqui, uma pitada de marketing ali e uma dose enorme de inovação capaz de colocar um setor inteiro de pernas para o ar, a ZIPCAR está roubando a cena no setor de aluguel de automóveis nos Estados Unidos.
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A história
Tudo começou em 1999, quando as empreendedoras Robin Chase e Antje Danielson fundaram a empresa americana ZIPCAR em Cambridge, região da cidade de Boston, estado americano de Massachusetts, tendo como objetivo montar uma locadora de automóveis diferente da maioria disponível no mercado. Elas se inspiraram em um conceito de compartilhamento de carros que acontecia na cidade de Berlim depois de uma viagem a Alemanha. Lá, grupos de motoristas conhecidos utilizavam um único carro num dia, em vez de seus próprios automóveis, e este ficava em locais de fácil acesso. Em vez do esquema convencional, os veículos da ZIPCAR ficariam espalhados por diversos pontos da cidade, como em estacionamentos e postos de gasolina parceiros. Os clientes não precisariam enfrentar espera ou atendentes. Teriam apenas de agendar, por telefone ou Internet, os horários de utilização do automóvel desejado. Depois, era só ir até o carro agendado e abri-lo com um cartão de associado.
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Também seria possível alugá-lo por períodos mais flexíveis, não apenas por diárias, mas pelo intervalo de 1 hora, por exemplo. Os primeiros carros foram colocados nas ruas de Boston em junho de 2000. Muita gente aderiu ao novo modelo de locação e, ao final de 2002, a empresa tinha cerca de 6.000 clientes. Boa parte deles era formada por pessoas entusiasmadas com a proposta das empreendedoras americanas. Alguns arcavam com despesas que nem faziam parte do contrato, como mandar lavar o carro antes de devolvê-lo.
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O problema era que o aumento da legião de fãs não se refletia no crescimento econômico da ZIPCAR. Quatro anos depois de começar, a empresa ainda faturava US$ 2 milhões, atuando na cidade de Boston, Nova York e Washington. Uma porção de pequenos problemas operacionais emperrava o desenvolvimento da marca. Faltava uma solução, por exemplo, para a confusão logística que acontecia quando algum cliente atrasava para entregar o automóvel, o que não era tão raro. Era preciso pôr em prática uma série de reformulações. Elas começaram pelo caminho aparentemente mais drástico, o afastamento de Robin do comando.
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Para o lugar da fundadora foi convidado Scott Griffith, um consultor que tinha sido executivo da Boeing e também passara por duas pequenas empresas. A partir de 2003, Griffith assumiu o controle operacional da marca. Começava então uma verdadeira revolução na empresa. As mudanças começaram com um recuo tático. Uma pesquisa constatou que alguns potenciais consumidores não usavam o serviço porque nem sempre encontravam automóveis próximos a eles. A ZIPCAR tinha carros espalhados por vários pontos das cidades de Washington, Nova York e Boston, mas a distribuição parecia um tanto quanto arbitrária. Para corrigir esse problema, foi feito um mapeamento por zonas e começou investindo em uma de cada vez, criando garagens e estacionamentos pequenos nos bairros onde os vizinhos podiam retirar e deixar também os carros contratados. Só depois de conquistar de verdade um bairro, a ZIPCAR partia para outro. Ao mesmo tempo, a empresa também foi sintonizando as características dos automóveis com o gosto dos clientes. Bairros com mais jovens, por exemplo, tendem a ganhar carros mais esportivos como os modelos MINI. Bairros nobres e antigos ganharam automóveis clássicos como Volvo.
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Outra estratégia foi incentivar os administradores de cada cidade a assumir os lucros e prejuízos de suas unidades. Ninguém queria perder dinheiro e começaram a pipocar boas idéias de divulgação. Um escritório de Boston, por exemplo, levou funcionários até o pátio da universidade Harvard para fazer desafios de matemática envolvendo os carros das locadoras. Em sua reestruturação, a ZIPCAR mirou, também, jovens e universitários. Foi uma inovação ousada. Como se trata de um público que as estatísticas revelam ser de maior risco, quase nenhuma locadora de automóveis americana aluga carros para menores de 21 anos, e quem tem menos de 25 geralmente tem de pagar uma tarifa mais alta (são cobradas taxas adicionais de risco). O raciocínio: jovens, nessa idade, não têm dinheiro para ter um bom carro, mas conseguem pagar para tê-los por um dia ou algumas horas eventuais – e impressionar uma garota com um modelo bacana. Para viabilizar a iniciativa, a empresa negociou tarifas menores de seguro para jovens. Foram feitas parcerias com 140 universidades para colocar carros nos estacionamentos dos cursos, por um aluguel mais barato. Hoje, cerca de dois terços dos usuários têm menos de 35 anos.
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As mudanças colocaram a empresa no caminho do crescimento. Em 2005, a ZIPCAR conseguiu um aporte de US$ 10 milhões. Começou então uma fase de forte expansão inaugurando serviços em outras grandes cidades como San Francisco, Toronto e Londres (2006), Vancouver (2007) e Philadelphia. Recentemente, em 31 de outubro de 2007, comprou sua principal concorrente, a Flexcar. O próximo movimento foi mirar os clientes corporativos com o lançamento do plano Z2B.
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O funcionamento
O processo ocorre da seguinte forma: pela Internet, no site da empresa o cliente se cadastra e recebe, mediante o pagamento de uma taxa anual de US$ 50, o ZIPCARD, um cartão semelhante ao de crédito, com uma identificação via rádio-freqüência. Depois, quando quiser alugar um carro, o associado (chamado pela empresa de ZIPSTER) basta entrar no site, incluir o endereço onde está, a data, a hora e a duração do aluguel e imediatamente uma lista de carros disponíveis naquela região surgirá na tela. Então, é só dirigir-se ao ponto indicado, localizar o carro (identificado com um adesivo como o logotipo da ZIPCAR), passar o cartão sobre o pára-brisa e “click” – a porta irá se abrir. Lá dentro estarão as chaves. O tanque estará cheio – é o que diz a empresa, e o seguro incluso. A partir daí, é só dirigir e se quiser pode deixar o veículo em outras zonas da cidade atendidas pela ZIPCAR. Os preços do aluguel variam entre US$ 7.65 (no plano Extra Value) e US$ 9-11 (no plano Occasional Driving) por hora, ou de US$ 56 à US$ 66 a diária em média.
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Os dados
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 1999
● Fundador:
Robin Chase e Antje Danielson
● Sede mundial:
Boston, Massachusetts
● Proprietário da marca: Zipcar, Inc.
● Capital aberto:
Não
● CEO:
Scott Griffith
● Presidente:
Mark Norman
● Faturamento:
US$ 100 milhões (estimado)
● Lucro:
Não divulgado